Seguro Promove Governo de Passos Coelho a Ultraliberal

António José Seguro no encerramento do congresso do PS/Açores, disse que Passos Coelho “quer um estado mínimo” e que o combate é “contra este Governo, o Governo mais ultraliberal” da história do país.

Não sei a que Passos Coelho ou a que governo é que o AJS se está a referir. Seria extremamente interessante perceber o que é que o AJS entende por “estado mínimo” ou por “governo ultraliberal”. Fico à espera dos esclarecimentos.

12 pensamentos sobre “Seguro Promove Governo de Passos Coelho a Ultraliberal

  1. Miguel P

    O “mal” tem que ter um nome, ficava mal acusar Passos Coelho de ser o governo mais socialista de sempre, além que traria muita confusão a muita santa gente 🙂

  2. JLeite

    Quem não sabe o que diz, diz coisas destas.
    Nunca o “estado” foi tão caro para o contribuinte, se isto é o “estado” dito mínimo promovido por um governo ultraliberal …

  3. lucklucky

    O “Estado Minímo” gasta mais de 50% do PIB, Impede os Portugueses de escolher o Médico e a Escola, tem metade das estações de TV e agência de comunicações.
    As regras e penalizações para se fazer alguma coisa cada dia se tornam piores. As taxas para qualqur papel declaração tornam-se proibitivas e este Estado Gigante que cada vez mais tudo controla é nas palavras dos Soci@listas: Minímo.

  4. lucklucky

    E depois temos a lista de Entidades, Comissões, Fundações, Observatórios, Provedorias, Centro de Estudos, Autoridade(Alta)…

  5. Lucas

    Quem quer testemulhar a existência de alguem que, ainda que de vez em quando, defenda o governo, não olha para o próprio governo ou para os partidos que o constituem, mas antes vem dar uma olhadela aos blogues ultraliberais. Portanto, por muito que me custe, não me resta senão concordar com a aquela mosca morta,

  6. mggomes

    Eu creio que António José Seguro foi mal interpretado.
    Se falhou, terá sido até por defeito.
    Afirma AJS que este governo quer um estado mínimo.
    Ora pois eu atrevo-me a dizer que este governo foi ainda mais longe: conseguiu um estado que não tem os mínimos!

    O que, infelizmente, é muito diferente de um estado mínimo…

  7. JLeite

    Portanto, “um estado que não tem os mínimos” mas que custa o máximo. Ao ponto de tirar ao pão da boca do contribuinte!
    Isto precisa não de uma volta mas de uma revolução.

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