super mario to the rescue

“Germany is the odd man out in the euro area and the currency union’s other members should consider doing without the large export-driven economy, perhaps by forcing a vote on large-scale quantitative easing at the European Central Bank, Anatole Kaletsky, an analyst at the GaveKal consultancy, suggests in a Monday note. The most obvious way to bring the issue to a head is to “force a vote in the ECB for unlimited quantitative easing to monetize government debts,” he says. Germany has two votes on the ECB’s Governing Council and may muster another four out of the 23-member rate-and-policy-setting body. Kaletsky calls this the “break-up” rather than the “break-down” of the euro and reckons it would be much less disruptive than the latter.”, no Wall Street Journal.

No dia em que a Espanha pagou 5% por dinheiro a 12 meses – mais de 2 pontos percentuais do que há um mês – e num momento em que todos se começam a parecer cada vez mais iguais uns aos outros, a tentação para agarrar o poder no BCE será progressivamente maior. Com a Europa periférica de rastos, bastará que a Itália passe por um pequeno aperto numa das suas próximas emissões de dívida para que Monti, também ele, ceda…ao seu compatriota Mario Draghi que, tendo convencido os alemães de que eram mais alemão que os próprios germânicos (!!!!), está desejoso de ligar as rotativas e, enfim, na minha opinião (sem prejuízo de alguns efeitos nefastos) com razão.

6 pensamentos sobre “super mario to the rescue

  1. Paulo Pereira

    A histeria austeritária terá de ser atirada borda fora mais cedo ou mais tarde.

    Quando mais tarde , mais desemprego , destruição económica e aumento da pobreza.

    A melhor solução é obviamente forçar um voto no BCE e obrigar a Alemanha a aceitar a decisão da maioria ou então que saia do Euro, que não deixa saudades.

  2. JS

    Agora já pouca gente duvída de que os, na melhor das hipóteses bem intencionádos, politicos europeus da geração que concebeu esta Europa e este €Euro, pura e simplesmente falharam.

    E pelo andar da carruagem a presente “bem intencionada” geração de funcionários, que medra em Bruxelas e arredores, apenas está preocupada em salvar a pele, enquanto puderem, mesmo a expensas de avolumar o anunciado desatre.

    A Alemanhã, de Merkel, renascida das ruínas, mais uma vez, arrumou a casa e dir-se-ia que desta vez -ao contrário do que por aí consta- não está interessada em conquistar “espaço vital” nenhum.
    O jogo agora é outro. Quem quizer, arrume a casa e alinhe.

    Dos restantes, no meio do salve-se quem puder em curso, só sobraram cacos.
    E quem vai apanhar, desta vez, os cacos. Os próprios europeus?. A América?. Uma China que resolveu saltar fora da sua secular -defensiva- muralha?

  3. hcl

    O Paulo Pereira anda histérico com a histeria austeritária. Mais do que a histeria austeritária existe a histeria anti-austeritária.

    Não há dinheiro, gasta-se o quê?
    A austeridade é uma opção masoquista?
    Como é que chegámos aqui?
    Foi com gestão responsável?
    Foi a fazer contas?
    Foi a olhar para deficits, taxas de crescimento, previsões?

    Ah e tal, mas agora é a sério, agora temos o limite legal de 0,5%……………….
    Quando estiverem próximas as eleições, querem lá saber de limites legais, deficits, futuro e responsabilidade. O mundo acaba se eles não forem eleitos, portanto, estão a salvar o mundo.

    A única hipotese de sobrevivência é a alteração do sistema com diminuição significativa do poder e tamanho do Estado.
    É deixar de olhar para o Estado como um semi-deus que tudo pode. É obrigar o Estado a diminuir.
    É, quando houver uma geada não chamar o Estado.

    Note-se que praticamente não houve austeridade do Estado até este momento.
    Aumento significativo de impostos e diminuição de vencimentos para garantir justamente a manutenção do Estado tal como está.
    Até opções razoavelmente simples como privatizações são mais difíceis de implementar que a diminuição compulsiva de salários (que implica a quebra dum compromisso contractual livremente assumido), porque o Estado não se quer redimensionar, não quer perder poder e controle sobre os cidadãos.
    O Estado tem horror a cidadãos livres, a actividades que não supervisiona e controla.

  4. Filipe Silva

    Querem imprimir para ver se continuam a festa, o Ego dos keynesianos é impressionate, continuam a achar que são Deus na terra, que conseguem controlar/antecipar/orientar comportamentos de milhões de cidadãos.

    Vão empurrar com a barriga até ao ponto que o estoiro vai ser lendário.

    Podia-se estar aqui a escrever muito, mas não é necessário, basta ver a palestra, ler os livros de Huerta de Soto para se perceber o mal que os Socialistas e Keynesianos provocam na sociedade mundial.

    O Euro hoje (desde 2010) está a comportar-se como uma espécie de padrão ouro, está a prender os politicos, já não se pode seguir as politicas que so agravam o problema. Eles bem se esforçam.

    A Alemanha é um “beacon”, o ultimo bastião de alguma sanidade mental, fazem muita asneira, mas comparado com os Franceses por exemplo, são muito há frente.

  5. Paulo Pereira

    HCL e Filipe Silva,

    Qual é a vantagem em destruir a economia , aumentar o desemprego e a pobreza ?

    É assim como um fetiche ?

    Aumentar impostos é um acto liberal ? O vosso liberalismo é um bocadinho para o estranho !

  6. lucklucky

    Mais um post lamentável.

    “…histeria austeritária … bla bla bla…”

    Não há austeridade alguma.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Foto do Google

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Foto do Facebook

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.