O “Fim das Nações” Sai à Rua

Há algumas semanas escrevi um artigo onde abordava o fenómeno contemporâneo a que chamei de “ideologia anti-nação”. Resumidamente, escrevi que esta ideologia se traduzia pelo amor de grande parte das elites europeias pelo supranacionalismo e que este, para ser exequível, implica a destruição do sentimento popular de nação que impede a centralização política ao nível da União Europeia ou até, em última instância e num cenário futurista, ao nível da ONU. Como instrumentos económicos de centralização (e.g. o euro) prejudicam economicamente mas não alteram o sentimento nacional do grupo, o método usado para atingir este fim foi a imigração em massa: trazendo milhões de migrantes não-europeus para a Europa dá-se passos largos para o fim das nações europeias actuais. E é isto que tem sido feito desde o pós guerra, período em que as elites pensantes “decidiram” que as nações são hediondas e perigosas e que são para abolir se possível.

Na altura, alguns comentários interrogavam se este fenómeno que descrevi é uma ideologia ou uma conspiração. Na realidade, não acredito que uma conspiração a um nível tão elevado se pudesse sustentar tanto tempo devido a problemas evidentes de acção colectiva; como tal, a cola que vai sustentando este processo é de carácter ideológico. No entanto, isto não significa que os interesses individuais dentro desta moldura ideológica não sejam um forte motor motivacional para se jogar o jogo.

Ademais, aquilo que antes era uma evidência factual mas que raramente era verbalizado por agentes políticos foi agora colocado em público: Peter Sutherland, responsável da ONU por questões migratórias, disse abertamente que as nações europeias ainda sentem um sentimento de pertença aos seus, que ainda possuem considerável homogeneidade nacional, que ainda se sentem diferentes em relação a outros povos e que se a União Europeia quiser sobreviver terá de fazer o melhor que puder para acabar com essa homogeneidade pela via da imigração em massa. Ele dá o exemplo do Reino Unido como estando na vanguarda desse processo. E as estatísticas reveladas recentemente por um investigador do King’s College London confirmam-no:

Professor Hamnett says: “London as a whole now has an ethnic minority dominated secondary school system, akin to that of many large US cities, and the figure reaches 67 per cent in inner London. “This is also true of a small number of other towns and cities with large ethnic minorities, notably Slough (64 per cent), Leicester (58 per cent), Birmingham (52 per cent) and Luton (51 per cent). Manchester and ­Bradford are not far behind with 43 per cent.”

Como é óbvio, Peter Sutherland está a prescrever uma receita para o futuro da União Europeia sabendo que esta tem sido já perseguida desde o pós-guerra. Sutherland não é uma pessoa qualquer, tem já um currículo invejável constituído por prémios e posições profissionais de topo. Para além da sua actual posição na ONU, é também “chairman” da London School of Economics, já foi comissário europeu e director da “Organização Mundial de Comércio”, ocupou posições milionárias em algumas das maiores empresas do mundo como a BP ou a Goldman Sachs e pertence ao famigerado grupo Bilderberg.

Este é um senhor que representa a sua classe e pretende uma União Europeia como Estado “gestor” e “educativo” em todo o seu esplendor, mas claro, onde não irão viver muitos europeus. Por outras palavras, ao querer que a União Europeia acabe com a Portugalidade, com a “Englishness” e com as demais identidades nacionais, o que é pretendido é uma Europa cujo território não é nada mais do que um conjunto de indivíduos atomizados e sem ligações familiares/comunitárias que olharão para o grande Estado europeu como gestor das suas vidas. Estado este que Sutherland magnifica com o epíteto “o projecto mais nobre dos últimos 1000 anos”.

As elites que Sutherland tão bem representa estão equivocadas. A união imperialista que tanto ambicionam é uma utopia. Tal como eu deixei escrito no meu artigo, devido ao tribalismo e nepotismo inatos no ser humano, o que eles vão conseguir com esta engenharia social motivada por um sentido de construção imperialista é uma redefinição das nações europeias, com todos os custos que irão advir dos conflitos territoriais e civis.

Agora que as intenções destas elites são mais claras do que nunca (principalmente para quem ainda não tinha prestado atenção), resta esperar que o euro e este destrutivo projecto europeu sejam colocados rapidamente na prateleira histórica antes que os problemas em curso se acumulem de forma irreversível.

 

Leitura complementar: O Fim das Nações?

29 pensamentos sobre “O “Fim das Nações” Sai à Rua

  1. paam

    Por falar em ideologias imperialistas o Cristianismo também ambicionou o mesmo. Instalar uma religião universal. “2000” anos volvidos e temos centenas, senão milhares, de facções católicas. As duas maiores, a católica apostólica romana e a heterodoxa excomungaram-se mutuamente durante mil anos.

    Esse projecto vai pelo mesmo caminho, com os elevados custos inerentes.

  2. tric

    em portugal está em curso a destruição da Nação Portuguesa…primeiro são as vendas das empresas estratégias nacionais…depois é o próprio estado que transfere instrumentos da sua própria soberania para entidades externas…se isto não é um processo destrutivo do Estado Nação de Portugal…os estrangeiros fazem melhor…até se aproveitam para saquear 300 toneladas de ouro aos portugueses com a conivência do Judeu Jorge Sampaio e Vitor Constâncio…o bom aluno, foi assim que o FMI designou Portugal quando comprou ao desbarato 300 toneladas do ouro nacional…que politica económica esteve por detrás do ruinoso negócio da venda de ouro, por parte do Banco de Portugal ?? Jorge Sampaio e Vitor Constãncio deviam estar detrás das grades por negócios altamente lesivos para o Estado português!…é inacreditavel que estes dois senhores ainda representem Portugal em organizações internacionais, deve ser um prémio que a estrangeirada oferece a quem rouba Portugal…o 25 de Abril, foi uma tragédia…foi quando a judearia internacional se apoderou de Portugal…a partir dai Portugal passou a ser um “bom aluno”…lol 300 toneladas de ouro …

  3. Caro paam

    Não precisa de ir à catequese, mas um bocadinho de cultura fazia-lhe falta.
    Não há uma igreja “heterodoxa” que seja uma “facção” da Igreja Católica Apostólica Romana.
    Há diversas Igrejas Ortodoxas, com obediência a diferentes Bispos.
    Se os Ortodoxos e os Católicos se excomungaram mutuamente, isso é assunto que já encerrou há muito tempo.
    Católico quer dizer Universal, por isso é lógico que um Cristão Católico se sinta na obrigação de expandir a sua fé universalmente.
    Depois o Cristianismo é uma religião nascida no povo e por este propagada.
    Obviamente que essa característica, foi aproveitada quando lhes dava jeito, pelas elites no Poder.
    Mas foram missionários, não exércitos que propagaram a fé Cristã (seja Católica, Ortodoxa ou Protestante).
    A única religião monoteísta (apesar de também adorarem um calhau), nascida na classe dirigente e imposta pelas armas, com objectivos imperialistas, foi (e é) o Islamismo.
    Finalmente há uma frase de Cristo que o desmente: – “A Deus o que é de Deus, a César o que é César”
    .

  4. Tric

    Você já enjoa com tanta parvoíce que diz.
    Geneticamente comprovado, no mínimo 4 em cada 5 Portugueses tem ascendência Judaica.
    Por isso se sentir mal, mude-se!
    Vá para o raio que o parta.
    Depois o regime pós 25A não estoirou só 300 toneladas de ouro, estoirou mais de 500.
    Bolas, nem nessa acerta.
    .

  5. Caro paam

    Não precisa de ir à catequese, mas um bocadinho de cultura fazia-lhe falta.
    Não há uma igreja “heterodoxa” que seja uma “facção” da Igreja Católica Apostólica Romana.
    Há diversas Igrejas Ortodoxas, com obediência a diferentes Bispos.
    Se os Ortodoxos e os Católicos se excomungaram mutuamente, isso é assunto que já encerrou há muito tempo.
    Católico quer dizer Universal, por isso é lógico que um Cristão Católico se sinta na obrigação de expandir a sua fé universalmente.
    Depois o Cristianismo é uma religião nascida no povo e por este propagada.
    Obviamente que essa característica foi aproveitada quando lhes dava jeito pelas elites no Poder.
    Mas foram missionários, não exércitos que propagaram a fé Cristã (seja Católica, Ortodoxa ou Protestante).
    A única religião monoteísta (apesar de também adorarem um calhau), nascida na classe dirigente e imposta pelas armas, com objectivos imperialistas, foi (e é) o Islamismo.
    .

  6. tric

    “Depois o regime pós 25A não estoirou só 300 toneladas de ouro, estoirou mais de 500.
    Bolas, nem nessa acerta.”
    .
    ó borrego, não sei se reparou mas eu referi-me ao periodo da dupla de judeus Sampaio-Constãncio!
    .
    “Geneticamente comprovado, no mínimo 4 em cada 5 Portugueses tem ascendência Judaica.”
    .
    que estupidez!!!

  7. paam

    Caro Mentat,

    Mas vamos por partes.

    1) Fui à catequese e se também o tivesse feito sabia que não nos ensinam nada daquilo que é discutido aqui.
    2) Eu não queria dizer heterodoxa, queria dizer Ortodoxa, como é evidente.
    3) Quando me refiro à Igreja Ortodoxa refiro-me à Igreja Católica Ortodoxa Grega.
    4) O Cisma Ocidente-Oriente iniciou-se em 1054 e apenas acabou em 7 de Dezembro de 1965. Ou seja, foi um acontecimento bastante recente se atendermos à escala temporal em questão.
    5) O Cristianismo não é uma religião nascida no povo, foi forjada e moldada por elites. E não era o povo, constituido fundamentalmente por camponeses iletrados que ia divulgar a fé. Eram missionários que espalhavam a fé, treinados pela Igreja, uma instituição liderada pelas elites europeias.
    7) Não foram exércitos? Santa ingenuidade. Os templários, hospitalários, os cavaleiros teutónicos, etc eram o quê? Não era o braço armado da Igreja católica? Que apenas respondiam directamente perante o Papa? Já ouviu falar nas Crusadas? Até o colonialismo europeu foi fundamentado na necessidade de espalhar a fé a todos aqueles que não fossem governados por principes cristãos, ou seja todo o mundo com excepção da Europa. E isso foi feito através da força das armas, fundamentalmente.
    8) O Islamismo não teve uma dinâmica sequer semelhante à católica no que toca à utilização das armas para expandir a sua fé. Mas também não foi apenas com missionários que eles se tornaram a segunda maior religião do mundo.

    Eu preciso sempre de um pouco mais de cultura, há sempre espaço para mais qualquer coisa 😉

  8. tric

    A Civilização que deu a Grandeza à Europa foi a Civilização Greco-Cristã…foi a Igreja Católica Apostólica Romana que iniciou a maior revolução ciêntifica de que a Humanidade já presenciou, ao “desenterrar” Euclides das profundezas do esquecimento da memória terrestre…e mais do que isso, iniciou um processo de analise critica construtiva ao seu trabalho, que resultou num desemvolvimento avassaldor e impar na História da Humanidade em muitas areas do conhecimento cientifico…percebe-se porque é que os Israelitas denigrem bastante a Igreja Catolica Romana…mas enfim…Judeus…como é possivel um Judeu fanático, como o Rabi Viegas ter chegado a Ministro da Cultura !!??? Passos demite-te !!!
    .
    300 toneladas de Ouro que a dupla judaica Sampaio-Constancio saquearam aos portugueses…depois Passos, ainda convida um Rabi para assumir o Controlo da Cultura em Portugal…com o dinheiro dos impostos dos Cristãos Portugueses o Rabi Viegas vai promovêr a Cultura dos sua Irmandade Judaica…se´isto não é um roubo…mas enfim…

  9. “O Cristianismo não é uma religião nascida no povo, foi forjada e moldada por elites.”
    “O Islamismo não teve uma dinâmica sequer semelhante à católica no que toca à utilização das armas para expandir a sua fé.”

    Caro paam

    Reveja lá as fontes de onde recolhe os seus conhecimentos sobre História, porque revelam uma óbvia conotação politica.
    Todos os seus outros argumentos, não são absolutamente falsos, mas são inexactos.

    Os que cito, são os que precisa de ir verificar historicamente.
    E há uma maneira muito fácil.
    Verifique a data de fundação do Cristianismo e data em que apareceu o 1º imperador cristão.
    Verifique a data em que Maomé apareceu e a data em que os árabes invadiram a Europa.
    Verifique a ascendência dos actuais Lideres Cristãos e a dos actuais Lideres Islâmicos.
    .

  10. “A Civilização que deu a Grandeza à Europa foi a Civilização Greco-Cristã…”

    A Civilização Ocidental é de origem Judaico-Cristâ e Greco-Romana.
    Se não gosta coma menos…

    Caso seja tão ignorante que não saiba, Cristo era Judeu e muito se honrava disso.
    .

  11. tric

    “A Civilização Ocidental é de origem Judaico-Cristâ.. ”
    Se não gosta coma menos…”
    .
    Judaico-Cristã!!?? nada de misturas…Cristã !! era só o que faltava…os Judeus a querem se misturar…Na civilização Ocidental quem roubou mais os Cristãos foram os Judeus…foi só roubar! então a Portugal…ainda hoje…em Macau e Brasil …Portugal é uma Civilização Cristã!!! sempre que os Judeus a controlam só sai miséria…Judaico-Cristã!!?? Cristã…roubam 300 toneladas de ouro aos cristãos portugueses…e ainda querem que a sua cultura seja venerada! vá mas é comer palha…a Sinagoga de Amesterdão, foi só roubar…e ainda hoje rouba…então aos portugueses! Rabi Viegas…
    .
    “Caso seja tão ignorante que não saiba, Cristo era Judeu e muito se honrava disso.”
    .
    sim…essa história é a mais antiga que os Judeus contam para roubar os Cristãos…tal como a de 4 em cada 5 portugueses tem ascêndencia judaica…300 toneladas de ouro saqueadas aos portugueses pela dupla judaica Sampaio-Constãncio…os judeus são lobos em pele de cordeiros…veja-se o Judeu Jorge Sampaio, era só lagrimas…excepto para permitir o maior roubo de ouro em Portugal…e à vista de todos!!! 300 toneladas de ouro…com a conivência e apoio argumentário do FMI…

  12. tric

    O Grande Libertador para os Judeus foi o canideo do Napoleão Bonaparte, que o apoiaram juntamente com os seus caniches Maçons, o maior Genocida de Cristãos Portugueses foi o canideo do Grande Libertador dos Judeus…e ainda não pediram desculpas aos Cristãos Portugueses!!?? um Rabi como Ministro da Cultura de Portugal, é para branquear o seu passado sanguinario em terra Lusitanas…

  13. A respeito do “judaico-cristão”, eu diria que se o judaísmo ainda fosse uma religião (e não um identificação mais “étnica” do que outra coisa qualquer), seria muito mais parecido com o islão do que com o cristianismo; alías, independentemente de iniciarmos o principio do judaismo com Abraão ou com Moisés, foi também uma religião cujo criador também era (ou veio a ser) uma espécie de chefe politico (bem, no caso de Abraão, ele era chefe era de uma família, mas creio que essa era a unidade política suprema na época).

  14. “…se o judaísmo ainda fosse uma religião (e não um identificação mais “étnica” do que outra coisa qualquer),…”

    Caro Miguel Madeira

    Eu utilizei a expressão Judaico-Cristã, apenas para classificar a origem da nossa cultura.

    Eu tenho um amigo Judeu que ainda é religioso, mas concordo que actualmente o Judaísmo é mais uma identificação étnica.
    Mas a responsabilidade nem é deles, é de racistas como certas bestas que você conhece tão bem como eu.
    É muito parecido com o que se passa com os negros nos EUA, que designam por afro-americanos.
    Já há (felizmente) negros americanos que recusam ser assim designados.
    São Americanos e ponto final.
    Os nossos Cabo-Verdianos lá emigrados, por exemplo, auto-desigam-se como luso-americanos.

    Efectivamente o Judaísmo primitivo era uma religião de Estado, aliás à semelhança de todas as outras religiões existentes na época.

    Seja dos Gregos, dos Romanos, dos Egípcios e mais tarde dos Árabes.
    O Cristianismo foi a única que começou, opondo-se a esse domínio e á respectiva “função”.
    Mas obviamente que quando se propagou, foi logo que possível “aprisionada” pelos Estados.

    Mas 2000 anos depois, ainda prova, que se consegue manter, mesmo quando perseguida pelos Estados.
    Aliás é a única que consegue.

    Veja-se o caso da Albânia, lá o islamismo está praticamente extinto.
    .

  15. tric

    “Mas a responsabilidade nem é deles, é de racistas como certas bestas que você conhece tão bem como eu.
    .
    nunca é deles…a responsabilidade nunca é deles…então a dupla Sampaio-Constãncio instigados pelas ideologias ju FMI liderado pelos Judeus roubarem 300 toneladas de ouro aos portugueses…Banco Mundial…FMI…BCE…FED…tudo organizações lideradas pela Judearia…que conduziram o Mundo para a terrivel situação em que o Ocidente hoje se encontra !!?? como foi possivel ter chegado o Ocidente a este ponto, quando já se tinha a crise Argentina como exemplo !!?? agora andam os Judeus Soros e companhia a afirmar que a solução para a crise é os Estados delegarem mais da sua soberania para entidades externas…palhaços !!!

  16. “Geneticamente comprovado, no mínimo 4 em cada 5 Portugueses tem ascendência Judaica.”
    ????
    Nã, nã, praticamente 5 em cada 5 portugueses têm ascendência judaica!
    Os judeus chegaram ao que é hoje Portugal por volta do ano 70 D.C.
    Calcula-se que no século XIII haveria em Portugal uns 200.000 judeus, isto é, uns 20% da população.
    Isto é, para encontrar um português que não tenha ascendência judaica teremos de pegar num português filho de emigrantes recentes de um país que não tenha tido imigração judaica relevante, por exemplo, da Guiné-Bissau.

  17. O fim das nações que está a ser cuidadosamente construído irá provocar uma monstruosa guerra na Europa. A União Europeia não é a paz, a UE é a guerra.
    Senão veja-se o que aconteceu na Jugoslávia que tinha avançado muito mais do que a Europa no tal fim das nações e, ao fim de quase 50 anos até havia que dez por cento da população não se identificassem com nenhuma nacionalidade e se considerassem simplesmente juguslavos.
    Uma vez perguntei a uma imigrante cá em Portugal se ela era ucraniana. Não, respondeu-me, quando saí da minha terra era jusguslava. Agora não sei o que sou…

    O exemplo da juguslávia devia ajudar a meter estes aprendizes de feiticeiros na ordem.

  18. tric

    “Calcula-se que no século XIII haveria em Portugal uns 200.000 judeus, isto é, uns 20% da população.”
    .
    foram os Judeus que fizeram essas contas…mas enfim, os restantes 80% eram arabes…lol

  19. Divisão Azul - Legião Verde

    O texto é bom e diz muitas verdades inconvenientes ao sistema podre, que basicamente está a matar todas as nações da Europa Ocidental, estão a fazer dos povos europeus uma minoria na sua própria terra, ora o que é que se pode chamar a isto? genocídio… ou melhor etno-masoquismo, pois são os traidores etnicamente europeus sejam eles ingleses, franceses, portugueses, italianos, gregos, belgas ou espanhois são eles que o permitem, é a gentalha do politicamente correcto, são as maçonarias e os passarecos da esquerda e também da direitinha… Felizmente no meio das ruinas ouve-se um grito de esperança e chama-se nacionalismo.

    Apenas alguns comentários a “um” disparate que aqui foi dito:

    “Nã, nã, praticamente 5 em cada 5 portugueses têm ascendência judaica!
    Os judeus chegaram ao que é hoje Portugal por volta do ano 70 D.C.
    Calcula-se que no século XIII haveria em Portugal uns 200.000 judeus, isto é, uns 20% da população.
    Isto é, para encontrar um português que não tenha ascendência judaica teremos de pegar num português filho de emigrantes recentes de um país que não tenha tido imigração judaica relevante, por exemplo, da Guiné-Bissau.”

    5 em casa 5 o quê? ahahahah você sabe lá aquilo que diz, apenas lhe vou dizer/mostrar o seguinte, você sabe o que foi o édito real de expulsão de 1496 de D. Manuel I? sabe o que foi a Inquisição portuguesa? 200 mil? diz quem? dizem os judeus? não me faça rir.

    Aquando do édito real de expulsão dos judeus de 1496, a vasta maioria deles fugiu, sobretudo para nações onde tinham liberdade religiosa, estou obviamente falando da Holanda onde foram aceites, falo de portos de Itália, falo de Salónica, falo do norte de africa e do brasil, outros converteram-se, mas pior ainda, foram segregados, guetizados e perseguidos pela Inquisição portuguesa de tal forma que até era feito o chamado teste da banha de porco, muitos acabavam no terreiro do paço, nas fogueiras, o que levou á vastíssima maioria a fugir e note-se nunca em algum momento da história os judeus foram 20% de coisa nenhuma, acredite no que quiser.
    E deve ser por isso mesmo que geneticamente os portugueses só estão relacionados em proximidades com os povos europeus e nunca mas nunca perto de judeus, sejam eles sefarditas ou ashkenazi e muito menos estamos perto de norte-africanos, como se pode observar em qualquer mapa de distâncias genéticas os portugueses sempre no espaço europeu, como não poderia deixar de ser, aliás o haplogrupo Y cromossoma dominante em Portugal é o mesmo que domina em toda a Europa ocidental é o R1b Celta:

    Ora bolas, a “teoria” do 5 em cada 5 lá foi ás urtigas…. e caiu mais um mito.

  20. “foram os Judeus que fizeram essas contas…mas enfim, os restantes 80% eram arabes…”
    Não, foram os historiadores…
    Claro que este número é polémico. Há historiadores que apontam para outros valores, uns superiores outros inferiores. Mas todos concordam que os judeus representavam uma grande parte da população portuguesa.

  21. Luís Lavoura

    Portanto, na retorcida ótica do Filipe, a atuação das autoridades consistiu em “trazer” milhões de imigrantes do Terceiro Mundo para a Europa. O Filipe omite que toda a atuação das autoridades estatais consiste na realidade em impedir que mais imigrantes afluam do Terceiro Mundo para a Europa. Os milhões que vieram (pelos seus próprios meios – ninguém os “trouxe”) são uma gota de água quando comparados com as centenas de milhões que teriam vindo se não fosse a atuação dos Estados europeus.

  22. tric

    “Claro que este número é polémico. Há historiadores que apontam para outros valores, uns superiores outros inferiores. Mas todos concordam que os judeus representavam uma grande parte da população portuguesa.”
    .
    mais representavam os de origem arabe ! ainda vão dizer que os Cristãos roubaram Portugal aos Judeus …

  23. tric

    “Aquando do édito real de expulsão dos judeus de 1496, a vasta maioria deles fugiu, sobretudo para nações onde tinham liberdade religiosa, estou obviamente falando da Holanda onde foram aceites, falo de portos de Itália, falo de Salónica, falo do norte de africa e do brasil, outros converteram-se, mas pior ainda, foram segregados, guetizados e perseguidos pela Inquisição portuguesa de tal forma que até era feito o chamado teste da banha de porco, muitos acabavam no terreiro do paço, nas fogueiras, o que levou á vastíssima maioria a fugir e note-se nunca em algum momento da história os judeus foram 20% de coisa nenhuma, acredite no que quiser.”
    .
    Inquisição portuguesa!!?? mas houve alguma vez inquisição em Portugal !!??…o Norte da Europa perseguia e chacinava os Cristãos Apostólicos Romanos com o apoio dos Judeus…em Portugal, tratou-se da saude aos Judeus…quer dizer perseguem os Cristãos no Norte da Europa e queriam ficar impunes em Portugal !!?? tenham juízo…a perseguirem a religião Fundadora de Portugal…os Judeus, são uns anjinhos…

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