O Dragão Chinês

ChineseDragonEm 2012 – por coincidência o ano chinês do Dragão – a China tornou-se na maior potencial no comércio de bens do mundo ultrapassando os Estados Unidos que detinham essa posição desde o fim da Segunda Guerra Mundial.  O valor total de importações e exportações de bens Chineses atingiu os 3,87 triliões de dólares que supera os 3,82 triliões de dólares registados pelos Estados Unidos.

Em termos de balança comercial de bens a China regista em 2012 um saldo positivo de de 231,1 biliões de dólares enquanto que os Estados Unidos regista  um saldo negativo de 700 biliões de dólares.

8 pensamentos sobre “O Dragão Chinês

  1. Fernando Correia

    Infelizmente não dispomos de uma palavra para 10 à 9ª potência e, como a maior parte das pessoas deixa-se levar pela terminologia inglesa, fica sempre a dúvida quando se fala de biliões e triliões – de que se está efectivamente a falar? de 10 à 9ª potência, à 12ª potência? ou mesmo de 10 à 15ª potência?
    Mas não é sobre essa questão o meu comentário – o senhor João Cortez escreve “atingiu os 3,87 triliões de dólares que supera os 3,82 triliões de dólares registados pelos Estados Unidos” e a minha pergunta é – por que razão escreve atingiu os 3,87 triliões e supera os 3,82 triliões e não simplesmente atingiu 3,87 triliões e supera 3,82 triliões?

  2. No artigo, um trilião refere-se a 10 à potência de 12 (o trilião americano). Em relação à pergunta de porquê preceder os valores com artigo “os” acho que se trata de uma questão de estilo apenas.

  3. Joaquim Amado Lopes

    O artigo original (linkado) é em inglês e o artigo do João Cortez é em português. Não existe “o trilião americano”. Existem os termos ingleses/americanos “billion” e “trillion” que, em português, correspondem respectivamente a “mil milhões” e “bilião”.
    Se até quem sabe isto insiste em usar mal estes termos, a “dúvida” sobre se o autor sabe realmente o que cada um significa nunca deixará de existir.

    Já agora, o João não usa “puxar” para referir “o ‘push’ americano”, pois não?

  4. Jónatas

    Os custos sociais que a China está a ter com esta subida ao trono serão, seguramente, pagos com juros muito em breve. Isso devia alarmar-nos a todos.

  5. lucklucky

    Não esteve nada interessado nos “custos sociais” quando todos os Chineses eram pobres. Muito pobres.
    Também não está nada interessado na probreza da China Interior.
    O que o chateia é só uma coisa, os Chineses já não todos iguais.

  6. Jónatas

    Por acaso, está a falar com a pessoa errada que vivi muito tempo na China. É por isso que sei o que estou a dizer. Bem melhor do que pensa.

  7. lucklucky

    Não. Não sabe o que está dizer. Ou melhor sabe muito bem o que está dizer. Para si todos serem pobres não tem custos sociais.

    Nunca ouvi ou li alguém de Esquerda a falar dos “custos sociais” em Cuba, na RDA, na URSS e no restante Bloco de Leste, ou na Coreia do Norte.
    Por aí não há “custos sociais”. “custos sociais” só se for na Coreia do Sul.

    Os “custos sociais” aparecem sempre que aparece um pouco de diferença, de riqueza. Se for fora do Estado claro.
    Riqueza dentro do Estado é sempre bem vinda e nunca implica a mudança da narrativa para os “custos sociais”.

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