Predadores

As afirmações de João Galamba ao jornal i são reveladoras da estratégia da esquerda. Nelas compreende-se que o euro se tornou num empecilho ao uso do dinheiro dos contribuintes como modo de financiar, através de políticas públicas, os sonhos megalómanos de qualquer socialista. Por isso, o euro só sobrevive se criar emprego e desenvolvimento económico. Público, naturalmente. Caso o euro não permita mais o endividamento dos estados, ele já não serve. Foi um brinquedo que já não presta e que deve ficar na prateleira.

 E é assim que para o PS, o projecto europeu, tão sagrado que ele era, morreu. Tudo está bem enquanto servir para fazer a nossa vontade.

8 pensamentos sobre “Predadores

  1. JP

    Daniel Bessa resistiu poucos meses no Governo de Guterres por causa dos “galambas” que por lá andavam e por cá andam.
    Foi ministro adjunto de Guterres um tal de sócrates.
    Foi ministro adjunto de Guterres, no governo seguinte, um tal de Seguro.

    Isto já dá para imaginar o que por aí vem democraticamente, mais tarde ou mais cedo.

  2. Rb

    Em suma, o Euro era bom porque os mercados ‘acraditavam’ nele pagando txas de juros implicitas baixinhas. O Euro é bom porque como os mercados já não ‘acraditam’ nele porque oferecem taxas de juros altinhas.
    .
    Eu aprecio esta demanda lógica. Faz-me ‘alembrar’ o sôr Mateus, bêbado inveterado e frequente da tasca da sô dona Olinda, quando ele dizia: bebo para esquecer e bebo para m’alembrar do que esqueci.
    .
    Ricciardi (Rb)

  3. JP

    Na verdade o caso é bem mais grave.
    Galamba parece achar (“achismo”) que se deve recorrer ao crédito externo durante os governos socialistas e não o pagar durante os governos de direita.
    E porquê? porque os credores são estrangeiros e sugam o país.
    Ou seja, assume claramente que o PS teve e tem a intenção de burlar credores, presentes e futuros.

    Ou isto é uma grande ajuda muito inteligente para Portugal (que não se entende bem), ou é simplesmente a tentativa de atirar o país para o lixo assustando investidores, no sentido de assim obter o poder, por troca pela miséria generalizada.
    Se calhar voltámos à regra Nº1 do PS: vale tudo, inclusivamente a frase de hoje de Soares: “”Hitler e Mussolini também foram eleitos””

    Curiosamente, Hitler, tal como sócrates, usou a debilidade do emprego dos anos 30 para fazer construção pública tresloucada e assim tentar reduzir o desemprego e aumentar a actividade.
    O que de facto aconteceu – foi a fase mais “activa” da Alemanha e da Europa – que começou construindo e acabou destruida.

  4. Luís

    “Sempre que um país tem défice externo a resposta é “empobreça-se o país e reduza-se os salários””. É notável como não há a mais leve preocupação/estratégia em evitar a causa das consequências negativas, apenas o olhar sobre o modo de lidar a posteriori com os erros cometidos. O que significa que não tem a mínima intenção de não os voltar a cometer. “Vamos voltar a provocar os mesmo efeitos negativos, mas depois vamos lidar com eles muito melhor”.

  5. Carlos Conde

    Qual o motivo pelo qual se dispensa a Galamba tamanha atenção???
    Mais interessante será falar do cachorro da vizinha…

  6. Lucas Galuxo

    André Abrantes Amaral está errado. Antes de entrar, ouviram-se mais vozes avisadas a alertar para a armadilha do Euro à esquerda do que à direita.

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