Desporto escolar

TOPSHOTS-PALESTINIAN-ISRAEL-CONFLICT-GAZA-MILITARY-SUMMER CAMP

Crianças palestinas num campo militar de Verão promovido por uma Jihad islâmica a sul da Faixa de Gaza. Milhares de crianças entre os 6 e os 16 participam no campo de Verão onde recebem treino militar e religioso. Fotografia tirada a 12 de Junho de 2013. (Fonte: SAID KHATIB/AFP/Getty Images/Newscom).

Tudo normal, portanto.

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19 pensamentos sobre “Desporto escolar

  1. Sérgio

    Como dizem, numa tradução livre, os franceses: “Escondem isto que não possa ver!” O que interessa é dizer mal de Israel e não criticar os “bons e sofredores” palestinianos… Força com a hipocrisia!

  2. nuno granja

    Israel só colhe o que semeia, e como ninguem ganha sempre, a natalidade está a favor dos palestinianos, mais uns etcs, um dia vai acabar mal.

  3. Oinc!

    Ora, agora que chegam as férias, aqui está uma ideia para um ”ATL” para os pequenotes, pelo menos para aqueles, que tenham progenitores mais ”progressistas” e em relação ao transporte da pequenada, não há problema, porque eles já cavaram tuneis para todas as sedes distritais do BE, em Portugal Continental, Madeira e Açores!

  4. jorge

    percebe-se melhor para onde vão os milhões em ajuda da ONU e resto mundo …..para manter um estado TERRORISTA que apenas tem um único objectivo que é fazer guerra a Israel.

  5. Vasco

    Esta imagem não é a causa mas a (triste) consequência da criação e manutenção do estado de israel. E é esse estado, não o da palestina, o que recebe milhares de milhões de dólares em ajuda militar. A uma média de 1.8 mil milhões de dólares por ano desde 1987.

    Fundamentalismo religioso: nem judeu nem islâmico! Mas não comparemos o david com o golias…

  6. Pinto

    nuno granja,
    “Israel só colhe o que semeia (…) um dia vai acabar mal”

    nuno granja, porque não se deixa de hipocrisia e de cinismo e diz frontalmente que espera que um dia acabe bem, com o extermínio dos judeus? Porque não diz abertamente que era o seu grande sonho?
    Deixe-se de esconder e mostre logo os seus ódios político-ideológicos. Mostre logo o tipo de gente que é.

  7. Na verdade, que temos nós com isso? Os palestinianos preferem que os filhos vão atirar pedras a tanques, ou aprendam a manejar a “ricardina” em vez de estudarem matemática e inglês. É uma escolha que eles fazem, é uma escolha de que sofrem as consequências ou tiram as vantagens. Mas isso é lá com eles. Muitos povos guerreiros se safaram bem a pilhar os vizinhos pacíficos. Os palestinianos também não se têm saído mal com as ajudas internacionais. Quanto a Israel só tem que tirar as conclusões e a história mostra que as nações dispõem de vários métodos para lidar com o risco da extinção. Como estou numa fèzada de abichar o Nobel da paz, calo-me quanto a esses métodos. Mas alguns doem.

  8. É para combater o imperialismo sionista. Os comunas da educação, um dia destes, propõem qualquer coisa parecida para enriquecer os currículos da criançada e dos jovens da nossa terra. E aqui não haveria greves. Uns workshops de desobediência civil, calhoada na bófia e tal teriam sempre garantidos monitores do Bloco e talvez até direito a palestra da dra. Raquel.

  9. lucklucky

    Para começar os Palestinianos não existiriam sem Israel. Um Israel ocidentalizado, com votos.
    Veja-se a preocupação que Nunos Granjas, Vascos e jhbs têm por Assírios, Curdos, Caldeus quando estes estão dominados por outros Àrabes, para não falar claro mais prosaicamente de milhões de Árabes subjugados desde Saddam até Khadhafi…
    O nascimento do movimento Palestiniano insere-se no movimento Comunista anti-Ocidental.
    Se os Israelitas não se tivessem tornado aliados dos americanos e os kibbutz se tivessem tornado kolkhozes em vez de terem aparecido empresas não haveria palestinianos.

    Segundo pelos vistos a ocupação da Alemanha pela URSS foi ilegal.

  10. Nuno

    Desde que não seja Trabalho Infantil à conta de um Explorador Capitalista, como pôr a mesa ou arrumar o seu prato, ou ajudar no jardim…

  11. Sérgio

    Os palestinianos vão colher o que estão a semear. Agradeçam aos que vos aplaudem! Entretanto, gozem dos nossos impostos, já que servem para manter parasitas da função pública em Portugal, também podem servir para educar futuros terroristas!

  12. A. R

    Sempre a fazer a paz estes muçulmanos. Agora esta de um Estado “palestiniano” que nunca se conheceu recuando a mais de 3 000 anos, que nunca teve nenhuma autoridade que fosse mais prestigiada que o ladrão aliBaba, que nunca teve capital, constituição, fronteiras, etc é de bradar à maluqueira internacional. Entreguem o que falta a Israel e regressem a Arábia (50%) e ao Egipto (outros 50%) e deixem-se de merdas. Trabalhem e deixem de chular Israel e a Europa e comecem a fazer dieta pois é a zona do mundo com mais obesas.

  13. nuno granja

    #Pinto

    Atribuir todas essas qualidades (hipocrisia, cinismo, ódio, etc etc…) a uma pessoa que não se conheçe é muito feio.

    O topico é sobre um problema do médio oriente e não para para a adivinhar facetas do carater de terceiros, perfeitamente desconhecidos.

    Voltando ao tópico…

    Ocupar outros paises dá sempre mau resultado.

  14. Sérgio

    Que país? Aquele que nunca existiu, mesmo quando era turco e depois egípcio e jordano? E a administração de Gaza e da Judeia-Samaria é dos palestinianos! O que eles querem, é acabar com Israel, pura e simplesmente! APRE que não deve nada à inteligência!

  15. João

    Independentemente das razões que assistem quer aos Israelitas quer aos Palestinianos, no momento actual friso, Não existe, historicamente falando, o povo palestiniano. É uma nacionalidade inventada e o próprio conceito de palestiniano é uma invenção do sec XX por motivações políticas.

    Factos:
    -O povo palestiniano foi artificialmente “extraído” da população árabe da “Grande Síria” que Incluía uma massa territorial quer compreende a Síria actual, o Libano, a Jordânia e Israel e os actuais territórios da autoridade palestiniana. O termo “povo palestiniano” foi inventado à 93 anos mas só foi aceite internacionalmente nos anos 70.
    -Os “Palestinianos” da altura resolveram adoptar a designação devido ao facto de os seus irmãos na área da grande Síria não estarem suficientemente empenhados em erradicar o sionismo.
    -Israel tem a maior densidade de escavações arqueológicas do Mundo. Judeia, Samaria, Galileia, Negev, Montes Golan e muitas outras áreas da região em que abundam evidencias de comunidades Israelitas que datam de 3500 anos. Cada centimetro quadrado de Jerusalem está carregado de provas físicas do povo Judeu que suportam o seu “direito histórico” aquela cidade.
    – Até à data não há uma evidência histórica ou arqueológica que ligue os palestinianos áquela zona, ou mesmo aos jebusitas de quem eles dizem descender.

    Só para se ter uma ideia de que uma evidencia histórica não é muito difiil de obter. Com Lusitanos , sejam ou não o nosso povo original com mais ou menos misturas, há evidencias historicas e arqueologicas da sua presença. Essas evidencias encontra-se em registos romanos da época que relatam, com maior ou menor verdade histórica, a existência dos Lusitanos dos seus chefes Viriato e Sertório. Registos de vários autores e historiadores romanos dão-nos uma perspectiva mais ou menos real desse povo. A sua existência não é contestada. Quando não há evidencias só se pode especular.

    Quanto ao panorama actual, a autoridade palestiniana é desprezável e tenho muita pena pelo sofrimento do povo “palestiniano” ás mãos de quem os governa. Estas populações mereciam viver em paz.
    A autoridade palestiniana desde 1947 que toma invariavelmente as decisões incorrectas e mais danosas para o seu povo. É só ver o historial desde 1947 (fim do mandato Inglês da ONU para governar aquela área) até agora.

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