A propósito do post do Rui Carmo, julgo que poucos acreditarão na fábula de um insider do regime baathista que só agora terá reparado que serve um regime altamente repressivo. Mas é demonstrativo da confiança que eles colocam na sua manutenção. E este é apenas o mais recente epísódio de deserção de altas patentes do regime que preferem não esperar para ver o tratamento a “Primavera síria” lhes reserva.
No meio disto tudo joga-se uma interessante recomposição dos equilibrios na região. Existem rumores que o Hezbollah, uma joint-venture entre os regimes sírio e iraniano usada como proxy nas tarefas de controlar o Líbano e atacar Israel já foi convidada a mudar de ares.
“e atacar Israel” logo vi que a revolta do povo sírio tinha segundas intenções. Não se pode confiar nos árabes.
Os “rebeldes” também parecem algo repressivos. E se imaginarmos a possibilidade dos outros regimes opressivos mais aliados entrarem também em desintegração,não é lá uma grande visão.
“Os “rebeldes” também parecem algo repressivos.”
Basta ver o link para o posto do André
“E se imaginarmos a possibilidade dos outros regimes opressivos mais aliados entrarem também em desintegração,não é lá uma grande visão”
Amigos? Na região? De momento não estou a ver nenhum. É interessante ver o que vai acontecer ao Líbano se se conseguir libertar da tutela síria.
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