Nicho profissional em expansão

Activista profissional.

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5 thoughts on “Nicho profissional em expansão

  1. Lobo Ibérico

    Bem, como disse o Milton Friedman numa palestra, alguém recusaria ser tratado a um cancro a menos que o médico também o tivesse tido?

    Acho curioso que alguém tenha tempo/recursos para se dedicar a tempo inteiro ao activismo (independentemente da causa) mas apoio incondicionalmente o seu direito a expressar o seu ponto de vista, apesar de, muitas vezes, apontarem os canhões para o sítio errado.
    Percebo que o artigo tenta fazer sobressair aparentes contradições mas é um non sequitur. Lembra-me aquela pérola do Louçã, quando se virou para o Portas e disse-lhe que não tinha nada direito a tecer comentários a propósito da IVG porque era homem. Well, fuck you…

    Agora, o me faz mesmo saltar a tampa é isto:

    “”Nosotros hemos dicho siempre que a nadie le pusieron una pistola en la cabeza para que se hipotecara”, pero “hay que recordar que en aquel momento el 90% de la gente estaba en régimen de propiedad. Y esto no es porque la ambición les poseyera o la gente se volviera loca… En España se ha hecho una política pública agresiva, entre PSOE y PP, donde todos los incentivos eran para la compra y ninguna para el alquiler”, aclara. En cualquier caso, considera que “la hipoteca y el alquiler son dos caras de una misma moneda”.

    Como resultado, “todo te llevaba a comprar y nada a alquilar”, insiste. El alquiler era “caro, inestable y de mala calidad”. Señala que “el mensaje oficial era que la vivienda era una inversión segura y que alquilar era tirar el dinero. Te trataban de tonto. Era el mensaje de los medios de comunicación, poderes públicos y bancos. Nada incentivaba el alquiler”. Por ello, denuncia que “hubo desinformación masiva, por no hablar de engaño”. Un “engaño” que, al menos, no afectó a Colau directamente.”

    O Estado incentiva pessoas a tomar decisões erradas, segundo ela.
    Solução: pôr mais poder discricionário na mão do Estado.
    Seems legit.

  2. lucklucky

    “O Estado incentiva pessoas a tomar decisões erradas, segundo ela.
    Solução: pôr mais poder discricionário na mão do Estado.”

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