Cartazes Soviéticos

Sempre gostei de Cartazes Soviéticos e o site Soviet Posters permitiu-me rever inúmeros dos cartazes publicados pelos soviéticos até ao seu colapso. Uma colecção com humor (URRS exemplo de desarmamento: Yeah, right…), terror (“Cala-te”) para melhor conhecer a máquina de Propaganda de esquerda. Reparem bem em como Lenine é bom e democrata, Estaline um grande arquitecto, a Religião má e a Natureza boa. No fundo, já está aqui tudo…

A colecção é grande e recomendo a visita ao site.
Desculpem a língua, mas os cartazes são mesmo soviéticos 😉

Poster “Have You Enlisted in the Army?”

Poster “Do not speak out!”

Poster “Illiterate is the same as blind”
Illiterate (person) is the same as blind, everywhere he is being waited for by failure and misfortune.

Poster “How (well) did you do your job today?”

Poster “This will not happen!”
PEASANT!  –  Polish landowner wants  –  to make you  –  SLAVE

Poster “Disarmament is the ideal of socialism. Ulyanov Lenin”

Poster “Soviet power is a million times more democratic than the most democratic bourgeois republic.”

Poster “The most human human. Lenin.”

Poster “To the bright future of communist society, universal prosperity and enduring peace”

Poster “Under the leadership of the great Stalin – forward to Communism!”

Poster “Glory to Stalin – to the great architect of communism!”

Poster “Christmas”

Poster “Priests help capital(ism) and disturb worker. Get out of the way!”

Poster “To the poachers, the nature is defenseless”

12 pensamentos sobre “Cartazes Soviéticos

  1. pois

    Aqui podemos ver mais um exemplo desse reino de “terror” que era a União Soviética.
    Para quem não percebe russo aqui segue a legenda:
    “Calem-se ou serão enviados para o Gulag”

  2. Grande vídeo tric =)

    Quanto aos comentários anteriores, sobretudo o 1º do “pois”: se não sabe que eu também não gosto de propagandas nazis, americanas ou árabes, então evite comentários como esse. Não gosto de nenhum tipo de Estatismo e portanto poupe-nos a todos esse tom de quem tudo sabe.

    Quanto às traduções, eu não sei Russo (nunca pretendi que sabia) e usei as do site. Se tivesse outro tipo de atitude, eu estaria interessado em comparar e aprimorar o post. Assim, deixe estar…

  3. pois

    Caro Ricardo, o meu comentário tem uma razão simples, aqui gosta-se muito usar a expressão “double standards”, a minha intenção era pura e simplesmente lembrá-lo que não só vocês não estão imunes como são clientes habituais dessa prática. Onde está o seu post com os cartazes da propaganda americana por exemplo?

    Quanto às traduções “usei as do site”, são um reflexo nítido da prática aqui da casa. “Investigações” superfíciais, e normalmente de locais que pendem sempre para o mesmo lado, onde a Verdade e os factos históricos não são lá muito respeitados.

    Quanto ao tom, teria muito facilmente sido evitado se não tivesse escrito requintes de malvadez como por exemplo: ” terror”.
    De qualquer forma a mim também já me responderam várias vezes num tom assim aproximado, por isso só me estou a reger pelas práticas da casa. Não se preocupe com o mensageiro, preocupe-se com a mensagem.

    Independentemente do que escreveu, que enganos todos cometem, o “tom” geral do post é inequívoco.
    Atira-se com o fantasma do comunismo, quantas mais vezes melhor (2 vezes consecutivas só hoje), e depois à mínima desculpa, toca-se a campainha e a matilha começa a salivar.

    “Assim, deixe estar…”
    Se se recusa a “aprimorar” o seu trabalho por causa do meu “tom”, só é reflexo da sua pessoa.
    Deixe lá, são só palavras.

  4. Caro anónimo autodenominado “pois”,
    Porque é que me acusa de “double standards” se eu ataco tanto Estaline como Hitler, Bush II e Obama pelos seus erros? Onde está a minha dualidade de critérios? Será que tenho de no mesmo dia à mesma hora publicar cartazes os 3 países?
    Se soubesse esperar saberia que tenho neste momento quase pronto um igual sobre os nazis. Quanto ao Americano, um dia irei publicar, mas reservo-me ao direito de estabelecer a minha agenda com a minha namorada e não consigo. De qualquer das formas, o que eu critico é o Estatismo seja de Esquerda, seja de Direita. E se tivesse apenas escolhido 1 ou 2 representantes, não tenho de responder perante si. E se tivesse escolhido 20 só teria de responder perante quem me pede que não passe demasiado tempo no blog, não perante si, certamente. Cada um…

    Quanto aos títulos dos posters: nunca pretendi que fossem traduções. Isso foi uma assunção sua, recordo-lhe. Achei os títulos adequados e coloquei-os. Como os termos russos estão noutro alfabeto (não presente no meu teclado), não copiei à procura de tradução. Seja como for, quem é o senhor para me dar as traduções? Por acaso sabe Russo? E se souber, como saberei se é isento? Os títulos dos cartazes ficam e, se não são traduções, são pelo menos perspectivas sobre os mesmos de um coleccionador.

    Chamar ao regime Soviético “Terror” é comum, dados os vários milhões de mortes que provocou ao seu próprio povo. Gulags, assassínios em massa e perseguições a quem se desviasse o mínimo da política oficial foram práticas comuns quer de Lenine, quer de Estaline, quer dos sucessores. “Terror” é justo e não é nada abusador. Já a sua tentativa de tentar limpar o bom nome daquele regime…

    O Comunismo é um tema comum neste blog porque esse é um episódio histórico que 1) provocou, segundo o “Livro Negro do Comunismo” e o debate que se lhe seguiu, mais de 65 Milhões de mortes, 2) ainda hoje tem defendores que defendem que a teoria é boa só aquela implementação é que poderia ter sido melhor e 3) muitas acções de governos hoje em dia levam a um aumento do peso do Estado na Economia o que, em última análise, prepara o regresso do comunismo ao poder em diversos países. E nós por aqui tendemos a não querer catástrofes dessas no nosso país.
    Não sei a que matilha é que se refere.

    Repare, não é só o senhor que reage por ler a palavra “terror”. Eu também tenho direito a reacções e a ter a minha curiosidade estimulada ou diminuída pelos seus 3 (!) comentários originais. Posso perder a curiosidade perante as suas palavras? Posso desconfiar da sua idoniedade depois de tão acérrima defesa do “não-terror” (santidade?) soviético? Posso não estar interessado na ajuda de uma pessoa que é tão provável de me dar uma tradução enviesada como a do site original? Sim, porque depois de tudo isto penso que tem algum interesse na defesa daquele regime e que portanto essas traduções também não poderiam ser consideradas “isentas”. Creio que compreenderá porquê.

    Não são só palavras. São ideias. E pena é que já não possa confiar na sua isenção.
    Cmpts, Ricardo.

  5. pois

    “Quanto ao Americano, um dia irei publicar…” aguardarei.

    “E se tivesse apenas escolhido 1 ou 2 representantes, não tenho de responder perante si.” Não tem de me responder, mas sujeita-se a ser “avaliado” e/ou criticado. Escrever publicamente tem destas coisas.

    “…nunca pretendi que fossem traduções.” pois parecia.

    “Por acaso sabe Russo?” não sei não, mas aparentemente sei pesquisar um pouco melhor que o Senhor.

    ” como saberei se é isento?” basta pesquisar.

    ” se não são traduções, são pelo menos perspectivas” não vejo problema, este blog é feito de “perspectivas”.

    “Chamar ao regime Soviético “Terror” é comum” classificar de “terror” um cartaz que simplesmente tem a ver com secretismo, não é nada comum.

    “3) muitas acções de governos hoje em dia levam a um aumento do peso do Estado na Economia o que, em última análise, prepara o regresso do comunismo ao poder em diversos países. E nós por aqui tendemos a não querer catástrofes dessas no nosso país.”
    É exactamente isso que eu disse: “e depois à mínima desculpa…” ou seja, há mais pequena medida que não seja liberal, puxam do bicho papão para assustar as pessoas.

    “Não sei a que matilha é que se refere.” já ouviu falar de Pavlov?

    “Sim, porque depois de tudo isto penso que tem algum interesse na defesa daquele regime” Tem todo o direito de pensar como pensa, mas engana-se. Basta reler o que escrevi antes (a parte da matilha). Não gosto de o ver a ser usado como arma de medo para ludibriar as pessoas a abraçar a causa liberal.

    “Não são só palavras. São ideias.” Sim tenho as minhas e normalmente expresso-as por palavras.

    “E pena é que já não possa confiar na sua isenção.” estamos empatados.

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