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Os sindicatos personificam hoje a ganância! Para eles uma empresa é uma fonte inesgotável de lucros sejam quais forem as condições económicas e os salários de que já beneficiam. Foi assim que o PREC arrasou a economia de Portugal e foi com sindicatos em greve permanente e reivindicações impossíveis que Allende levou o Chile a uma inflação pavorosa de 500% ao ano em menos de 3 anos.
Se o patrão é o estado “their fate is tied up” com o todo. O resultado está à vista.
Da mesma maneira que The employers are not conscious of the fact that their fate is tied up with the flowering of the wages of their employees…
Há que dizer a verdade sobre os sindicatos mais poderosos da União Europeia: não prestam.
São os piores inimigos dos trabalhadores. Quando a retórica – populista e torcida nas premissas – é a que é, e em Portugal é ainda mais severa e aguda que em outros países, os trabalhadores são enrodilhados num conjunto de soluções que os enfraquece a médio e longo prazos.
Basta, para quem entende economia, ouvir/ver as entrevistas dos grandes líderes socialistas/comunistas: mentem, e por isso usufruem de tempos cruéis que favorecem as suas organizações. Para a extrema-esquerda (e para a extrema-direita), a crise da dívida é bem-vinda: permite fornecer um contexto – falso – à retórica toda que os seus líderes vomitam sobre o país diariamente.
Pedido do ano: LIBERTEM O CONTRIBUINTE!
CLASSE MÉDIA DO SECTOR PRIVADO: ESCRAVA DO ESTADO!
No dia em que a classe média do sector privado for genuinamente representada a nível partidário, temam, pois vós que vivem à custa do dinheiro dos trabalhadores do privado e das micro e pequenas e médias empresas verão a vossa vida gratuita perecer.
“Os sindicatos personificam hoje a ganância!”
Exatamente. Assim se explica que os salários dos profs sejam acima da média europeia, que os salários da CP sejam acima da média europeia, que os salários da RTP sejam acima da média europeia, etc, etc. Foi a ganância dos sindicatos que levou Portugal à bancarrota. Quem tudo quer, tudo perde.
No “Liberdade para escolher” Friedman dedica um capítulo aos sindicatos onde está lá tudo e que devia ser leitura obrigatória; não vale a pena dizer mais nada.
Tina, permita-me que seja mais claro.
“Foi a ganância dos sindicatos” da função pública em parceria com governos fracos e/ou oportunistas “que levou” e está a levar “Portugal à bancarrota.”
Há dois tipos de sindicatos: os do privado e os do público. Os do privado, fraquíssimos em Portugal devido à desgovernação económica que culminou no enorme desemprego e por conseguinte na erosão do seu poder negocial, prejudicam precisamente, na big picture, os trabalhadores do privado porque ao exigirem mais salários de uma dada empresa e sector limitam o acesso a essa empresa e a esse sector de outros trabalhadores, além de que incentivam a mecanização/automatização. Os do público, inenarráveis na promoção da extorsão social a coberto de uma jacobina moralidade económico-social, constituem nada menos que uma máfia politicamente correcta que vive do trabalho dos outros, daqueles precisamente a quem dificulta e piora as condições de vida com impostos, greves, e os quais lhes sustentam salários comparativamente mais altos e “empregos” comparativamente menos custosos.
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