Nesse caso a culpa foi de Ramalho Eanes

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Mário Soares diz que Cavaco é responsável por violência se mantiver Governo em funções

8 pensamentos sobre “Nesse caso a culpa foi de Ramalho Eanes

  1. José Maia

    Este Mário Soares que trate mas é de pagar as 22 voltas ao mundo que deu à pala dos portugueses.

  2. paam

    Austeridade é má, não toquem no seu direito a um gabinete com secretária, no assessor da sua confiança, no carro com motorista e combustível para serviço pessoal e nas ajudas de custo para as deslocações oficiais fora da área de residência, e muito menos nos fundos da sua querida fundação.

    E pensar que este gajo custa aos cofres publicos 300.000 euros anualmente. É sempre o mesmo, quem parte e reparte fica sempre com a melhor parte.

  3. Se o tipo lá de trás tivesse acertado com uma paulitada no homem, já não dizia, hoje, o que vai dizendo. Claro que será também a idade a radicalizar o discurso. Mal fica na fotografia é quem lhe dá o microfone…

  4. Vai ver, já toda a gente sabe disto (abaixo), mas para as pessoas menos jovens, aliás como eu, a memória normalmente fica bastante afectada…
    Deixo aqui uma recordatória que vi publicada e que me faz recear as consequências de algumas aparições públicas de Mário Soares.

    « Para refrescar memórias, aqui ficam as célebres de Mário Soares aquando primeiro ministro deste país. É sempre bom relembrar.

    “Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única coisa a fazer é apertar o cinto”.
    DN, 27 de Maio de 1984

    “Não se fazem omoletas sem ovos. Evidentemente teremos de partir alguns”.
    DN, 01 de Maio de 1984

    “Quem vê, do estrangeiro, este esforço e a coragem com que estamos a aplicar as medidas impopulares aprecia e louva o esforço feito por este governo.”
    JN, 28 de Abril de 1984

    “Fomos obrigados a fazer, sem contemplações, o diagnóstico dos nossos males colectivos e a indicar a terapêutica possível”
    RTP, 1 de Junho de 1984

    “A terapêutica de choque não é diferente, aliás, da que estão a aplicar outros países da Europa bem mais ricos do que nós”
    RTP, 1 de Junho de 1984

    “Portugal habituara-se a viver, demasiado tempo, acima dos seus meios e recursos”.
    RTP, 1 de Junho de 1984

    “[O desemprego e os salário em atraso], isso é uma questão das empresas e não do Estado. Isso é uma questão que faz parte do livre jogo das empresas e dos trabalhadores (…). O Estado só deve garantir o subsídio de desemprego”
    JN, 28 de Abril de 1984

    “O que sucede é que uma empresa quando entra em falência… deve pura e simplesmente falir. (…) Só uma concepção estatal e colectivista da sociedade é que atribui ao Estado essa responsabilidade.”
    JN, 28 de Abril de 1984

    “Anunciámos medidas de rigor e dissemos em que consistia a política de austeridade, dura mas necessária, para readquirirmos o controlo da situação financeira, reduzirmos os défices e nos pormos ao abrigo de humilhantes dependências exteriores, sem o que o pais caminharia, necessariamente para a bancarrota e o desastre”.
    RTP, 1 de Junho de 1984

    “Pedi que com imaginação e capacidade criadora o Ministério das Finanças criasse um novo tipo de receitas, daí surgiram estes novos impostos”.
    1ª Página, 6 de Dezembro de 1983

    “A CGTP concentra-se em reivindicações políticas com menosprezo dos interesses dos trabalhadores que pretende representar”
    RTP, 1 de Junho de 1984

    “Dentro de seis meses o país vai considerar-me um herói”. 6 de Junho de 1984 »

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