Ventos de cariz fascizante assolam o PCP

A religião tradição comunista não é o que já foi.

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8 thoughts on “Ventos de cariz fascizante assolam o PCP

  1. Comunista

    “PCP quer reduzir subvenções públicas anuais aos partidos

    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=354508&tm=9&layout=123&visual=61

    O PCP quer reduzir as subvenções públicas anuais aos partidos e as verbas atribuídas para as campanhas eleitorais. O líder parlamentar comunista, Bernardino Soares, revela a posição que o seu partido vai defender no debate desta quarta-feira no Parlamento.”

    (…)

    http://publico.pt/politica/noticia/pcp-quer-revisao-do-financiamento-dos-partidos-para-poder-contar-com-militantes-1347245

    “PCP quer revisão do financiamento dos partidos para poder contar com militantes

    O PCP propôs hoje a abertura imediata de um processo de revisão da lei do financiamento dos partidos, para “permitir que cada partido continue a ter o apoio dos seus militantes”. No entanto, o líder parlamentar comunista, Bernardino Soares, explicou que o objectivo é “uma lei mais democrática, sem abdicar do rigor”.

    A revisão, acrescentou Bernardino Soares, deverá ser aberta de imediato, para o processo estar concluído até ao final do ano e, assim, a nova legislação já estar em vigor nas próximas campanhas eleitorais europeias, legislativas e autárquicas que decorrem em 2009. “Não vejo razão para não estar tudo resolvido até ao final de 2008”, sublinhou, defendendo a revogação da actual legislação que tem “uma aplicação inaceitável”.

    “É uma lei que foi desde o início contestada pelo PCP”, recordou, considerando que se tratou de um diploma criado pelo PS, PSD e CDS-PP “para criar dificuldades ao PCP”, nomeadamente à realização da Festa do Avante, e aumentar as subvenções estatais.

    Questionado se o PCP irá apresentar alguma proposta de alteração à lei de financiamento dos partidos, o líder parlamentar do PCP disse que a bancada comunista está “preparada para o fazer”, mas defendeu que discussão deve ser feita de acordo com todos os partidos. “Não queremos uma lei aprovada apenas por parte dos partidos”, salientou.

    Numa nota de imprensa, o PCP reitera as críticas à actual legislação sobre o financiamento dos partidos, considerando necessário “corrigir as disposições absurdas, inaplicáveis e que atentam contra a liberdade de organização dos partidos que ela contém, mantendo em simultâneo elevadas exigências de fiscalização e transparência”.

    Orçamento de Estado

    Na nota, o PCP defende ainda que a alteração incluída no Orçamento do Estado para 2009 “se restrinja à substituição do salário mínimo nacional, enquanto valor de referência, pelo indexante de apoios sociais para o cálculo da subvenção estatal aos partidos com as necessárias adaptações em relação às matérias a que se aplica”.

    No comunicado, os comunistas reiteram também as críticas à legislação actualmente em vigor, “que limita as formas de financiamento baseadas na militância e na capacidade de iniciativa de cada partido”, lembrando que “a forma como os partidos se financiam está directamente ligada aos seus princípios básicos de organização e à sua orientação política e ideológica”.

    “Na realidade há grandes diferenças entre o PCP, que assegura o fundamental das suas receitas junto dos seus militantes e simpatizantes e através de iniciativas de carácter político que incluem uma vertente de angariação de fundos, e outros partidos que sempre dependeram de forma substancial da subvenção estatal e do apoio directo ou indirecto dos grandes interesses económicos”, referem os comunistas. Na nota, o PCP lembra também que o partido tem vindo a defender a revogação da actual lei, substituindo-a por um quadro legal que seja exigente na fiscalização, mas que respeite a liberdade de organização de cada partido.

    “Uma coisa é a transparência, outra é a arrogância e a prepotência, como se vê pelo absurdo de se querer proibir que, na Festa do “Avante!”, um café, ou qualquer outro produto, possa ser pago em dinheiro e impor o seu pagamento por cheque, multibanco ou transferência bancária”, referem. “O PCP sempre defendeu um rigoroso controlo sobre o financiamento dos partidos, que não se confunde com a ingerência na sua vida interna, tendo, por exemplo, estado muitos anos praticamente isolado na defesa da proibição de donativos por empresas, finalmente consagrada na lei na sua penúltima revisão”, acrescentam ainda os comunistas.”

  2. jsp

    Desde a falência dos patrocinadores internacionais que o ” espectáculo” tem vindo a perder, de forma contínua e gradual, cota de mercado. E a paupérrima qualidade dos artistas que se têm revesado perante o respeitável pública, não ajuda a melhorar o nível dos diversos números ( de ilusionismo, na esmagadora maioria…).
    Bem pelo contrário.

  3. Comunista

    Se assim é, se o PCP não tira vantagens da popularidade da sua festa e de suas iniciativas de recolha de fundos então os demais partidos não têm o que temer: que se diminua a subvenção estatal e que cada partido se financie junto de actividades com militantes e pessoas singulares – sem receber dinheiro de empresas que depois tem que beneficiar com negócios ruinosos para o Estado.

  4. A. R

    Quando investigam de onde veio o dinheiro para a Atalaia: mais conhecido por “muralha de aço connection”?

  5. lucklucky

    Já foi o mesmo com o Jornal O Diário.

    A Esquerda pode sempre fazer o que quiser. Como domina os jornais nada do que faz se torna num “Caso”.
    Nada do que a esquerda faz é repetido, 10x, 20x, 30x. Nenhum Director de Informação vai chamar alguém para analisar o caso.
    O caso é só uma nota de rodapé.

    Entretanto no ano passado foram despedidos 228000 funcionários publicos no Paraíso Cubano.
    Os postos de trabalho privados aumentaram 23%

    http://www.reuters.com/article/2012/12/27/cuba-economy-reform-idUSL1E8NQ23A20121227

    Dou aí uns 5 anos para Cuba se transformar numa ditadura normalíssima. E pouco mais anos para ter mais liberdade económica que o nosso regime proto-social-corporativo.
    Claro ainda terá os rituais religiosos, palavras sagradas e a cruz, perdão! a estrela vermelha mas não é mais do que Secularismo Comunista.

    A.R. também vem do dinheiro dos contribuintes. E claro os jornais estão na maioira silenciosos com o uso de materiais, trabalhadores e carros das Câmaras.

    Mas é normal, é a ideologia do regime, o que vale para o PCP vale para o BPN…

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