Alguém há de pagar

Seguindo a sugestao do Alexandre Gonçalves, perante a decisão do TC é justo que os funcionários de empresas privadas onde paira o espectro do encerramento e despedimento colectivo, porque ao contrário do estado não podem obrigar terceiros a comprar os seus produtos ou serviços, pedissem a sua imediata nacionalização. Dessa forma não só se evitaria o encerramento e os despedimentos mas ficariam ainda a salvo de qualquer corte salarial. Quando toda a economia estivesse estatizada o problema da crise estaria resolvido. Imagino eu.

12 pensamentos sobre “Alguém há de pagar

  1. ricardo saramago

    Algures Alvaro Cunhal e Oliveira Salazar estão a fazer umas almoçaradas e a gozar o espectaculo.
    Já têm umas cervejolas prontas para o melhor que ainda está para vir.

  2. paam

    “A democracy cannot exist as a permanent form of government. It can only exist until the voters discover that they can vote themselves largesse from the public treasury. From that moment on, the majority always votes for the candidates promising the most benefits from the public treasury with the result that a democracy always collapses over loose fiscal policy, always followed by a dictatorship. The average age of the world’s greatest civilizations has been 200 years. Great nations rise and fall. The people go from bondage to spiritual truth, to great courage, from courage to liberty, from liberty to abundance, from abundance to selfishness, from selfishness to complacency, from complacency to apathy, from apathy to dependence, from dependence back again to bondage.”

    Autor desconhecido.

    Bondage here we come!

  3. Vocês estão tão obcecados com o sector privado que conhecem muito pouco do sector público, senão não estavam sempre a dizer estes disparates.
    Então não há tanta gente a trabalhar para o Estado que está a ser dispensada? Por exemplo, vejam o caso dos professores e de quantos estão a ser dispensados. E isto é apenas um exemplo.

  4. Miguel Noronha

    “Então não há tanta gente a trabalhar para o Estado que está a ser dispensada? Por exemplo, vejam o caso dos professores e de quantos estão a ser dispensados. ”
    A quantos professores do “quadro” é que isso aconteceu?

  5. Miguel Noronha

    Quando uma empresa privada não tem dinheiro para pagar os vencimentos pode recorrer coercivamente a terceiros para obter liquidez?

  6. 4 – O problema é do que é estamos a falar quando falamos de “funcionários públicos”.

    é que as medidas de contenção (a redução de vencimentos, o corte nos subsidios de férias e natal) aplicam-se a todos os trabalhadores do Estado independentemente do vínculo (acho que o único que se aplica apenas aos do “Regime de Contrato de Trabalho em Funções públicas” foi a subida da taxa da CGA de 10 para 11%); log não faz sentido, face a essas medidas, vir argumentar que uma sub-secção dos trabalhadores do Estado terá determinados privilégios (esse argumento faria sentido se só esses tivessem tido cortes no vencimento e nos subsidios).

  7. “A quantos professores do “quadro” é que isso aconteceu?”
    Se queres fazer essa distinção, faz essa distinção no ‘post’. Não a fizeste, e nunca vos vejo fazer. Falam sempre em estado genericamente. Ora, por exemplo, eu trabalho no Estado há 15 anos e só no ano passado passei para o quadro. Vocês falam como se esta realidade não existisse.

    “Quando uma empresa privada não tem dinheiro para pagar os vencimentos pode recorrer coercivamente a terceiros para obter liquidez?”
    Isto é para responder? Queres fazer um concurso para vr quem faz mais perguntas parvas de resposta óbvia e sem relevância para o que está a ser discutido no post?

  8. Miguel Noronha

    Explica-me qual é a relevância no sector privado da natureza do vinculo em caso de encerramento da empresa.
    Se achas que a segunda questão não tem relevãncia será provavelmente falta de habilidade minha em deixar isso claro no post.Tem tudo a ver.

  9. “Explica-me qual é a relevância no sector privado da natureza do vinculo em caso de encerramento da empresa.”

    Até podia explicar, porque, ao contrário do que pareces pensar, não é indiferente, de facto. De qualquer forma prefiro não o fazer porque não foi isso que disse. Eu falei foi dos vínculos no Estado. Vê o comentário 6, do Miguel Madeira.

  10. ricardo saramago

    A Parque Expo já “fechou” há um ano, e agora fez um contrato com a Câmara de Lisboa para gerir o espaço urbano da Expo.

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