A minha feminista preferida

chanelCoco Chanel, pois claro. Tratou – juntamente com Paul Poiret, a quem também se agradece – de desembaraçar as mulheres de vestimentas que só lhes permitiam ser bonequinhas decorativas. E, para cúmulo, criou uma carteira em Fevereiro de 1955 para se usar ao ombro, libertando-nos assim as mãos para outras tarefas mais úteis – a tal carteira 2.55 que Pepa Xavier, num assomo feminista que passou despercebido, declarou almejar (e fez muito bem, que todos devemos ser ambiosos e desejar algo que com o nosso esforço consigamos concretizar; os desejos de fim da fome e do início da paz mundial ficam para as candidatas a Miss Universo e Barack Obama).

7 pensamentos sobre “A minha feminista preferida

  1. bloody mary

    Também é a minha preferida. Fez mais pela “libertação” das mulheres do que as feministas encartadas!

  2. Maria João Marques

    ‘Fez mais pela “libertação” das mulheres do que as feministas encartadas!’ So true.

  3. oscar maximo

    Qualquer pessoa que não saiba que com a actual população, a maioria será sempre pobre, é muito ignorante, sobre factos ou contas.

  4. Gambino

    A tua feminista preferida é uma colaboracionista nazi que, por acaso, nem sequer é feminista!!!
    A menos é claro que, para ti, os direitos das mulheres sejam uma coisa entre a alta-costura e a perfumaria fina.

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