Pelo direito das mulheres à futilidade

anita loos

Como a lamechice a que se chega no dia internacional da mulher não se atura – e assim, e felizmente, assuntos sérios como a pobreza atingir mais mulheres que homens em todo o mundo, a privação de direitos humanos às mulheres em tantos países (com os países muçulmanos à cabeça), o perigo mortal que ainda é engravidar e passar por um parto em muitas zonas do globo e um etc. destes assuntos assaz levezinhos (passando, de caminho, pela tolerância europeia face aos maus-tratos às mulheres dentro das comunidades muçulmanas residentes na Europa) ficam para (espera-se que todos) os restantes dias do ano – cabe-me vir aqui contrariar a lamenchice e recomendar uma leitura hilariante: Gentlemen Prefer Blondes, dessa percursora da chick lit que foi a Anita Loos. Garanto: mais vale ler Anita Loos do que a Betty Friedan ou a Mary Wollestonecraft, umas gargalhadas ajudam sempre e previnem rugas – e como se vê pelo livro aconselhado uma mulher atraente que saiba usar o que a torna atraente é sempre uma mulher inteligente.

(A imagem é de uma edição em francês porque era a mais gira, mas claro que o livro é para ler em inglês: a piada do dialecto de Lorelei não é traduzível).

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