Uma má notícia para o BE, uma esperança para o país

Ao anunciar a sua saída da Assembleia da República,  Francisco Louçã espeta mais um prego – daqueles bem grandes – no caixão do Bloco. A arrogância extrema, a superioridade moral cega e a demagogia perigosa que têm servido de imagem de marca e de pilares de sustento da existência bloquista perderam o seu principal executante. Uma má notícia para o BE, uma esperança para o país.

13 pensamentos sobre “Uma má notícia para o BE, uma esperança para o país

  1. vegeta

    “arrogância extrema, a superioridade moral cega e a demagogia perigosa ” Francisco Louca? Parece-me mais a descricao do Vitor Gaspar… e sendo este um blog liberal, acho que nem e preciso lembrar que o BE lutou por menos intromissao do Estado na vida privada das pessoas em Portugal, por exemplo sem o BE possivelmente ainda nao haveria casamento gay nem aborto, isto e, ainda estariamos no seculo XIX…

  2. Joaquim Amado Lopes

    Como pouca gente acompanha os “debates” na Assembleia da República, resta-nos esperar que a saída de Francisco Louçã não resulte numa mera transferência da “arrogância extrema, (suposta) superioridade moral cega e demagogia perigosa” de Louçã para “a rua”, onde será muito menos “moderada” e muito mais noticiada.

  3. Sérgio

    Um bom esquerdista: cheio de “princípios” que lhe pertencem e inimigo de todos os fachos, aqueles que não concordam com ele! Um hipócrita apenas….

  4. Pedro

    Será uma pergunta tola, mas e a subvenção vitalícia a que tem direito após 13 anos na AR, será que vai renunciar?

  5. JP Ribeiro

    Pedro: Pergunta tola? É claro que vai renunciar à sua subvenção vitalícia. Ou não fosse ele o lídimo defensor da moralidade do estado socialista!
    Não renunciar seria repassar, duplicando, o seu direito de saque sobre o erário público para um terceiro, e continuar a mamar.
    (mas pelo sim pelo não ficaremos a ver…)

  6. jojoratazana

    Resposta, aos nojentos do costume.
    “Mas também vos digo, para que não me perguntem nunca mais nestes tempos cinzentos, que saio exactamente como entrei, com a minha profissão, sem qualquer subsídio e sem qualquer reforma”.

  7. Jovenal

    Pedro,

    Francisco Louçã anunciou na conferência de imprensa que ele renunciou à subvenção vitalícia e sairia do parlamento para regressar à profissão com que lá chegou.

    Claro que no caso dele, tratando-se de um professor catedrático, não irá ficar de mãos a abanar. Mesmo assim, já tivemos políticos com muito mais a abrir mão de muito menos, ou como preferem dizer, a exigir os seus direitos.

  8. Profissão de funcionário público… até era preferível que ficasse com a reforma de deputado e deixasse de ir para a universidade divulgar o socialismo do costume. Gosto muito quando vejo o Sr. Louçã sair da Versalhes, a pastelaria mais aristocrata de Lisboa…

  9. JP Ribeiro

    Resposta ao jojoratazana e aos “nojentos do costume”:

    CAA no Blasfémias: “Posso estar enganado mas julgo que Francisco Louçã nunca teria direito a subvenção vitalícia, pelo menos nos termos em que tal tem sido anunciado: esse benefício terminou em 2005 e, a partir daí, apenas ficaram abrangidos aqueles deputados que ANTERIORMENTE a essa data tinham perfazido 12 anos de mandato. Ora esse não era o caso de Francisco Louçã, donde não julgo que subsista qualquer direito a subvenção e, assim, também não se coloca a questão de Francisco Louçã renunciar a um direito juridicamente inexistente”.

    Quem é o malandro aqui, quem é?

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