Quem é Raquel Varela ?

raquel_varela

Perfil de Raquel Varela enquanto investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o “Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais”
Página / blogue pessoal de Raquel Varela
Posts de Raquel Varela no 5 Dias

Raquel Varela Business School
Quem não deve, não deve (mas se calhar até teme)
Como funciona o mercado de dívida
Martim Neves e Raquel Varela no Prós & Contras

A pergunta que dá título ao post é mais relevante do que possa parecer à primeira vista, porque Raquel Varela está longe de ser, como interpretações de vários quadrantes têm sugerido, um caso raro. Antes pelo contrário: Raquel Varela é bem representativa de um modo de pensar e agir profundamente enraizado – e ainda mais institucionalizado – em Portugal.

Se alguma coisa a distingue, não será o ser mais radical, mas antes o ter um discurso mais articulado e publicamente apresentável do que muitos dos seus pares que, pensando basicamente o mesmo, são ainda assim incapazes de o transmitir de uma forma minimamente compreensível e persuasiva.

Nesse sentido, compreender quem é Raquel Varela é também um importante contributo para compreender o país que temos e o estado a que chegamos.

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46 thoughts on “Quem é Raquel Varela ?

  1. walter

    confesso q me choca q o discurso de Taquel Varela seja persuasivo. que tenha aderencia , entenda-se. Guardo na memoria uma frase desta na apresentacao do livro dela , mais ou menos isto: “estas teses que ainda ninguem se atreveu ou conseguiu rebater”.

  2. MaDi

    Sendo da área das Humanidades e tendo em conta a organização do sistema escolar português, ela provavelmente deixou de estudar Matemática desde os seus 14 anos. É por isso normal a aversão aos números e a pouca capacidade de entendimento das contas mais básicas.

  3. Custodio

    Eu acho engraçado que a Doutora tenha começado por responder ao Martim da seguinte forma: “Tu tens ideia de onde as camisolas são feitas? Se são feitas na China com os trabalhadores a ganhar $2”. Depois, e segundo me informaram (eu deixei de ver o programa), a Doutura está a usar um iPad! Agora eu pergunto “Tu tens ideia de onde os iPads são feitos? Se são feitos na China com os trabalhadores a ganhar $2”.

    Ao menos o rapaz estaria a comprar na China para criar valor acrescentado em Portugal e voltar vender, que benefício para o país tem a compra desse ipad feito nas mesmas condições das camisolas?

    Deixo links para artigos na Fox News e no Daily Mail onde são retratadas as condições em que são feitos os ipads que a Doutora tanto gosta…

    http://www.foxnews.com/tech/2012/02/20/apple-foxconn-offer-world-glimpse-into-chinese-manufacturing-plants

    http://www.dailymail.co.uk/news/article-1382396/Workers-Chinese-Apple-factories-forced-sign-pledges-commit-suicide.html

  4. Lobo Ibérico

    @Django,

    “Mais uma cerveja reles em Hofbräuhaus am Platzl. Que a orgia comece.”

    Ficou de sentinela sozinho?
    A disparar pólvora seca enquanto os outros foram buscar mais munição, haha.

    Meh, hipsters.

  5. Tenho que admitir que há um ponto do discurso em que concordo com todas as raqueis varelas desta nossa vida: É, é não, TEM É SIDO, mais fácil a muita gente (demasiadas pessoas entre nós) viver, simplesmente, pendurada no erário público, sendo que os seus contributos para o bem comum poderem ser reais ou imaginários, úteis ou excedentários…

  6. tina

    “Nesse sentido, compreender quem é Raquel Varela é também um importante contributo para compreender o país que temos e o estado a que chegamos.”

    Nem pensar! Coisa que por aí não falta são comentadores que levaram o país à falência. A única questão pertinente é, porque é que ainda se dá tanto tempo de antena a pessoas completamente irrelevantes?

  7. lucklucky

    Olhem para os EUA e boa parte das suas Universidades e verão que a Raquel Varela é só uma cópia e digamos “moderada” do que para lá há.

    A Raquel Varela é um produto do academismo e da universidade, são muitas camadas por cima de camadas de relações sociais até ao ponto onde uma pessoa é apenas uma esponja de relações sociais e a teoria que nasce delas. Uma pessoa assim perde boa parte do contacto com realidade fora de muros. É gente para quem a politica é tudo o que existe e a que pela política tudo pode ser controlado.

  8. jhb

    “É gente para quem a politica é tudo o que existe e a que pela política tudo pode ser controlado.”


    O anel era dourado, liso na circunferência externa, e com inscrições no alfabeto Tengwar de versos na língua proibida de Mordor.

    No lado externo, quando posto no fogo, aparecia escrito:

    Um Anel para todos governar, um Anel para encontrá-los

    e no lado interno, quando posto no fogo:
    Um Anel para todos trazer e na escuridão aprisioná-los”

    daqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anel_de_Sauron

    Será Raquel Varela uma encarnação do maligno Sauron?…

  9. JS

    Exactamente.
    Estas Varelas, e quejandos, são o subproduto de um balofo socialismo inviesadamente implantado em Portugal pelo pai da democracia(?), o diáfono Soares, com as consequências que muitos -não todos- sentem.
    Resta-lhes o proveito mas não a razão. Paciência. Não se pode ter tudo.

  10. Brytto

    O discurso persuasivo de RV é filho do tempo que vivemos, para quem está numa situação muito difícil, que tem pouca coisa a perder, este tipo de discurso é música celestial, agora se fosse proferido numa circunstância normal, acho que haveria quem a quisesse internar!…
    O perigo é este, sempre foi este. Numa situação de rotura social aparecem sempre uns iluminados que de forma mágica e portanto indolor resolvem a situação dramática das pessoas. O problema é que cada vez têm mais “clientes”…

  11. Regina Nabais,
    “Tenho que admitir que há um ponto do discurso em que concordo com todas as raqueis varelas desta nossa vida: É, é não, TEM É SIDO, mais fácil a muita gente (demasiadas pessoas entre nós) viver, simplesmente, pendurada no erário público, sendo que os seus contributos para o bem comum poderem ser reais ou imaginários, úteis ou excedentários…”
    Ela é uma delas. E das que recebe melhor, diga-se.

  12. PMBB

    De todo o vasto e impressionante cv da Sra Pós Dra retiro o que considero mais relevante, publicações em revistas com arbitragem, onde se verificam as seguintes revistas: Revista Brasileira de História, Hispania, XX Century Communism, Revolutionary Russia, Historia del Presente, Revista Espacio, Tiempo y Forma, Análise Social. Provavelmente são revistas de grande impacto na área, mas sendo eu um completo ignorante em Ciências Sociais, de repente o seu cv não me parece tão impressionante… Mas quem sou eu para avaliar tal cv, quando o meu são 3 páginas com formatação espaçada? Apenas um pequeno contribuinte líquido para o seu ordenado.

  13. João Pedro

    A mim parece-me que o André está a ser demasiado meigo com a tratante em causa. Aquela arrogância emplumada merecia outro tratamento.
    Numa das coisas que concordo com o André, é que o problema não se resume apenas à Raquel Varela mas a toda uma canga semelhante que é elevada ao estatuto de ‘investigador’ montados numa área académica que só cheira a artificialidade (palavra que um dia gostava de saber o que faz um Sociólogo). Eu iria mais longe que o autor do post, esta pretensa ‘área académica’ que não é mais do que um expediente para alimentar uma trouppe de inúteis, está a mais, não serve para nada!! Quanto muito serve para criar parasitas como a Raquel, Boaventuras e outros do mesmo calibre que só tem contribuído para espatifar a sociedade com o sistema de valores que tem conseguido impor.

  14. Duvmet

    Raquel Varela é, basicamente, aquilo que António Gramsci designava por “intelectual orgânico”. Faz parte de um grande exército de activistas ideológicos que fizeram a sua grande marcha através das instituições e que atacam,por dentro, os pilares éticos, morais e filosóficos nos quais assenta o chamado “senso comum” a “hegemonia” cultural burguesa. Há centenas de Raqueis Varelas, formigando na Academia, nas areas de Direito ( de onde emergem juizes), sociologia, comunicação social, etc. E estão a ter sucesso…aos poucos os conceitos estão a inverter-se e hoje já passam por “senso comum”, as teorias mais mirabolantes.
    Na cabecinha destes activistas, a coisa está clara: a revolução cultural precede a conquista do poder. O que farão quando lá chegarem? Uma recriação da Quinta dos Animais, mas agora com os Porcos ao leme…

  15. Filipe Melo Sousa

    Segundo o seu perfil no LinkedIn:

    pt.linkedin.com/pub/raquel-varela/19/887/b16

    Coordinator Study Group on Labour and Social Conflicts at Universidade Nova de Lisboa
    International Institute for Social History,
    Universidade Nova de Lisboa

    Education Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

    262connections

    Experience
    Honorary Fellow
    International Institute for Social History
    May 2011 – Present (2 years 1 month)

    Coordinator Study Group on Labour and Social Conflicts
    Universidade Nova de Lisboa
    March 2011 – Present (2 years 3 months)Lisboa
    Postdoc researcher

    Universidade Nova de Lisboa
    2009 – Present (4 years)
    Skills & Expertise
    14Research
    7Qualitative Research

    Publications
    Strikes and Social Conflicts. Towards a global history(Link)
    Maison de Sciences
    June 2012

    Edited papers from the 2011 Lisbon conference on Strikes and Social Conflicts. Contains my paper about the Rotterdam dockers as the vanguard of the working class. Also contains my closing speech to the conference.

    Coordinator Study Group on Labour and Social Conflicts at Universidade Nova de Lisboa

    Projects
    International project In the Same Boat? Shipbuilding and ship repair workers around the World (1950-2010)(Link)

    This project intends to study shipbuilding labour around the world from World War II until the present from a global history perspective. We will track the relocation of production and analyse its consequences to workforces in Europe, North and South America, and in East Asia from the 1980s onwards.

    Education
    Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
    PhD, History
    2006 – 2010
    Universidade Nova de Lisboa
    Post graduation, Contemporanean History
    2005 – 2006
    Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa / ISCTE
    Graduation, History
    2000 – 2005
    Universidade de Coimbra
    2 years, Law
    1997 – 2000
    Additional Info

    Interests
    Global Labour History History of communism
    Personal Details
    Birthday October 15

    Organizations

    • 2011 (…) Honorary Fellow International Institute for Social History (Amsterdam) • 2011 (…) Membro do Board of Trustees da Conferência Internacional de Historiadores do Movimento Operário (ITH, Áustria) • 2011 (…) Membro do Grupo de Trabalho Mundos do Trabalho • 2010 (…) Membro do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais IHC- FCSH-UNL • 2009 (…) Membro do Comité Preparatório da Conferência Internacional de Historiadores do Movimento Operário (ITH) • 2008 (…) Membro do Instituto de História Contemporânea/FCSH_UNL • 2009 (…) Membro da Asociacíon Historiadores del Presente (Spain) • 2007 (…) Member of the Study Group on the Russian Revolution (UK) • 2006-2008 Member of the Mediterranean Studies Association (USA)

  16. jhb

    A matilha assanha-se… Daqui a bocado teremos o conteúdo do lixo da Raquel Varela em linha no Insurgente.
    Aceitam-se apostas (em bitcoins, obviamente).

  17. A Raquel mais os seus arquétipos ideológicos. E os “insurgentes” munidos de arquétipos outros. Simetrias 😉
    No mundo da Raquel há exploradores e explorados; no vosso, há empreendedores e losers. E, no meio de tudo isso, onde fica a pessoa Martim?

  18. Pingback: Sent from my iPad | O Insurgente

  19. Lobo Ibérico

    @Luis Marvão,

    “No mundo da Raquel há exploradores e explorados; no vosso, há empreendedores e losers.”

    Não falo pelos ‘Insurgentes’.
    Para mim, há apenas pessoas. Não há ‘povo’, não há ‘nação’, não há ‘ricos’, não há ‘pobres’, não há ‘bons’ nem há ‘maus’. Há pessoas.
    Todas diferentes.

    O colectivismo é uma praga.

  20. Pingback: Em Portugal, o que rende é o “empreendedorismo” em rent-seeking… | O Insurgente

  21. António

    Luís Marvão,

    Embora perceba e concorde com o Lobo, posso dizer-lhe que vejo as mesmas simetrias que você. São muito óbvias. São muito espelhos um dos outros.

    Por exemplo.

    Ambos os bandos acham que o sistema está nas mãos do outro bando, e que o outro é o culpado de tudo (auto critica: quase zero).

    Ambos os bandos se queixam que a (mesma) comunicação social é completamente dominada pelo outro bando!

    Ambos os bandos tratam os elementos do outro bando como ignorantes, alucinados, perigosos, etc.

    Ambos os bandos estão sempre a ver provadas na pratica a suas teorias.

    Ambos os bandos adoram celebrar êxitos das suas filas a humilhar o adversário nas lutas ideológicas…

    E há mais…

  22. lucklucky

    “No mundo da Raquel há exploradores e explorados”

    Errado no mundo da Raquel existem os que pensam como ela e os que são designados como grupos vitíma para serem utilizados para ganhar poder.

    A pobreza não preocupa a Raquel Varela. A Raquel Varela só se “preocupa” com a pobreza no Capitalismo Ocidental. Porque o objectivo dela é destruir a civilização ocidental e fundar uma civilização igualitária.

    Se for fora da civilização do malvado homem branco a pobreza é irrelevante para Raquel Varela.
    A Pobreza em Cuba, na Coreia, ou na China quando era Comunista nunca preocupou a Extrema Esquerda.
    A partir do momento em que as sociedades começam a crescer sem intervenção dos mandarins nas torres de marfim do Estado(seja no Governo ou nas Universidades), começam as criticas da esquerda.
    Por isso é que hoje a critica da esquerda à China é à China das empresas, não é à China interior sem fábricas onde a pobreza é endémica e bem séria.

    A esquerda fala da pobreza onde há fábricas nunca fala da pobreza onde não há fábricas. A pobreza é irrelevante para a esquerda. É só um pretexto.

  23. Pingback: No Brasil, a versão mais bolchevique da Raquel Varela, que não tarda a lá chegar | O Insurgente

  24. Lobo Ibérico

    @António e Luis Marvão,

    “Embora perceba e concorde com o Lobo, posso dizer-lhe que vejo as mesmas simetrias que você. São muito óbvias. São muito espelhos um dos outros.”

    Caro António, apesar de passar algum tempo por aqui, é possível que nunca se tenha apercebido — sou anarquista (voluntarista).
    Logo, vejo as mesmas simetrias que o Luis referia.
    Não partilho é a mesma idiossincrasia colectivista que lhes dá origem.
    Desprezo qualquer forma de compartimentação dos indivíduos para defender perspectivas como se fossem martelos de forja.
    Apesar de Lobo, não ando em matilha. =)

    Saudações libertárias.

  25. Pingback: Martim Neves, inimigo do povo | O Insurgente

  26. Pingback: Les beaux esprits se rencontre… | O Insurgente

  27. manuel Verissimo

    Muito lamentável que muitas das pessoas que aqui deixam testemunhos não sabem do que falam e não sabem minimamente historiar e analizar o que levou, leva e levará as sociedades médias e pobres do nossso país e ( toda a Europa para lá caminhará ) para a pobreza total durante as próximas duas a três decadas de anos. Um cidadão para estar bem informado tem que ler muito, em especial história e livros escritos por personalidades de todas as correntes politicas e ideológicas. Há que ouvir os comentários dos intelectuais de várias áreas mesmo que não sejam do nosso agrado. Dou aqui um exemplo:- Devem ouvir e ler o que o Dr. Paulo Moraes e outros têem dito sobre a economia, corrupção, socialidade, fiscalidade, produtividade, industrialização, agricultura etc. etc. Depois façam a vossa análise sem o malvado clubismo político (este terrível virus que as pessoas respeitam intimamente e espiritualmente e que põem para segundo plano o seu bem-estar a vários níveis ) para não ferir ainda assim o dito clubismo político. Enfiem dentro da vossa cabeça que durante as próximas decadas a pobreza e a miséria aumentará a níveis imprevisíveis.

  28. Só os de baixo índole moral e cultural, os sem educação e ou inteligência não podem ver, ora porque são limitados, ora porque não lhes convêm. ou ainda porque dá muito trabalho, entender a sempre correcta e lúcida análise que Raquel Varela faz. quer em seus livros quer em público. Admiro a sua coragem e isenção. Se muitos assim fossem em política. haveria não só verdade nela, como muito menos corrupção e não haveríamos de nos termos deixado conduzir pelos políticos e pelos partidos, que em suma são todos iguais, em portugal, para este abismo que caminhamos, para um futuro incerto e provavelmente catastrófico.

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  35. condegil

    A única coisa que concordo com esta senhora é em rejeitar o “Rendimento Básico Incondicional” e vendo bem nem é pelas mesmas razões xD

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  39. Pires Lopes

    A doutora raquel varela ficou colocada em sexto a contar do fim (200 e muitos) no último concurso Investigador FCT, a sua terceira tentativa sem sucesso, num concurso que, paradoxalmente, sempre criticou e ameaçou impugnar.

  40. Mendes

    Esta senhora doutorada com um percurso académico que tem é nada, tem labia…mas as ideias desarticuladas da realidade, essa realidade que é imutável. Esta senhora e muitas tal qual ela, cuja a realidade é algo que não conhecem e não querem conhecer, o que lhes interessa é aparecer dizer umas patacuadas e saber fazer (um dos saberes) não é com ela, mandar bitaites e viver à conta dos contribuintes é tão fácil, produzir alguma coisa como dizia o meu avô faz calos e dá trabalho, mas pelo menos vá ver o que se faz pelo país e leve o Centeno para conhecerem o país real, as pessoas, os trabalhadores rurais e industriais, os empresários, etc. E quando na realidade conhecerem esse país, as ideias vão ser bem diferentes…para não falar no IPAD da senhora e outros que tais, como a roupa da senhora de marca mas Made in China.(ela não vê a etiqueta!!!) Por isso digo vale mais um Martim que cem Varelas e digo para o país e para o Mundo!

  41. Para vocês, Anónimo

    O país que temos e o estado a que chegámos é uma mistura de duas coisas.
    Uma é aquilo a que Ayn Rand chamou “o ódio do bom por ser bom”. Para pôr as coisas em termos mais acessíveis, é o que acontece ao Cristiano Ronaldo e ao José Mourinho: ttrabalham, lutam, distinguem-se, ganham, dão provas, não fazem mal a ninguém (antes pelo contrário) e são arrasados.
    Outra é uma “clubite” corrosiva que aplicada à política se revela na desgraça ora aceite, ora auto imposta desde que há “democracia” em Portugal.
    As grandes mentes discutem ideias, as medianas, discutem eventos e as medíocres discutem pessoas. A maioria dos ilustres insurgentes comentadores com mestrado em google enveredam clara e convictamente pela terceira via.
    O país que temos é um país de merda(s).

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