Exemplar

Para além do caso propriamente dito, que aqui é denunciado pela Helena Roseta (e que mereceria uma denúncia algo mais que televisiva), é interessante verificar que nesta “estorinha” estão presentes outras manifestação da captura do estado embora aqui apareçam como agentes passivos ou mesmo benévolos.

12 pensamentos sobre “Exemplar

  1. Peraí, a mulher foi presidente da Ordem dos Arquitetos, de 2002 a 2007 – renunciou para sair vereadora – e SÓ agora lembrou-se de denunciar?! 8 anos depois, no mínimo?! Miguel Relvas foi Secretário de Estado, no governo de Durão Barroso, entre 2002 e 2004!
    Ó coitadinha da víbora!

  2. JS

    Antes de julgar, convém ouvir a versão da outra parte. Não que adiante alguma coisa, como habitualmente, e não só por ser um bom princípio ético. É que, pelo menos, sempre dá para vender mais uns jornaisitos durante uns dias…

  3. Miguel

    É incrível como um blogue insurgente já aprendeu a fazer jornalismo ao estilo da TVI e da Sic… Estes canais televisivos já deixaram escola!?
    O timing deste tipo de delaçãozinha não lhe diz nada?
    Então e o que realmente interessa ao cidadão contribuinte é isto? Não é exigir resultados quanto aos cortes da despesa?, ou ver resultados nos casos que ficaram por esclarecer: BPN, PPPs, parque escolar, irregularidades várias?
    E a privatização da RTP?, da TAP? E o que se pensa fazer quanto a empresas públicas que dão prejuízo?, e as fundações conhecidas e as fundações-fantasma?, institutos de funções duplicadas, etc etc?
    Ana

  4. oscar maximo

    Quanto ao timming, é o correcto: numa altura em que muita gente pretenderá avaliar o comportamento de uma pessoa. Quanto á Helena, se como diz, na altura contou á entourage, pode estar semi-safa num processo. Quanto a não ter participado ao MP, e supondo que é verdade, talvez não o tenha feito por falta de testemunhas, e nesse caso, mostrou, agora, ser pessoa de coragem.

  5. Rui

    Tem razão. Foi lapso da irritação.
    Não gosto da forma como as televisões dão tempo de antena a “historinhas” em vez de garantir um mínimo de qualidade informativa e de valores mínimos de convivência colectiva. Enfim, uma consciência cívica e democrática.
    Estivesse a senhora a falar frente a frente com o ministro para se poder defender, e enfim… seria diferente. Mas esta banalização da delaçãozinha, ainda por cima com motivações dúbias, irrita-me profundamente.

    Se aqui venho com alguma regularidade é porque tenho o Insurgente como uma das minhas referências. Nem sempre estou de acordo, como é natural. Em certos temas até há uma grande divergência. Sempre que comento algum tema, aturam-me com incrível paciência e tudo…
    Esta minha reacção tem a ver precisamente com esse nível de discernimento a que me habituaram, agora não lhes dou qualquer desconto, colocaram a fasquia muito alta. Está a ver o problema, Rui?

    Voltando à “historinha”, vi-a noutros dois locais antes de a ver aqui. Cada um tem todo o direito à sua opinião, pensei. Um dia destes podem até perceber que é sempre importante considerar a motivação que está por detrás de cada “historinha”. E há sempre uma motivação, nem que seja a mais pueril…
    Só reagi quando a vi aqui, onde não esperava ver. É só isso.
    Peço desculpa aos Insurgentes se exagerei nos termos da resposta. Procurarei moderar-me. Resumindo, sou uma chata.
    Ana

  6. Miguel Noronha

    Para esclarecer. Para além do caso em si (cuja veracidade terá sempre de ser verificada mas que não custa a acreditar) o que acho interessante é que é demonstrativa como diversos agentes repartem o “bolo” dos impostos e fundos comunitários e impostos em proveito prórpio e a expensas dos contribuintes.

  7. Miguel Noronha

    E concordo que é muitissimo estranho que a HR não tenha denunciado o caso na devida altura. Teve receio de perder outro tipo de benesses, queria guardar munição para futuros embates ou na altura o caso não lhe pareceu tão grave? Não se percebe.

  8. “Teve receio de perder outro tipo de benesses, queria guardar munição para futuros embates ou na altura o caso não lhe pareceu tão grave? Não se percebe.”

    Caro Miguel

    Não percebe porque não conhece a “gaja”, apesar de ter presumido, e bem, alguns motivos lógicos para tal atraso na “denúncia”.
    Eu não ponho as mãos no fogo por político nenhum (e o Relvas nem o conheço), mas tenho a certeza duma coisa – a gaja mentiu!
    .

  9. “Resumindo, sou uma chata.”

    Cara Ana

    Desculpe, mas eu sou muito mais chato, por isso lhe digo que a sua irritação foi perfeitamente justificada.
    Eu venho por aqui, por razões iguais às suas, por isso quando os Insurgentes se fartarem (como é seu legitimo direito) eu desapareço na hora.
    Por isso não peço desculpa por ser chato.
    .

  10. “…talvez não o tenha feito por falta de testemunhas, e nesse caso, mostrou, agora, ser pessoa de coragem.”

    Agora que já nada lhe pode acontecer é que revela coragem?!…

    O seu conceito de “coragem” é bem estranho.
    .

  11. ricardo saramago

    Quando ouvi a senhora lembrei-me do provérbio “ou há moralidade ou comem todos”…
    Foi uma pena fizerem-na ir à reunião e deixarem-na de mãos a abanar.

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