João Galamba escolhe a sua cereja

João Galamba no Diário Económico:

Se o Governo quer mesmo poupar as famílias e a economia a mais austeridade destrutiva, só lhe resta uma saída: renegociar o memorando.

É hoje uma evidência que a economia e as famílias portuguesas já não aguentam mais impostos. Mas não é correto pensar que isto justifica que se avance, rápido e em força, para cortes na despesa. A conclusão é outra: atingimos o limite de toda e qualquer austeridade, seja por via da receita, seja por via da despesa.

A ideia de que os cortes na despesa são menos penalizadores para a economia do que os aumentos de impostos não tem qualquer sustentação empírica. Num artigo publicado em julho deste ano – Successful Austerity in the United States, Europe and Japan – uma insuspeita equipa de investigadores do FMI analisou a história de programas de austeridade e chegou à conclusão contrária: cortes na despesa têm um efeito recessivo muito maior do que aumentos de impostos.

Os investigadores do FMI chegam mesmo a dizer que, por cada euro que é cortado na despesa, a economia pode contrair 2.6 euros, enquanto que, por cada euro a mais de impostos, a economia contrai apenas 0.35. Se aumentar impostos é mau, cortar na despesa, sobretudo no contexto atual, é ainda pior.

Por outro lado, quem defende cortes na despesa não parece perceber que o Estado Social é uma forma de institucionalizar a solidariedade entre todos os cidadãos: de cada um de acordo com as suas possibilidades contributivas, a cada um de acordo com as suas necessidades.

Paga quem pode, idealmente através de impostos progressivos; recebe quem precisa – quem precisa de cuidados de saúde, de uma escola para educar os seus filhos, de um subsídio desemprego, de uma pensão.

Ora, cortar na despesa, como o Governo tem vindo a fazer, ou instituir um “sistema de financiamento mais repartido”, como defendeu Passos Coelho em entrevista à TVI, não são formas de evitar que as famílias paguem mais impostos. São, isso sim, o mais injusto e regressivo dos impostos, porque se ataca o rendimento, em dinheiro ou em espécie, das famílias de classe média e das de rendimentos mais baixos, que são quem mais beneficia do Estado Social.

A refundação do Estado Social de que fala o Governo pode ser muita coisa, mas não é certamente nem mais justa nem menos recessiva do que tudo o que este Governo tem feito deste que ganhou as eleições.

Se o Governo quer mesmo poupar as famílias e a economia a mais austeridade destrutiva, só lhe resta uma saída: renegociar o memorando. Até lá, resta-nos ir à boleia das sucessivas renegociações que vão sendo feitas pelos gregos.

João Galamba, Deputado pelo PS

João Galamba tem aquele tipo de ignorância que é perigosa.

Perigosaporque foi ela que nos trouxe aqui: mais endividados, com um enorme sector improdutivo para sustentar, e com um crescimento económico quase nulo na última década.

Perigosa, porque pretende resolver uma crise de crédito com mais crédito (sim, porque menos impostos e mais receitas levam a um gap que tem de ser financiado).

Perigosa, porque não é séria – não se importando de usar como método a escolha de um relatório contrário à generalidade dos estudos do FMI que, como sabe (ou deveria saber) qualquer cidadão que viva num país intervencionado, levaram à política que o FMI impõe nos países de equilíbrio orçamental.

Perigosa, porque ignora que a potência que está a contrair o Estado (China) está a crescer e a potência que está a expandir o Estado (EUA) está em plena “década perdida” de crescimento (repetindo o erro Japonês).

Perigosa, porque provoca o efeito de desmoralizar quem trabalha e se esforça e incentiva a preguiça, como se fosse possível o crescimento económico se nós todos fizéssemos greve de zelo e vivêssemos do crédito.

João Galamba só pensa em si e nos ganhos políticos que espera obter de ser o próximo mentiroso-mor de Portugal. Uma aspiração que acho que ele é livre de ter, mas que espero sinceramente que não venha a obter.
É que o país ainda está a recuperar do último estimulador que lá esteve e para problemas já nos chegam as fraquezas dos partidos que supostamente lá colocamos para cortar na despesa.

https://i0.wp.com/www.vamworld.com/file/view/cherry.jpg/371253746/cherry.jpg

https://i1.wp.com/economico.sapo.pt/public/uploads/authors/joao_galamba.jpg Cherry Picking é a escolha de um caso contrário por conveniência.

Leituras complementares:  A cereja de GalambaCondições Gregas para Portugal?

24 pensamentos sobre “João Galamba escolhe a sua cereja

  1. Paulo Pereira

    Se manter o desperdicio na despesa publica é um erro, manter os impostos nos niveis previstos para 2013 é um erro igual ou maior.

    É impossivel querer atingir um deficit publico de 4,5% em 2013 e muito mais impossivel descer para 3% , quando o sector privado está em contração.

    É mera logica elementar.

    Por isso só resta o crescimento economico como alternativa. Ou seja “There Is No Alternative ( TINA ) ” ao crescimento económico.

  2. Sérgio

    O Galamba tem opiniões perigosas mas ele sabe muito bem que sabem a mel na cabeça dos tolos: mais despesa (desculpe, investimento) estatal, mais riqueza, o paraíso para todos. Se falhar, arranja-se alguém a deitar a culpa: Moody´s, Merkel, judeus, Vaticano, predadores do espaço…

  3. jhb

    Confesso que ao ler este post esperava uma refutação ao tal relatório do FMI baseada em factos ou em algum erro metodológico, mas não, parece que o relatório está errado
    porque não chega às conclusões certas…

  4. Sérgio

    Confesso que li o título do post e li Galamba e cereja. Era disto que estava à espera de ler e também a opinião do autor. São feitos 100 relatórios por dia, sobretudo por aqueles que gostam de desmentir o senso comum! O mexicano do FMI e da IS também veio cá com os seus relatórios apoiar o Sócrates!

  5. Lucas Galuxo

    “Perigosa, porque ignora que a potência que está a contrair o Estado (China) está a crescer e a potência que está a expandir o Estado (EUA) está em plena “década perdida” de crescimento”

    Como se fosse o mesmo crescer a partir de um PIB per capita de 5000 US$ ou de 48000 US$.
    Cherry Picking, diz ele.

  6. JP

    Perigosa, porque não é por acaso que omite o primeiro factor a considerar numa hipótese proposta: cálculo do impacto negativo que causaria de imediato a Portugal, sem truques.
    Perigosa, porque deixa transparecer o que está à vista: este tipo de argumentação serve a demagogos, a pessoas sem escrúpulos, e a votos e lugares na AR, não a Portugal.
    Perigosa, porque, desesperada e em estado de necessidade, o povo faz asneiras que só vê e compreende anos depois (Aeroporto de Beja, estádios Euro 2004, Magalhães, fontes luminosas, etc).
    Perigosa, porque revela que não mudou nada, não vai mudar nunca nem quer mudar.
    Perigosa, porque a ignorância de Galamba é daquela que se aprende nas escolas de manhas dos partidos e ele sabe muito bem o que está a fazer, e porquê.

  7. JP

    Perigosa, porque o PS até relatórios da OCDE inventa, anuncia, cita, apresenta e aplaude.
    E quando é apanhado, vai emendar o texto do site, retira o que dizia expressamente e depois aparece na televisão a afirmar que nunca o disse.

  8. Duvmet

    “de cada um de acordo com as suas possibilidades, a cada um de acordo com as suas necessidades.”

    Está aqui o salmo nº 1 do marxismo, Galamba mostra que o PS afinal não rasgou o marxismo.

    Vamos imaginar um mundo assim, à João Karl Galamba.

    Como seria decidido o que ganha cada um? Um médico, ganharia o mesmo que um varredor? Segundo a tese João Galamba/Karl Marx, sim, se as suas necessidades fossem iguais. Mas quem decidiria isso? Os próprios? Não pode ser.
    Não é ser pessimista, derrotista e neoliberal, mas já estou a ver o meu vizinho a querer um carro com mais cagança que o meu, porque acha que as suas necessidades são maiores.
    E a plantar uma iluminação de Natal mais feérica que a minha, o grande sacana; E a fazer-se à boazona da Alice, que apesar de proletária, e com boas possibilidades, não abdica do seu direito de fazer certas e determinadas escolhas, completamente indiferente às minhas necessidades.

    Como se vê, teria de se constituir um Comité de Avaliação de Necessidades e pode-se já imaginar que os escolhidos para esse comité não estariam mal de todo. Poderiam até sobreavaliar as suas necessidades, quem sabe? O João Galamba, por exemplo, poderia determinar que as suas necessidades são maiores que as minhas, logo deveria ganhar mais. Lá está, “a cada um segundo as suas necessidades”.

    Mas então, pergunto eu, que sou um reaccionário e um incréu, porque é que um médico, cujo rendimento depende das suas necessidades e não das suas possibilidades, haverá de matar a cabeça a estudar e a trabalhar? A resposta está na máxima “ de acordo com as suas possibilidades”. O médico é mais capacitado, tem mais possibilidades, deve trabalhar mais.
    Para evitar que o médico avalie por baixo as suas possibilidades, já que não quer trabalhar mais por menos, teria de se constituir um Comité de Avaliação das Possibilidades. E não repugna a ninguém que os membros desse Comité, entre os quais o Galamba, subavaliassem as suas próprias possibilidades, com a concomitante redução da sua carga de trabalho. O médico, obviamente, tem mais possibilidades que o varredor, o que implica que deve trabalhar mais.

    Claro que a subjectiva subavaliação das possibilidades e superavaliação das necessidades teriam de ser exemplarmente punidas, para evitar que se sabotasse o sistema. Haveria pois que constitui um Comité de Reeducação, onde tipos que arranjam atestados médicos para provarem mais necessidades e menos possibilidades, seriam internados ou reciclados, por decisão dos Galambas de serviço, superiormente dirigidos pelo braço armado do Comité de Defesa da Revolução.
    Coisa aborrecida, porque lá estaria o Tio Marx a revolver-se na tumba e a apontar a porra da luta de classes outra vez, agora a levantar a sua cabeçorra imunda no próprio seio da comunidade proletária.
    Uma chatice esta coisa das utopias proletárias! Parecem fantásticas até a gente começar a magicar nelas. O melhor é não pensar, para não baralhar as certezas, como faz uma certa malta que anda para aí aos pinotes, ardendo no desejo de dar cabo dos capitalistas e dos neoliberais, fazendo a revolução possível, tomando a bastilha todos os dias, destruindo calçadas e contentores de lixo a seguir ao almoço, e contemplando a face resplandecente dos grandes profetas proletários, como o Senhor Arménio, o Sr Fazenda, o Camarada Jerónimo e o Dr Galamba, em pulgas para fazerem parte dos tais Comités.

  9. APC

    jhb, você é parvo, onde diz o autor que o relatório está errado? O autor alerta que curar crédito com crédito, entre outras coisas (estúpido vem-me à cabeça), é perigoso e que existem outros relatórios do FMI com conclusões que são muito distintas deste em particular.

    Além do mais, que os Estados Unidos estão claramente numa fase de estagflação e a entrar na sua década perdida precisamente com a receita do Galamba não creio haver grande dúvida, 10 triliões em 4 anos para crescer 2% ao ano? Vão continuar a injectar e injectar e… injectar mais um bocadinho, para que? A última ronda de QE(ternity) pouco ou nada trouxe, nem às acções chegou. O Japão é um bom exemplo de resultados desta política da parvalheira. Ainda estou à espera da maravilha do crescimento económico que o Japão vai ser agora que se vão reconstruir depois do terramoto/tsunami, vai ser tudo cor de rosa…not.

  10. jhb

    APC, parvo é você. Além disso, é idiota porque não entendeu sequer a natureza do meu comentário. Passo a explicar ao nível de uma criança de 10 anos, a ver se entende: o autor diz que a posição do João Galamba não é séria, entre outras coisas, porque ele cita um relatório do FMI que chega a conclusões contrárias à
    generalidade dos trabalhos publica dos pelo FMI. Ponto. Eu comentei apenas que se o autor queria refutar a posição do João Galamba, devia começar por mostrar que o relatório em que este baseia
    a sua posição está errado ou incorreto e que as conclusões do mesmo não procedem.

    Precisa de um desenho?

  11. vivendipt

    Por Leandro Roque (Instituto Mises Brasil)

    Há quatro maneiras de se fazer austeridade:

    1) Aumentar impostos e cortar gastos;

    2) Aumentar impostos e manter gastos inalterados;

    3) Manter impostos inalterados e cortar gastos;

    4) Reduzir impostos e cortar gastos em uma intensidade maior do que o corte de impostos;

    A primeira é a que gera uma recessão mais intensa. De um lado, o corte de gastos debilita aquelas empresas que dependem do governo, o que é bom; mas, de outro, o aumento de impostos confisca ainda mais capital da sociedade, mais especificamente do setor produtivo, que é justamente quem absorveria a mão-de-obra demitida das empresas que faliram em decorrência dos cortes de gastos do governo. Você tem, portanto, o pior dos dois mundos. Aumento do desemprego, população com menor poder de compra, e setor privado sem capital para contratar. É isso que a Europa está a fazer.

    A segunda maneira, ao contrário do que se supõe, é a pior. O governo aumenta o confisco do capital do setor privado, mas continua dando sustentação às empresas ineficientes, que também consomem capital do setor produtivo. A recessão neste caso é menos intensa, mas os desequilíbrios de longo prazo não são corrigidos. A economia fica com menos capital, mas as empresas ineficientes seguem firmes, pois seu cliente é o governo, que continua gastando. No final, tal medida serviu apenas para aumentar o consumo de capital de toda a sociedade.

    A terceira maneira é melhor que a primeira e a segunda. O governo continua a confiscar capital, é verdade, mas ao menos liberou outros recursos por meio da falência de empresas que só sobreviviam em decorrência de seus gastos. Em termos de recessão, é mais branda que a primeira e semelhante à segunda.

    A quarta maneira é a maneira correta de se fazer austeridade. A redução de gastos do governo faz com que empresas ineficientes que dependem do governo sejam reformuladas (ou quebrem) e liberam mão-de-obra e recursos escassos para empreendimentos produtivos e genuinamente demandados pelos cidadãos. E as empresas responsáveis por esses empreendimentos produtivos terão mais facilidade para contratar essa mão-de-obra demitida porque, em decorrência da redução nos impostos, elas agora têm mais capital e seus consumidores, mais poder de compra.
    Além de não provocar uma recessão profunda — haverá recessão apenas se o governo impuser medidas que retardem a realocação de mão-de-obra de um setor para o outro (por exemplo, aumentando o seguro-desemprego ou o salário mínimo, ou impondo altos encargos sociais que encareçam o processo de demissão e contratação) —, esta maneira é a única que reduz duplamente o desperdício de capital e, com isso, permite uma maior acumulação de capital. Maior acumulação de capital significa maior abundância de bens produzidos no futuro. E maior abundância de bens significa maior qualidade de vida.
    Portanto, há austeridade e “austeridades”. A melhor maneira é também a menos indolor e a mais propícia ao enriquecimento futuro de uma sociedade. É injustificável não adotá-la.

  12. ricardo saramago

    Ó vivendipt!
    Você usa muito as palavras “capital”, “bens produzidos”,”futuro”, “confisco”.
    Isso cheira que tresanda a neoliberalismo.
    Nós queremos é dinheiro com fartura a circular, empregos no Estado, muitas políticas, incentivos, e impostos sobre os ricos e a banca.
    Nós não produzimos riqueza, não queremos produzir e temos raiva a quem produz.
    No nosso reino das fadas e dos duendes, as pessoas são felizes, o governo olha por elas. Dá dinheiro a quem se porta bem, educa-lhes os filhos, trata-lhes das doenças, paga os funerais.
    Não são precisas empresas nem empregos para nada.
    Nós produzimos riqueza com impostos, regulamentos e dinheiro emprestado.
    Como explicou o camarada Mário, o dinheiro do Estado nunca acaba.

  13. Duvmet

    “Dá dinheiro a quem se porta bem”

    Não, segundo a tese do João Galamba, o dinheiro é para quem tiver “necessidades”. A cada um segundo as suas necessidades, escreveu o Galamba.
    Assim o dinheiro é para quem puder provar ter mais necessidades. As pessoas não irão apresentar as suas aptidões, qualificações, especializações, mas sim as suas necessidades. Ah, e tal, eu peso 150 Kg. Então tens mais necessidades que um tipo que pesa 60. Logo mereces mais.
    O que é óbvio porque a quem apresentar um bom currículo, será exigido mais . De cada um segundo as suas possibilidades, garantiu o Galamba. Mas não lhes será dado mais, porque isso tem a ver com as necessidades. Na verdade se trabalharem mais, terão até menos tempo livre, serão mais magros, logo terão menos necessidades.

    Ora isto até não parece mau de todo. A malta na escola em vez de andar a esforçar-se para ganhar qualificações, fará tudo para não as ter, de modo a maximizar as suas necessidades que, essas sim, lhe garantem pão na mesa, como explicou, e muito bem, o Dr Galamba.

  14. Sérgio

    Ricardo saramago, tudo correcto. Acrescento que vem depois o PS, e uma comissãozinha sobre o imposto de todos e todos são felizes, sobretudo os amigos!

  15. APC

    ” Passo a explicar ao nível de uma criança de 10 anos, a ver se entende: o autor diz que a posição do João Galamba não é séria, entre outras coisas, porque ele cita um relatório do FMI que chega a conclusões contrárias à
    generalidade dos trabalhos publica dos pelo FMI. Ponto. Eu comentei apenas que se o autor queria refutar a posição do João Galamba, devia começar por mostrar que o relatório em que este baseia
    a sua posição está errado ou incorreto e que as conclusões do mesmo não procedem.”

    E o seu comentário anterior diz;

    “Confesso que ao ler este post esperava uma refutação ao tal relatório do FMI baseada em factos ou em algum erro metodológico, mas não, parece que o relatório está errado
    porque não chega às conclusões certas…”

    A sua intenção podia ser a que declara, mas para isso tem de escrever claramente o que não fez, até lá, passe bem e não se deixe arreliar com comentários em blogs que esta a perder o seu tempo. 😛

  16. Pingback: A Cereja de Galamba « Ricardo Campelo de Magalhães

  17. Joaquim Amado Lopes

    vivendipt (13),
    A quarta maneira está muito bem se as necessidades de financiamento imediato do Estado o permitirem. É que a redução da despesa demora normalmente muito mais tempo a produzir resultados do que o aumento dos impostos e, entretanto, há contas para pagar.
    Tivesse isso sido feito há 3 ou 4 anos (preferencialmente há muitos mais) e seria possível. Na situação em que estamos e com poucos a aceitarem quaisquer reduções de despesa, a melhor opção não é sequer opção.

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  20. economista

    FRASES LAPIDARES
    Para um Governo competente e responsável , a EDUCAÇÃO , a Saúde e a Segurança Social , são intocáveis(excepto para melhorar …) .
    “NÃO TEMOS MEDO DOS MERCADOS , ELES QUE PAGUEM A CRISE”
    E ninguém há-de morrer de fome num País com mais ovelhas que Gente e mais canas de pesca que telemóveis” .
    (OLAFUR GRIMSSON – Presidente da ISLÂNDIA)
    E deixa o aviso :
    Não será encerrada nenhuma Escola , um Infantário ou um Hospital para pagamento das “ aventuras e cowboiadas” da Banca e da Bolsa” .
    N.B. E quando se insulta os mercados o resultado é 4 anos após a crise ,é o País que mais está a crescer na Europa , tendo o Desemprego caido e 14% para 7% e a Divida Externa desceu apenas para 30% do PIB !…
    “Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência.”
    – Henry Ford

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