6 pensamentos sobre “Esperemos que sim

  1. André

    A função dele é privada claro.

    A CGTP é uma empresa, pertencente a outra empresa, PCP, cujo grupo está a meter um buraco de 200.000€ por ano e como tal vai sofrer uma restructuração.

    Ironia das ironias, não falta muito tempo para meterem os pés pelas mãos.

    Voltando ao Arménio, tem de justificar o seu ordenado, vindo das quotas dos accionistas…

  2. Nuno

    Esta gente fala como se os “empregos” na FP ficassem de borla ao país! O que acontece aos empregos no sector privado, bem mais produtivos, com cada aumentos de impostos que tem de se fazer para sustentar isto?!?!

  3. Nuno

    Li agora que o sr. Carlos acha os despedimentos na FP “anticonstitucionais” (seja lá o que isso for). Eu pergunto, o tão propalado princípio da igualdade nada diz sobre este ponto em relação à diferença entre o privado e o público? Então um trabalhador privado pode ser despedido conforme as necessidades da sua empresa/sector num ambiente concorrencial, mas tem de para sempre suportar os encargos com os salários dos FPs! Haverá melhor retrato da disfuncionalidade da nossa Constituição?!

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