Cenas…

Eu sei que isto não tem nada a ver com o que se passa em Portugal actualmente, mas por obra do destino dei com isto e achei que poderíamos iniciar em Portugal uma discussão sobre o tema:

Civil disobedience is the active, professed refusal to obey certain laws, demands, and commands of a government, or of an occupying international power. Civil disobedience is commonly, though not always, defined as being nonviolent resistance. It is one form of civil resistance.

Eu sei que os caros leitores são pessoas ocupadas, mas depois de saírem dos empregos, lá para as 19h15, podíamos começar a falar nisto.

8 pensamentos sobre “Cenas…

  1. Maria João Marques

    Por mim, qualquer forma não violenta de oposição ao aumento de impostos pode contar comigo

  2. Já tivemos um período em que qualquer grupo de “indígenas” (VPV, Público), que se instalasse de malas e bagagens à porta de S. Bento com uns placares reivindicativos, conseguia quase no dia seguinte que saísse um decreto a satisfazer as suas supostas justíssimas vontades. Foi na auspiciosa e iluminada legislatura do diálogo. Agora que temos reais e justas razões para fazê-lo, parece que andamos todos contentes pelo verdadeiro assalto ao nosso bolso que vem sendo feito.

  3. Rodrigo

    George Akerlof interviewed by Spiegel: “Future generations and even people in ten years are going to face massive public deficits and huge government debt. Then we have a choice. We can be like a very poor country with problems of threatening bankruptcy. Or we’re going to have to cut back seriously on Medicare and Social Security…. Past administrations from the time of Alexander Hamilton have on the average run responsible budgetary policies. What we have here is a form of looting…. I think this is the worst government the U.S. has ever had in its more than 200 years of history. It has engaged in extraordinarily irresponsible policies not only in foreign and economic but also in social and environmental policy. This is not normal government policy. Now is the time for people to engage in civil disobedience.” – August 4, 2003

    http://archive.mises.org/671/nobel-laureate-calls-for-civil-disobedience/

  4. A desobediência civil será porventura a forma de protesto (não violento) mais forte contra uma situação moralmente injusta. No entanto, não deveremos ignorar as implicações que normalmente estão associadas a quem a pratica. Por exemplo, eu posso achar (como acho) que é inaceitável sofrer a carga fiscal que hoje em dia é praticada em Portugal. Posso desobedecer civilmente, por exemplo, recusando-me a pagar impostos ou promovendo a economia paralela. O que não posso é achar que esse meu comportamento não terá repercussões da parte do estado.

  5. fernandojmferreira

    O melhor acto de “desobediencia civil” por parte de todos os apaixonados pela liberdade e que abominam a coercao e a violencia e’, pura e simplesmente, nao votar.

    O governo tem o monopolio do uso da forca e nao se faz de rogado em utilizar a dita.

    Tal como o amigo LT disse no comentario 5., o estado usa a forca ou a ameaca da forca se um qualquer individuo se recusa a pagar o tributo que o proprio governo, unilateralmente, determinou o valor. Esse individuo vera a sua propriedade confiscada (la vai por agua abaixo a teoria que o estado e’ o “garante” do direito da propriedade privada) e vera a sua liberdade retirada (ha fortes probabilidades de ir parar a prisao). – Alias, Irwin Schiff, o pai do Peter Schiff, encontra-se preso por recusar a pagar os impostos que o governo americano lhe exige.

    A suposta “legitimidade” de governar so surge quando o Ze, a Maria, o Manel e o Jaquim vao colocar o votozinho na caixinha. Ao votarem estao apenas a reafirmar que aceitam que uns Zes Marias Pinceis, a maioria deles nascidos e crescidos nas escolas partidarias, vao passar a decidir tudo que tem a ver com a vida das pessoas e vao decidir o que “e’ melhor” para essas pessoas, porque elas sao uma parvinhas, coitadinhas, incapazes de tomar decisoes sobre as suas proprias vidas.

    O dia em que houverem eleicoes e o resultado for 99% de abstencao, e’ o dia em que o mundo vai comecar a mudar para melhor, P. J. O’rourke escreveu um interessante livro entitulado: “Don’t vote! It Only Encourages the Bastards!”. Eu acho que ele tem razao!

    Cumprimentos!

  6. Pingback: Desobediência civil « O Insurgente

  7. Ze

    Não tem nada a haver com Portugal heeh ehehehhehe
    Tem tudo e parece que terá que ser usada e o quanto antes, senão, deste governo e respetiva corja, só poderemos contar com escravidão. Mas somos livres e com muita Luz, portanto, vamos a isso …..

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