MNE torna Sexta Feira Santa e Dia da Paz opcionais

Notícia Sol. Excerto:

O decreto de lei do Governo sobre o novo regime laboral dos trabalhadores daqueles serviços externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), que está em discussão na Assembleia da República, determina expressamente que apenas o dia de Natal e o 10 de Junho, dia de Portugal, devam ser feriados.

Nos mercados internacionais existem poucos feriados comuns. Mas em todo o mundo ocidental há 3: Natal, Sexta Feira Santa e Dia da Paz (1 de Janeiro).

Portugal com esta medida torna 2 deles opcionais: o da Páscoa e o da Paz. Vou deixar para seres mais dados a escrever longas linhas sobre sentimentalismos uma análise mais extensa sobre esta decisão, mas não posso deixar de achar curioso o facto de a Paz ser agora opcional para Portugal, ou pelo menos para as suas representações no exterior.

Quanto aos restantes, são específicos do nosso país e mais queridos a um ou outro grupo específico, pelo que se compreende que sejam opcionais.

4 pensamentos sobre “MNE torna Sexta Feira Santa e Dia da Paz opcionais

  1. paam

    “Actualmente, as embaixadas beneficiam dos feriados a duplicar: os de Portugal e os do país onde se encontram.”

    Esses trabalhadores não deviam ter nenhum feriado nacional já que não se encontram a prestar serviço em Portugal. Tem toda a lógica que esses funcionários apenas usufruam dos feriados do país onde trabalham.

  2. António Dias Diogo

    Tem toda a razão e, para os países não-católicos, onde não se comemora o Natalis Sol Inuictus, o 25 de dezembro passa a ser um dia como os outros para os nossos funcionários católicos.

  3. Luís Lavoura

    A sexta-feira santa nunca foi feriado para os populares da aldeia do meu pai, uma terra muito católica da Bairrada. Eles normalmente trabalhavam nesse dia. O que não trabalhavam (e ainda hoje raramente trabalham) é na segunda-feira a seguir à pàscoa.
    Isto para dizer que a sexta-feira santa sempre foi opcional para muitos portugueses, incluindo católicos.

  4. Luís Lavoura

    António Dias Diogo,

    os imigrantes de leste que cá trabalham também não têm dia feriado no seu dia de natal. Não é tragédia nenhuma. Fazem a consoada como todo o resto do pessoal numa certa noite de janeiro. O natal é uma festa da família e dispensa bem o feriado.

    Quem escolhe trabalhar no estrangeiro, sujeita-se.

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