O PS e o PR

O PS siryzou-se e recusa o que quer que seja que represente a assunção dos compromissos internacionais do Estado em matéria de consolidação orçamental. O PS quer respeitar todos os compromissos internacionais, desde que não sejam os existentes. O governo insiste em reduzir um défice de 6,4% do PIB (quer dizer, o excesso de des-pe-sa em relação à re-cei-ta é i-g-u-a-l a mais de 10.000 milhões de euros: há 10.000 milhões de euros de despesa a mais, posso dizer isto das mais variadas maneiras mas é monótono), sem o que, mesmo que não quisesse, não haveria dinheiro para financiar esse défice. De acordo com a doutrina económica do PS, isto é, Seguro, marcado por Costa, Sócrates, as sondagens, etc., o défice reduz-se aumentando-o, não diminuindo-o, doutrina que a troika, que paga, não consegue acompanhar. Segundo o PS, Cavaco esteve mal em não se pôr acima deste assunto, que o PS acha que pertence à luta partidária. Para o PS, ou os comentadores mais chegados, o Estado, a sua segurança e as relações com aqueles que garantem a sua sobrevivência é um assunto de luta (pela sobrevivência) partidária. O PS acha mal que para o PR não seja.

3 pensamentos sobre “O PS e o PR

  1. Ricardo Monteiro

    A troika obrigou o Passos a falar com o PS para garantir que nada mudava depois das eleições. E o PS tinha de dizer ámen. Muita gente aqui no Insurgente espumava quando se falava em consenso, há dois anos atrás. Esqueceram-se que quem falava em consenso, principalmente, eram os credores. E agora? Qual consenso? Era preciso ser um génio para perceber que isto ia acontecer? Não era. Mas o radicalismo só tem uma solução, não admite mais nada. Só uma. Quem perde? Nós. Mas isto só torna as coisas mais difíceis. O céu não nos vai cair sobre as cabeças, e a terra não se vai abrir sobre os nossos pés. Há um motivo pelo qual somos um país há novecentos anos,(+ou-), não nos esqueçamos disso. E não nos esquecemos, apesar da capa nojenta do I.

  2. Ricardo Monteiro

    E, para que não aja dúvidas, falo da capa de 26 de Abril, em que surge um boi ( espanhol) agarrado (enforcado) a um Galo de Barcelos e depois a uma âncora. Há que ter memória. Mesmo sem o 1º de Dezembro.

  3. palavrossavrvs

    O PS é uma agremiação de politiqueiros. Sempre foi. Sempre será. Um País com um PS ao leme é um barco em seco.

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