Os elefantes são difíceis de enterrar

…e de repente descobrimos que um elefante branco da era socrática, que era suposto estar morto e enterrado, renasce das cinzas. Agora pela mão do mais recente monopolista por beneplácito estatal.

4 pensamentos sobre “Os elefantes são difíceis de enterrar

  1. josé M

    Aeroporto de Lisboa, porto da Trafaria (+túnel Algés – Trafaria) e terminais de cruzeiros, TGV para mercadorias (que obviamente depois lá mais para a frente permitirá que andem outros comboios para passageiros…), novos hospitais…, muitas dezenas de milhares de milhões de euros de despesa pública para arrancar daqui a um ano quando se começar a preparar as eleições e obviamente a crise tiver acabado na narrativa do governo (aliás já começaram a ensaiar a história, o problema é que a realidade teima em não colaborar). Portanto caro Miguel, parece que só você é que ainda não percebeu o esquema…

  2. Alexandre Carvalho da Silveira

    Se os franceses construirem o novo aeroporto, o pagarem, e o devolverem ao estado português dentro de 50 anos, quando acabar a concessão da ANA, qual é o problema? O unico senão que vejo assim à partida, é daqui a 50 anos os transportes aéreos, tal como os conhecemos agora, já serem obsoletos. Nesse caso, alguma utilidade lhe hádem, peço desculpa, lhe hão-de encontrar.

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