21 pensamentos sobre “D. José I ressuscitado!

  1. ar

    Para que possa haver justiça este “Ser” ter que ter um processo-crime e eu estou disposto dentro das disponibilidade ajudar nas despesas das mesmas.

  2. FilipeBS

    Estes manifs são uns coninhas. Vejam como aproveitaram o ataque do cavalo em proveito próprio, recorrendo à táctica da vitimização.

  3. politologo

    O que é que lá foram fazer ? Alguém os chamou ? Combater uma “selvajaria” com uma dupla selvajaria é próprio desta pseudo democracia …Porque é que não vão para Barrancos !!!…

  4. EMS

    Não entendo este titulo. D. José proibiu as touradas depois daquela tragedia com o conde de Arcos em Salvaterra.

  5. Sim manifestar-se contra uma prática medieval, sentados e longe do cerne do evento é deveras selvático. O homem a cavalo, que argumentou que este se assustou com os selvagens de cartazes na mão (que cavalo mariquinhas, como ele aguentará o stress tauromáquico numa praça barulhenta) e que na segunda investida foi uma tentativa de deter um dos protestantes que o insultou para o entregar à polícia, é que é o nobre, o civilizado ou supra-sumo da educação e respeito.

  6. Rodrigo

    O Cavaleiro Marcelo Mendes prejudicou seriamente todos aqueles que como eu não concordam com a atribuição de direitos morais aos animais. Se já é difícil fazer ouvir os argumentos contrários à maioria “defensora dos direitos dos animais” devido à excessiva emotividade do tema, ao “porto de abrigo seguro” que este tema tem na comunicação social e a radical apropriação pela esquerda do tema, mais difícil se torna com atitudes pouco inteligentes.

  7. Ramone

    “11.O Cavaleiro Marcelo Mendes prejudicou seriamente todos aqueles que como eu não concordam com a atribuição de direitos morais aos animais.”

    Rodrigo, vê-se que você nunca falou com um aficionado. O que não falta na fala dos aficionados é um discurso moral sobre os animais: falam mesmo na honra do touro.

  8. Rodrigo

    Ramone, eu não distingo aficionados de não aficionados nesta questão. Eu argumento e´ contra quem defende que os animais têm direitos morais, que é uma das grandes bases de argumento de alguns daqueles que estavam ali com os cartazes, e que os pretendem extender para direitos legais.

  9. João

    “D. José I ressuscitado!” Ah ah, brilhante título. Ou “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”!

    Ficou toda a gente mal neste filme, mas a GNR conseguiu ficar pior do que os outros, tirando o que estava a falar com a criança de 28 anos para tentar encaixar-lhe de novo a cabeça no sítio.

  10. Ramone

    Rodrigo,

    Para mim a questão é simples. Eu tenho dois cães. Não concebo que alguém simplesmente pudesse ser cruel com eles a gosto, enfim estou de acordo com o princípio de que os animais tenham protecção legal.

  11. antonio mendonça e silva

    deviam era ter o solto o touro , também acho que o cavalo podia-se ter magoado.
    crianças ? não vi nehnuma , o que sei é que aquela gentinha começou por apedrejar o cavalo e cavaleiro e pintar os carros e risca-los, estão à espera de quê ? que os que gostam de tourada fiquem a olhar para eles que se armar em pacifistas … enfim , tem que haver bom senso , se não gostam não vão ver , se querem lutar que lutem nas instituições e nos devidos lugares sem provocar as pessoas como o fazem sempre,
    eu proprio fui insultado por esse gente que se se diz pacifista numa das vezes que fui ver uma tourada , têm direito a insultar as pessoas que gostam como eu de uma atividade ancestral ? tenho juizo … da proxima vez que lhes soltem o touro e quero ver se lhe fazem festinhas …
    Hipocritas !
    tenho cães e adoro-os nada tem haver a tourada com gostar ou não de animais sejam claros.

  12. Artur Portela

    Atirar pedras aos cavalos para defender os touros. Muito bem os talibãs animalistas em busca da vitimização.

  13. Impressionante, como ainda há quem caia nesta lengalenga de que foram os “sentados” que provocaram o “encavalgado”. Ainda acreditam que atiraram pedras antes da tentativa de agressão? Mesmo depois, no vídeo aparece, após as duas valentes investidas da cavalgadura ambulante, uma pedra a voar alto e a falhar redondamente o alvo (o cavaleiro, entenda-se). A maioria daquelas pessoas jamais atiraria, de forma gratuita, uma pedra em direcção de um qualquer animal. Ao contrário, do vândalo, treinado e vivenciado no meio da violência animal, este, sim, habituado às tropelias selváticas que pratica.

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