Ron Paul: Election shows U.S. ‘far gone’

Notícia Washington Times:

Rep. Ron Paul, whose maverick presidential bids shook the GOP, said in the wake of this week’s elections that the country has already veered over the fiscal cliff and he sees no chance of righting ship in a country where too many people are dependent on government.

“We’re so far gone. We’re over the cliff,” the Texas Republican told Bloomberg Television’s “In the Loop” program. “We cannot get enough people in Congress in the next 5-10 years who will do wise things.” The video can be seen here.

Mr. Paul, who is retiring after 12 terms in the House, said voters on Tuesday rejected Mitt Romney because he had opposed the government bailout of General Motors and Chrysler.

The people in the Midwest voted against him: ‘Oh, we have to be taken care of!’ So that vote was sort of like what we are laughing at in Greece,” Mr. Paul said.

“People do not want anything cut,” he said. “They want all the bailouts to come. They want the Fed to keep printing the money. And they don’t believe that we’ve gone off the cliff or are close to going off the cliff. They think we can patch it over, that we can somehow come up with some magic solution. But you can’t have a budgetary solution if you don’t change what the role of government should be. As long as you think we have to police the world and run this welfare state, all we are going to argue about is who will get the loot.”

16 pensamentos sobre “Ron Paul: Election shows U.S. ‘far gone’

  1. João

    Dr. Ron Paul, como sempre, em toda a razão. Assim como previu o rebentamento da bolha imobiliária em 2001, 7 anos antes desta acontecer, perante o congresso, prevê de facto o colapso desta política de Estados providencia, cuja única solução é imprimir dinheiro até ao colapso final. Infelizmente, daqui a muitos anos, quando estudarem o final do séc XX e inicio do séc XXI, os historiadores e economistas do futuro não vão perceber como é que esta gente se atirou para um precipício tal como lemmings num caminho para o suicídio generalizado. É incrível como neste país não existe sequer um economista, de todos os que vão à televisão regurgitar opiniões recauchutadas e dogmas ideológicos ultrapassados, que mencione a escola austríaca de pensamento económico. Noutros países há um ressurgimento enorme e a consciência de que Carl Menger, Eugen von Böhm-Bawerk, Friederich von Wieser, Ludwig von Mises entre outros tinham razão.

    João

  2. João

    Eu sabia que a Alemanha se tinha esquivado das indemnizações da segunda grande guerra. Provavelmente pensou-se que como as indemnizações da primeira guerra e o Tratado de Versalhes levou a uma humilhação tamanha da Alemanha, e que esse facto ajudou a subida de Hitler ao poder, que na WWII evitaram cair no mesmo “erro”. Todavia não tinha ideia da profundidade e do impacto desta divida na história recente económica. Excelente link Ricardo. Obrigado

  3. Ele é o nosso Medina Carreira. As pessoas não lhe darão atenção, até ser tarde demais. Aliás, até agora já é tarde demais, ao ritmo que a dívida está a subir e com o inútil do Obama daqui a 3 anos estarão em sérios apuros. Será outra grande depressão para eles, porque ninguém terá dinheiro para lhes emprestar. O que Obama está a fazer agora é adiar os sacrifícios, que virão mais tarde em duplicado devido aos juros.

  4. O que é interessante verificar, é que o socialismo nos EUA durou tão pouco tempo. Um 2 mandatos de Obama, that´s all. A razão é que sendo uma nação muito grande, não podem de maneira alguma viver com o dinheiro dos outros.

  5. lucklucky

    Obama foi o José Sócrates dos EUA, Os paralelismo aliás são chocantes. O que os diferencia é que Sócrates não tinha poder sobre a moeda.

  6. O que eu acho engraçado lucky one, é que eu digo isso a colegas meus do PSD e eles continuam a achar isso exagerado e a apoiar o Obama. Eu fico chocado, mas eles acham isso normal e mudam de tópico como quem: “vamos falar de algo que realmente seja interessante, como quem vai ao próximo congresso da JSD por este concelho”…

  7. JS

    #8 LL, Exactamente. E o que vai (está a) acontecer ao $Dolar/Obama ?…
    Visto que a Sra. Merkel não ligou nenhum às iluminadas instruções do Srs. Mario Soares, Cavaco SIlva e Draghi, um dia destes ainda teremos (malgré tout…) um €Euro moeda -relativamente- “forte”!?.

  8. “Eu fico chocado, mas eles acham isso normal e mudam de tópico como quem”

    Eu também acho isso fantástico. Pessoas, que em princípio são minimamente informadas, não se dão conta do que está a acontecer nos EUA.

    Concordo com JS. Ao fim de 4 anos, graças a Merkel a Europa terá recuperado e os EUA estarão a bater no fundo graças a Obama.

  9. João

    Social-democracia ou socialismo é a mesma coisa Ricardo Magalhães. É por isso que os seus colegas não querem debater o assunto. Políticas socialistas ou sociais-democratas são a mesma coisa. Concedo que possam ter um peso ideológico diferente, sendo a social-democracia, na teoria, mais moderada ( o que quer que isto signifique!). O problema dos moderados , ou melhor, dos políticos moderados (PSDs e PSs são tidos como mais moderados que os fundamentalistas comunistas ou ou das direitas extremistas) é que os extremistas, i.e do PC, assumem que querem um Estado pesado, controlador, economias controladas e planificadas, saúde gratuita, educação gratuita etc.. Os moderados querem exactamente a mesma coisa, são mais do mesmo, mas apresentam as suas ideias mascaradas na capa de uma moderação, compromissos bi-partidários (entre PS e PSD entenda-se) e encontrar as chamadas plataformas de comum acordo ou entendimento. Os moderados estão convencidos que são os salvadores da pátria. Eles conseguem de certa forma salvar-nos das grandes diferenças filosóficas dos extremos. O problema é que essas diferenças são importantes e ajudam a clarificar as posições. Quem sabe qual é a diferença do PS e do PSD nos assuntos que realmente interessam? Eu não sei. Quando um membro do PS e do PSD se encontram deviam dizer, Hello my brother from another mother!
    Progresso genuíno requer confrontação de ideias, não compromisso. Discussão seria e honesta sobre economia e do papel do estado e do governo. É preciso políticos com convicções e princípios fortes e que não cheguem a acordo comprometendo os seus valores essenciais como acontece como os “moderados”. É muito mau quando já princípios fortes podemos esperar dos nossos políticos. A ideia de liberdade e do que ela significa é antitética com compromisso com chegar a plataformas comuns. Há muito poucas coisas em que os dois partidos concordam que sejam bom para o país.
    Por isso não fique chocado com o apoio de Obama pelos seus colegas, afinal sao brothers from another mother.

  10. João

    Onde se lê ” jà princípios fortes” deverá ler-se ” já nem princípios fortes”. Desculpem a gralha.

  11. Nuno

    Apesar dos desvarios anti-capitalistas, a verdade é que desde o final da II Guerra Mundial o peso do Estado não cessa de aumentar na maioria dos países ocidentais. Pelo próprio funcionamento da democracia, sistema em que a maioria dita as regras, a situação só é passível de ser resolvida através da bancarrota e do completo falhanço monetário. Só quando não houver dinheiro para redistribuir ou ele não valer nada será possível voltar a colocar o Estado dentro da “garrafa”.

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