Top editor slams Arab journalists for ‘political activism’ bias.
Mês: Maio 2013
O mito da exploração capitalista
Mário Amorim Lopes n’O Comité
É curioso como ideias falaciosas perduram tanto no tempo. Uma das ideias mais nefastas e perigosas que culminou no século XIX e se arrasta até hoje foi aquela extrapolada por Marx de uma definição inexacta de Adam Smith e de um postulado de David Ricardo. A tese serve de base ao trabalho de muitos sindicatos (CTGP-IN) e partidos políticos (PCP). É a teoria da exploração capitalista, que pode ser decomposta numa análise errónea do conceito de mais-valia e de valor intrínseco
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A industria do subsídio em Portugal (2)
Henrique Monteiro no Expresso online
Entre os muitos apelos, uns patéticos outros não, que por aí se ouvem, raro é dar com alguém que quer uma coisa tão simples como esta: que o Estado deixe de sufocar os cidadãos através de impostos. Eu percebo porquê. Num país onde tanta gente vive encostada ao que o Estado dá, não convém a muita gente que o Estado deixe de sacar… aos outros.(…)
Ao contrário da cacofonia que por aí se ouve, a melhor política do Estado é não atrapalhar. Gostava que alguém, na política, o dissesse claramente, mas, infelizmente, preferem discutir teoria geral.
ephemeros
Carlos M. Fernandes, ephemeros #13, 2008
Spin
Não tenho forma de avaliar a veracidade do “sucesso” da medida. No entanto, a triplicação do benefício concedido deixa adivinhar um rotundo fracasso. E é fácil adivinhar a razão. Mesmo com a alteração agora aprovada, considerando uma compra taxada com 23% IVA, o benefício obtido (e devolvido apenas no ano seguinte aquando da liquidação do IRS) por cada 1000 euros será de apenas 2,8%. Qualquer desconto imediato de 5% anula isso.
Presentes envenenados
No Diário de Notícias (meus destaques):
Entre 1986 e 2011, Portugal recebeu 80,9 mil milhões de euros em fundos estruturais e de coesão, o que corresponde a nove milhões de euros por dia injetados por Bruxelas no País. Esta é uma das conclusões do estudo “25 Anos de Portugal Europeu”, realizado pela consultora Augusto Mateus & Associados para a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS).
O mesmo documento destaca que o valor pode chegar aos 96,7 mil milhões de euros até ao final de 2013, ano em que termina o QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional, o programa de apoio em vigor). Resta saber se tudo será executado.
Isto tudo a fundo perdido. Mas que exigia comparticipação do Estado e/ou privados. Claro que as opções finais de “investimento” foram sempre dos nossos responsáveis políticos (Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, Santana Lopes, José Sócrates e Passos Coelho). As instituições europeias não obrigaram a, como é referido no artigo, construir milhares de quilómetros de estradas ou dar cursos de produção de queijo da Serra da Estrela… no Algarve.
Já agora, conseguem adivinhar que país europeu foi o maior contribuinte líquido para estes fundos?
Blue Wallpapers
Sendo eu um adepto de Macs e de imagens visualmente ricas, sempre tive dificuldade em arranjar bons fundos para o meu portátil. Mais ainda imagens que juntassem ao visual um significado que me agradasse. Para preencher esse espaço – e me facilitar a tarefa de ter sempre wallpapers que me agradem, criei este fim-de-semana um blog específico, que será sempre pequeno mas que será o repositório de imagens de qualidade e sempre com uma citação liberal. O endereço é:
Darei prioridade a ecrãs 1280 (os de 1024 é só fazer redimensionar, os de ecrãs maiores têm de me pedir versões específicas via o meu mail – campelodemagalhaes@gmail.com – limitados aos tamanhos máximos das imagens de base) pois é a minha resolução no portátil e irei acrescentando mais na medida do possível e da necessidade que eu sinto. Tentei já de início ter vários estilos para agradar a diversos tipos de gostos e coloquei tudo em inglês para facilitar a disseminação das mesmas. Ficam aqui alguns exemplos (clicar para aumentar):
A Taxa Audiovisual
Pelos vistos, o governo quer retirar a taxa audiovisual da factura da electricidade. Eu aplaudiria de pé esta medida não fosse o facto de não se pretender eliminar esta taxa (como qualquer governo que quisesse ser apelidado de qualquer coisa com liberal lá pelo meio) mas sim em “deslocar [a taxa] para os sectores que têm relação directa ou indirecta com o audiovisual“, o que quer que isso signifique.
Confortemos-nos com a existência de um “estudo interno sobre esta matéria” mas não uma comissão de estudo.




