A Eterna Indefinição do PSD

A indefinição política tem sido uma constante ao longo a curta vida democrática em Portugal. Principalmente da parte dos partidos da chamada “Direita”. Hoje, esta está patente no abismo que separa as acções da coligação do seu programa, os discursos dos ministros das suas propostas e na própria dualidade das reacções dos militantes de ambos os partidos. Os próprios nomes são confusos. Partido Social Democrata e Centro Democrático Social. O PSD, principalmente, tem sido um case study até por académicos estrangeiros. As suas características de catch all party apresentam vantagens e destanvagens. A principal vantagem é a sua capacidade em captar uma massa significativa de quadros dos vários quadrantes políticos que o compõem, com opções políticas totalmente distintas (eu próprio já fui militante do PSD).

Mas o mais significativo e que o distingue de muitos dos partidos estrangeiros à Direita são as constantes jogadas e alinhamentos, imprevisíveis e que superam em muito a fixação ideológica. E aí temos um Passos Coelho na sua primeira candidatura, por exemplo. Apresentou um programa de cariz bastante liberalizante, incluíndo o cheque-saúde e o cheque-ensino e um leque de privatizações, CGD incluída. Curiosamente o seu principal apoiante em termos de “barões” foi precisamente Luís Felipe Menezes, assumidamente de “Centro-Esquerda” e Social Democrata – a adjectivação é sua – e com uma política autárquica que faz jus à sua posição política. Muito poderia ser dito sobre estas jogadas, que são típicas da política. O que surpreende é a escala e a frequência com que acontecem neste caso. Erradamente, a constituíção do PSD como um partido em que entram pessoas de todos os quadrantes é atribuída ao Cavaquismo.

Eu discordo. É verdade que desde esse período existiu uma abertura a novos militantes e uma idefinição ideológica bastante rara. É certo que a estranha fusão entre keynesianismo económico, expansão do estado social e conservadorismo social faz parte dessa indefinição. E está claro um partido cujos presidentes nas últimas décadas tiveram propostas que vão desde um choque no IRS a aumentar o mesmo tem sérias dificildades é seguir uma linha.

Mas retornemos à sua fundação. Os dois primeiros anos de vida deste partido foram de caos. Sá Carneiro, muitas vezes tido como um líder estabelecido ficou perto de perder o primeiro congresso do, à época, PPD – estes acontecimentos estão muito bem detalhados nos dois volumes de “A Revolução e o Nascimento do PPD”, por Marcelo Rebelo de Sousa. Não perdeu por mérito de alguns dos seus apoiantes à esquerda, como Marcelo Rebelo de Sousa e pela sua habilidade em criar consensos – cuja falta normalmente lhe é atribuída. A outra facção, liderada por Jorge Sá Borges, daria muitas dores de cabeça, até à primeira cisão do partido em finais de 75. Antes, Emídio Guerreiro, esquerdista ferrenho – até para a ala mais à esquerda da JSD, que por sinal expunha bustos de Marx nos Congressos – assumiria a presidência do Partido. E durante o resto da década assistiríamos a diversos cenários de guerrilha interna e grandes ou pequenas cisões. O clima constante de divergência interna, nos temos em que o observamos no PPD\PSD não resulta apenas do habitual debate democrático, resulta, de facto, da mistura de gentes com pensamentos demasiado diferentes para se sentarem à mesma mesa, interesses esses apenas arrefecidos por interesses pessoais ou políticos. Há que recordar que, por exemplo, a facção que os Sá Carneiristas combatiam em 74\75 defendia uma coligação com – pasme-se – o PCP. Há que ter em conta que as Opções Inadiáveis de 78 defendiam a reafirmação do “cariz Social-Democrata” do paritdo e do pedido que o PPD havia feito para se filiar na Internacional Socialista. E o próprio desconforto em relação à área Balsemista, por parte dos principais Sá Carneiristas – como Rebelo de Sousa ou Helena Roseta – e mesmo de Cavaco Silva, durante a AD-pós Sá Carneiro demonstra um período em constante crise. Sá Carneiro teve muitas culpas no cartório. Os seus constantes zigue-zagues políticos, que foram desde o modelo sueco – bastante estatizante à altura – até encabeçar um programa de cariz liberalizante com a AD – para logo de seguida meter parte dele na gaveta. A incapacidade do seu Governo e do seguinte em conter a despesa foi uma causa directa da intervenção do FMI. Se tivesse criado um novo partido, como muitas vezes afirmou ou definido realmente o PSD – causando uma nova cisão – a política em Portugal teria sido muito diferente e, provavelmente, muitos erros derivados de certas escolhas eleitorais não teriam acontecido. Mas não, a confusão manteve-se.

Até o  nome, como disse anteriormente, Social-Democrata, é curioso. O PSD, na oposição, tem um discurso à Direita, governa à Esquerda em tempos de vacas gordas e assume um pragmatismo com laivos de imbecilidade quando governa em tempos de crise. Logo, o principal contributo do Cavaquismo não foi a transformação do PSD num partido catch all, ele sempre o foi, mas sim o estabelecimento de um conjunto de interesses, privados e políticos e o aprofundamento do caciquismo e do carreirismo, aliados a uma crescente indefinição ideológica e que pacificou as divergências internas ao ponto de, na situação actual e com um orçamento que gera discordância não só nos militantes, mas nos próprios ministros, nenhum deputado (do continente) se apressa a divulgar o seu voto contra ou, pelo menos, a sua abstenção. É triste.

18 pensamentos sobre “A Eterna Indefinição do PSD

  1. lucklucky

    Como disse o hcl muito bom.
    É preciso ver que o PSD foi mais um partido parede contra as nacionalizações, e estamos a falar do grau a que a esquerda as queria levar, mais que a favor de alguma coisa.
    Basta olhar para a Educação onde o PSD teve vários ministros para ver que percurso foi sempre de esquerda. E esquerda radical na recompensa da mediocridade.

    A única coisa pró mercado que o PSD tem é quando alguma corporação defende a existência de mercado para si. Por exemplo é a favor do “liberalismo” das profissões ditas liberais com a advogacia e médicos. Se o PCP alguma vez tivesse a veleidade de tocar nesses dois grupos teria guerra civil.

    No meio disto tudo há aquela coisa prosaica chamada dinheiro, é mais cómodo e proveitoso comprar votos,.

  2. Guillaume Tell

    Clap, clap, clap

    Mas bom não devemos o contexto histórico à origem de esta confusão ideológica; fim da ditadura, tudo o que era relacionado com a “Direita” ou que não era socialista era logo apelido de fascista, logo os dirigentes do PPD do qual Sá Carneiro, foram logo obrigados a assumir uma postura socializante por receiarem perder o país e verem o PCP tomar o poder. Foi álias esse medo dos comunas que criou este receio em se assumirem de Direita, e o facto de Sá Carneiro nunca ter definido uma linha ideológica clara (ele nunca foi dado para essas conversas). E claro como foi dito no texto a morte da Sá Carneiro não arranjou nada.

    Não nos iludamos; em Portugal nunca se discutiu ideológia, valores, princípios ou filosófia. A nossa democracia, apesar de ser estruturada em função de uma Constituição marxista, nunca discutiu ideológia e nunca promoveu uma intensa propaganda pelo regime (so se usa a ideológia para defender interesses bem precisos, e mesmo assim é sempre nos ambito de defender contra alguma coisa, raramente se usa o argumento que é algo que beneficia o progresso de todos). E o Estado Novo foi o regime fascista menos fascista do mundo. Esse tipo de conversa nunca nos interessou, porque somos um país individualista.

    E em todo caso a evolução dos últimos anos parece indicar que o estatismo teria aumentado na mesma para proporções inadaptadas para o nosso país, mesmo admitindo que a Guerra Colonial não tivesse acontecido, que Marcelo Caetano não tivesse construído uma Previdência Social escessivamente centralista e estatista, que Sá Carneiro não tivesse morrido e provocado uma ruptura ao criar um partido liberal (e eu penso que seria mesmo liberal, quando ele elaborou o primeiro programa Barbosa de Melo veio o chatear por terem feito um programa liberal e não social democrata). Basta olhar para à Irlanda que foi profundamente estatista até a metade dos anos 80, liberalizou-se em força nos anos 90 e voltou a uma forma de estatismo nos anos 2000. Para evitarmos isso é preciso instituições que protegem verdadeiramente os nossos direitos naturais, uma democracia directa forte, e a possibilidade de podermos agir directamente sobre o Estado (de decidirmos quanto queremos dar, o que queremos ter dele).

    PS: acho mal o Ricardo ter deixado ser militante do PSD. Aquela gente têm tanta dificuldade em aceitar o liberalismo que renforços são sempre benvidos 🙂

  3. A respeito da referencia irlandesa do Guillaume Tell, ocorre-me se o Fianna Fail não será também uma espécie de “PSD” tal como o RL o caracteriza.

    Ainda a respeito do caracter catch-all-party do PSD, penso que, logo desde (ou quase desde) a origem, foi uma mistura entre os herdeiros da Ala Liberal na direcção e uma base vinda muitas vezes do salazarismo (enquanto o marcelismo foi desaguar no CDS)*; talvez a salganhada começe aí.

    *pelo menos, quando falam ou escrevem sobre 74/75, é frequente tanto os dirigentes de então do CDS (como Freitas do Amaral) como militantes de então da extrema-direita (como Jaime Nogueira Pinto) darem a entender que os “salazaristas” da altura sentiam-se melhor com o PPD do que com o CDS (talvez mais pelo perfil dos lideres do que de outra coisa qualquer), pelo que imagino que seja verdade

  4. Paulo

    Bom post, mas isto já é irrelevante porque a maioria já deitou a toalha ao chão e começou a preparar a sua saída de cena tentando minorar os estragos, o tal “que se lixem as eleições” mas ao contrário. Só assim faz sentido esta palhaçada da “refundação”… que não é mais que uma desculpa para se poder dizer “não querem…, então não temos condições…” tentando fazer esquecer que esta maioria tem um mandato a cumprir com base num programa seu, proposto por ela e sufragado pelos portugueses, não algo de etéreo num país que não existe. E é sobre o desempenho relativo a essa proposta/promessa que os portugueses irão ser chamados a pronunciar-se (espero eu).

  5. juvenal clemente

    Parabéns. Excelente análise do que é o panorama político português à direita e centro do espectro.

  6. O insurgente da iii republica

    No futuro, o ideal será o ppd/psd dividir-se em dois. Regressar o ppd (aglutinando o cds), e os eststistas tipo luis filipe menezes sairem do partido e fazerem um partido encostado ao ps. Teria o efeito de acabar de vez com o be.

  7. Alexandre Carvalho da Silveira

    Bom post, mas o percurso do então PPD e do Sá Carneiro, têm que ser colocados nos tempos que então se viviam; os partidos politicos foram obrigados a assinar o Pacto MFA/Partidos, com uma enorme carga ideologica, para garantirem a as eleições de 1975. Esse facto implicou o “desvio”, vamos dizer , dos partidos mais à direita para a esquerda: o CDS nunca assumiu que era um partido de direita, só o fez quando adoptou o “PP” 20 anos depois do 25/4, e o PSD sendo um partido liberal, como o FPD alemão que muito o ajudou desde sempre, viu-se obrigado a adoptar a Social-Democracia, que esteve sempre no PS.
    Por isso tivemos sempre o expectro politico portugues (mais uma originalidade à portuguesa), desequilibrado para a esquerda.
    Teriamos tido nos ultimos 37 anos uma Democracia mais saudável e mais robusta se os partidos politicos tivessem assumido o seu verdadeiro lugar na politica portuguesa: um partido de Democrata-Cristão de direita, o CDS, um partido Liberal de centro direita, o PPD/PSD, um partido Social-Democrata de centro-esquerda, o PS, e os partidos de extrema-esquerda, PCP e UDP no lugar que sempre ocuparam. Não há lugar para um partido do centro, porque o “centro” não existe em politica.
    De qualquer maneira, considero Sá Carneiro o unico politico portugues que tinha um projecto para Portugal, baseado na economia de mercado, pelo qual ele se bateu sempre ( p. ex. a lei da delimitação dos sectores publico e privado quando a economia portuguesa estava toda nacionalizada, ao qual que o PS sempre se opôs), para a partir daí criar aquilo a que hoje chamamos o “estado social”. Como sabemos fizemos tudo ao contrário: criámos o estado social, sem cuidarmos de construir uma economia solida para o sustentar.
    Fiz tres campanhas eleitorais com Sá Carneiro, as duas da AD e a do Gen Soares Carneiro, e para além dos discursos que ele fazia nos comicios, onde falava sempre do seu projecto para o país, tive varias oportunidades de estar com ele num ambiente menos formal, e penso que fiquei a conhecer razoavelmente o que ele queria para Portugal.
    Ficaremos sempre sem saber que país seriamos hoje se Sá Carneiro não tivesse morrido em 1980; mas eu atrevo-me a dizer que seria certamente um país melhor.

  8. Luís Lavoura

    Excelente texto, que desmistifica Sá Carneiro, figura que passou a ser estupidamente idolatrada após a sua morte, como se esta o tivesse santificado.

  9. Fernando S

    Quanto ao facto do PSD integrar no seu seio varias sensibilidade e correntes ideologicas e politicas, que vão do liberalismo e do conservadorismo à social-democracia passando pela democracia-cristã, parece-me ser um fenomeno perfeitamente normal nas democracias actuais, em particular nos paises ocidentais. No fim de contas é o que acontece praticamente em todos os outros paises : o PP em Espanha, a UMP em França, o PDL em Italia, o proprio Partido Republicano nos EUA, etc.
    Claro que ha variantes nacionais.
    Nalguns paises o partido charneira do centro-direita é mais democrata-cristão (Alemanha) ou mais conservador (Reino Unido). Mas a matriz ideologica e, sobretudo, as politicas de governo não são muito diferentes.
    Em muitos paises ha outro ou outros partidos partidos no espaço politico e eleitoral do centro-direita, sobretudo liberais (Alemanha, Reino Unido, etc) e centristas / democratas-cristãos (Italia, França, etc), com alguma expressão mas sempre subsidiarios numa coligação de centro-direita. Em Portugal ha um PP-CDS, em principio mais democrata-cristão mas que acaba também por integrar outras sensibilidades muito diversas que optam por não estar no PSD, desde liberais até conservadores passando mesmo por uma direita nacional e social orfã do salazarismo (mas que também existe na base eleitoral do PSD.
    Mas o mais importante a reter é que a regra geral é a existencia de um grande partido de centro-direita que engloba diferentes sensibilidade e correntes ideologicas e que, sozinho ou liderando uma coligação com outros partidos, num sistema politico que é basicamente bipolar, é a unica altenativa de governo viavel ao centro-esquerda, normalmente também ele estruturado no seio e em torno de um partido socialista (ou social-democrata ou trabalhista de tradição neo-marxista e/ou sindicalista).
    Quer se goste quer não, a verdade é que, no contexto politico e institucional actual, sem uma força partidaria de centro-direita federadora de varias sensibilidades e correntes, muito dificilmente a governação escaparia ao centro-esquerda.

  10. Fernando S

    Não penso que a situação fosse hoje muito diferente se Sa Carneiro não tivesse desaparecido fisicamente (ha mais de 30 anos…) !

  11. Paulo Pereira

    É isso mesmo, este PSD é uma parte fundamental do sistema politico-economico português que desgoverna o país desde há décadas.

    A confusão de ideias dentro do PSD é uma das causas principais da dificuldade em debater politicas a sério.

    É altura de existir um partido Liberal , não radical que seja o contraponto ao estatismo do PSD e do PS.

  12. rr

    “Mas o mais importante a reter é que a regra geral é a existencia de um grande partido de centro-direita que engloba diferentes sensibilidade e correntes ideologicas e que, sozinho ou liderando uma coligação com outros partidos, num sistema politico que é basicamente bipolar, é a unica altenativa de governo viavel ao centro-esquerda, normalmente também ele estruturado no seio e em torno de um partido socialista (ou social-democrata ou trabalhista de tradição neo-marxista e/ou sindicalista).”
    O problema é quando essa alternativa ao centro-esquerda pouco ou nada se diferencia dum centro-esquerda, que praticou politicas que o psd nunca praticou antes.No fim de conta o ps e o psd podiam ser um único partido

  13. rr

    e quando digo que nunca praticou, significa que o ps nos ultimos anos comeu o espaço centrista do psd.O fernando está a ser optimnista quando fala em alternativa de centro-direita que não existe.
    No fim de contas, existe os partidos estatistas (desde be a psd), e existe no outro lado o nada

  14. Guillaume Tell

    Miguel Madeira,

    é certo que o Fianna Feil sempre foi um caso complicado; assumiu-se durante muito tempo como centro-esquerda, mas fez parte da União por uma Europa das Nações, como o CDS, e foi ele que liberalizou a economia enquanto insistia muito sobre a necessidade de proteger a família. Fine Gael foi sempre mais conservador, mas também liberal economicamente. Ao fundo podemos dizer que a Irlanda foi governada ou por uma espécie de “super” PSD (aonde a diversidade ideológica é ainda mais profunda e visível) ou pelo um CDS.

  15. Fernando S

    rr : “… e existe no outro lado o nada”

    E com “o nada” não se faz politica !
    Se fosse a si dedicava-me à pesca à linha !….
    Ah não, eu sei que não vai faze-lo, que o rr acha que o que é preciso é preencher “o nada” criando um puro e verdadeiro partido liberal, que não faz concessões nem se alia com “socialistas disfarçados”, que começando pequenino vai, contra tudo e contra todos, convencer o povo da superioridade das ideias liberais e vai crescer e crescer, até chegar ao governo e fazer finalmente uma grande revolução anti-estatista, rapidamente e em força !..
    Para um “realista” nada mau !… Felicidades !!

  16. rr

    Fernando, como diria o diácono remedios, relativamente a esse choro:”Não havia nexexidade”, .
    Basta que o psd recupere as orientações que assumiu no seu programa eleitoral.Que cumpra com os principios que defendia não há muito tempo quando fazia parte da oposição.Bastava-me que decidisse de uma vez por todas, se quer fazer parte do statuos quo estatista, ou se quer tornar-se realmente numa alternativa de centro-direita transportando as palavras para a efectiva prática.Que fosse realmente diferente do ps((que não difere muito do psd,já que a esquerda radical não conta).Que em vez do mesmo massacre fiscal dos ultimos 38 anos, enveredasse por uma nova politica liberal, como a irlanda,estonia e nova zelandia no seu tempo fizeram..Que passasse do dizer ser,a ser mesmo.Se o psd, ou outro partido qualquer concretizarem essa realidade, nesse dia apoiarei com todas as minhas forças esse partido.No caso do psd, se escolher esse rumo agora ou no futuro, eu reconciliarei-me com o partido.Tudo isso é o que espero do psd, porque o amanhã pode ser diferente do hoje.Até lá tenho pena, mas não dá

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