Os lapsos de João Miguel Tavares

João Miguel Tavares, na última edição do Governo Sombra, referiu por duas vezes ideias partilhadas aqui nO Insurgente durante a semana passada (especificamente neste e neste posts). Não foi a primeira vez que tal aconteceu e, obviamente, é algo que nos deixa satisfeitos. Porém, ao contrário do que ele e os colegas fazem quando referenciam uma opinião publicada num jornal, mais uma vez se esqueceu de mencionar onde tinha lido as opiniões que citou. Tenho a certeza que terá sido, mais uma vez, por lapso ou esquecimento e não por falta de respeito ou integridade profissional que o fez.

5 pensamentos sobre “Os lapsos de João Miguel Tavares

  1. Carlos Guimarães Pinto

    Sim, o que mais se viu por aí a semana passada foi colunistas a colocarem em causa o direito à greve e a proporem Vale e Azevedo para negociador da troika.

  2. Hummm… por acaso, parece-me (do que me lembro) que as opiniões não tinham exactamente os mesmos argumentos e que O Insurgente não é o único blog, internauta ou o que seja a questionar os moldes das greves, sobretudo de serviços públicos que condicionem de forma grave outras actividades económicas*:

    Agora, se ele veio retirar daqui as opiniões… epá, não sei. Sobre o Vale e Azevedo confesso que não me lembro dessa parte do programa, mas até nisso poderia surgir facilmente piadas pouco originais (Vale e Azevedo chega no dia da Merkel, quando estamos sob a alçada da troika… um humorista rapidamente deve-se lembrar de qualquer coisa).

    * Nota: e a actividade da educação, que ele deu, parece-me um mau exemplo. O exemplo normalmente dado é a questão dos transportes e os moldes/limites em que pode ser feito… já que um transporte, sim, condiciona de forma muito influente outras actividades económicas.

  3. Miguel A. Baptista

    Em Portugal usa-se e abusa-se do plágio quer no meio académico quer em artigos de opinião, tal facto como é evidente é grave. Num programa de rádio, que mistura análise política com alguma (muita) dose de humor, não me parece grave. Citar as fontes iria fazer com que o programa perdesse ritmo e espontaneidade.

    No entanto estamos de acordo que O Insurgente é um excelente “food for thought”.

  4. Carlos Guimarães Pinto

    Miguel, de acordo. Mas h]a uma dualidade de critérios. No mesmo programa referiram um artigo do Henrique Monteiro para sustentar uma piada. E aí não hesitaram em dizer de quem era e onde tinha sido escrito esse artigo, e nem por isso se perdeu a piada. Por qualquer motivo, e o JMT não é dos piores exemplos, parece haver um maior inclinação para esquecer nomear autores quando eles escrevem em blogs.

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