Eu cá não quero viver à sombra do OE

Proponho que me seja outorgado  um rendimento equivalente 0.01 centimos sobre o consumo unitário de amendoins. Este rendimento permitirá que me dedique exclusivamente a acompanhar o crescimento das minhas filhas. Uma externalidade positiva (*) será o aumento  do consumo (**) de bens culturais de qualidade (***).  Quando estão em causa as futuras gerações e o enriquecimento cultural do país não podemos vacilar nem cair em “economicismos” ou “miserabilismos”.  E não venham cá acusar-me de pretender viver à custa de subsídios. Não tem o mínimo fundamento.

(*) Ainda assim prometo não vos cobrar por isso

(**) Como qualquer um saberá isto irá provocar um impacto  positivo na actividade económica

(***) Excusam de vir com propostas que sou eu que estableço o que tem ou não qualidade

5 pensamentos sobre “Eu cá não quero viver à sombra do OE

  1. João Pereira da Silva

    Se estendermos o conceito a toda a população, poderemos ate alcançar todos uma feliz utopia em que o trabalho passa a ser desnecessário.

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