Pois, pois…

O Nicolau Santos só não explica como foi possível toda a equipa económica do Expresso caucionar o CV e as ideias de um burlão e se para ir ao “Expresso da Meia-Noite” basta apresentar-se na receção da SIC Notícias.

16 pensamentos sobre “Pois, pois…

  1. A. R

    É uma falha grave: um homem com tantos cargos como Sampaio e a Maria Barroso juntos, um curriculum como Mário Soares, uma lábia como o Vara e Augusto Santos Silva, um àvontade como Tino de Rans, uma linguagem de Jerónimo e uma lata como Valter Lemos só podiam ser “qualidades” a mais.

  2. rr

    A.R: e o relvas não era aldrabão? E o Dias Loureiro não é aldrabão? E o António Preto não é aldrabão? E o Costa Freire?
    Voce pensa que na direita não há aldrabões?
    Voces falam deste caso, mas nunca ouvi uma palavra acerca dos que citei atrás
    Porque será??

  3. A. R

    “Voce pensa que na direita não há aldrabões” caro RR não falei em aldrabões. Lamento que tenha acusado o toque

  4. rr

    Eu não acusei toque nenhum A.R. Apenas lhe perguntei se na direita onde voce milita politicamente, não há pessoas que mentem sobre o seu curriculo e outras coisas mai e piores.E eu lamento que tenha ficado incomodado pelo facto de lhe ter feito essa pergunta

  5. Rafael Ortega

    Que os jornalistas em geral são incompetentes já todos sabiamos.

    Que quando lhes dão uma opinião similar à sua (ainda para mais proferida por um académico) se babam todos, também.

    O homem tinha opiniões a roçar as do Bloco de Esquerda, logo era o sonho molhado de 90% dos jornalistas. Daí a montes de entrevistas é um salto.

    Do comunicado do Expresso gosto particularmente do ponto 3:

    “3. O Expresso, e eu em particular, errámos ao dar como adquirido que a informação que nos estava a ser prestada era fidedigna e não carecia de confirmação.”

    Claro, um tipo que ninguém conhece de lado nenhum, não vale a pena verificar se é quem diz ser…

    O ponto 7 acrescenta um lado cómico à história:

    “7.Artur Baptista da Silva intitula-se também professor em “Social Economics”, na Milton Wisconsin University, nos Estados Unidos da América. Consultados os sites alusivos aquela universidade constata-se que ela encerrou em 1982.”

  6. rr

    Miguel, eu referia-me ao A.R. Em relação a se apareceu cá alguma referencia aos ditos nomes que citei, pelo menos muito menos referencia do que nomes de esquerda
    Da minha parte, não tendo eu posição ideologica definida, digo que tanto num espaço politico como noutro, a charlatanice e outras atitudes menos éticas existem.

  7. economista

    Porque meia dúzia do Expresso foram enganados !… Não andam 10 milhões a ser enganados há já mais de 35 anos ? Burlão ? Mentiu ? Se disse verdades , é burlão ? Estamos tão acostumados às mentiras que até já chamamos burlão a quem nos diz verdades ! Chamar burlão a um não mentiroso !
    Castigat ridendo mores !…
    P.S.
    Não lamento não o ter ouvido …

  8. lucklucky

    “Da minha parte, não tendo eu posição ideologica definida, digo que tanto num espaço politico como noutro, a charlatanice e outras atitudes menos éticas existem.”

    E depois?
    Curioso é que você proteste contra os protestos contra o charlatão. Parece que ficou incomodado.

  9. lucklucky

    “O homem tinha opiniões a roçar as do Bloco de Esquerda, logo era o sonho molhado de 90% dos jornalistas. Daí a montes de entrevistas é um salto.”

    Ora bem.

  10. Cesamel

    Caríssimos, o que ganhou ABS com este protagonismo? Agitou o charco?
    Há verdade no que disse?
    Embora o mensageiro nao tenha os pergaminhos que disse as questões levantadas são elegíveis para discussão seria, política a parte?

  11. Miguel Noronha

    “Embora o mensageiro nao tenha os pergaminhos que disse as questões levantadas são elegíveis para discussão
    A tal “mensagem” é partilhado e discutida por muitos. Claro que como, felizmente, cada um pode dizer o que quer qualquer um pode continuar a repeti-la mesmo que a “narrativa” tenha diso desmontada e desmentida de forma aqui e noutros sítios.

    A diferença no caso do burlão é que (algumas calinadas extra à parte) muitos se apoiaram nos supostos pergaminhos académicos e profissionais para invocarem o chamado “argumento da autoridade”. Nicolau Santos foi um deles. Usou o burlão para provar a autenticidade de ideias que também partilhava. Esqueceu-se foi de verificar a autencidade da autoridade que invocava.

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