O Senhor da Venezuela e os pobres

Era uma vez um senhor. Era o Senhor da Venezuela. Gostava tanto de pobres que lhes deu de comer. Gostava tanto de dar comida aos pobres que fez de cada vez mais venezuelanos pobres, igualmente pobres. E como gostava deles deu-lhes de comer. Como os pobres gostavam da comida gostaram do Senhor da Venezuela. Como o Senhor da Venezuela gostava cada vez mais de pobres fez tudo para garantir que os filhos e os netos dos Venezuelanos seriam cada vez mais pobres. E o Senhor da Venezuela dar-lhes-ia comida. E depois? Depois o Senhor morreu e ficaram os pobres, cada vez mais iguais e cada vez mais pobres.

7 pensamentos sobre “O Senhor da Venezuela e os pobres

  1. Ricardo G. Francisco

    Pobrezinho aceito. Muito pobre mesmo, merece apoio de um potencial Chavez Tuga, dos sem petróleo. Baixo nível nunca.

  2. Reconheço que talvez tenha exagerado no “baixo nível”… Mas nem gosto do endeusamento de defuntos, nem de lhes mijar na campa no momento da partida. Simples questão higiénica…

  3. o fantasma

    Morreu.Pronto,É pena que os que por aí andam não lhe sigam o exemplo. Temos cá tantos,que não vejo motivo para se preocuparem com este.

  4. Marco

    Afinal o maldito Chavez, o ditador Chavez, a ameaça-à-democracia-Chavez era uma Isabel Jonet com poços de petróleo. As coisas que se aprendem neste blogue…

  5. A. R

    “Por último, pero no menos importante, el chavismo ha convertido a Venezuela en una de las economías menos libres del planeta. En concreto, se sitúa en el puesto 180 del mundo en cuando a facilidad para hacer negocios, según el Banco Mundial, tan sólo superado por otras superpotencias como el Congo, Eritrea, Chad y la República Centroafricana.”

  6. Ricardo G. Francisco

    Marco, a Isabel Jonet está à frente de uma organização que recebe bens dados de forma voluntária. O Chavez tira, à força via impostos, expropriou outros para distribuir.
    E o que é giro é ver a imprensa Portuguesa a louvar o Chavez e a criticar a Isabel Jonet. Tão giro que só por isso dá vontade de imigrar até que só ficam ladrões a roubar ladrões, que os que produzem não fazem cá falta.

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