O Plano Marshall (1)

No seguimento de Um Plano Quinquenal para a mesa do canto, se faz favor…, The Marshall Plan Myth por Jeffrey Tucker:

The 50th anniversary of the Marshall Plan provided another occasion for the media to celebrate the government’s good works. The U.S.’s headlong plunge into global welfarism (nearly $100 billion in current dollars), they said, saved European economies after the Second World War ..

.. the countries that received the most Marshall Plan money (allies Britain, Sweden, and Greece) grew the slowest between 1947 and 1955, while those that received the least money (axis powers Germany, Austria, and Italy) grew the most. In terms of post-war prosperity, then, it eventually paid to be a political enemy of the U.S. instead of a “beneficiary” of international charity.

The result was the largest peacetime transfer of wealth from the taxpayers to corporations until that point in U.S. history.

A year after the Marshall Plan began sucking private capital out of the economy, the U.S. fell into recession, precisely the opposite of what its proponents predicted. Meanwhile, the aid did not help Europe. What reconstructed Europe was the post-Marshall freeing up of controlled prices, keeping inflation in check, and curbing union power–that is, the free market. As even Hoffman admitted in his memoir, the aid did not in fact help the economies of Europe. The primary benefit was “psychological.” Expensive therapy, indeed.

The actual legacy of the Marshall Plan was a vast expansion of government at home, the beginnings of the Cold War rhetoric that would sustain the welfare-warfare state for 40 years, a permanent global troop presence, and an entire business class on the take from Washington. It also created a belief on the part of the ruling elite in D.C. that it could trick the public into backing anything, including the idea that government and its connected interest groups should run the world at taxpayer expense.

5 pensamentos sobre “O Plano Marshall (1)

  1. A herança do Plano Marshall é a União Europeia, nada mais.
    O objectivo do Plano Marshall nunca foi económico, foi político, foi obrigar a Europa a unir-se, custasse o que custasse independentemente da opinião dos cidadãos das diversas nações europeias.
    Estar a discutir o Plano Marshall com argumentos económicos é absurdo pois ele nunca foi um plano económico.

  2. tric

    então como é que os liberais são a favor do Plano Marshal que está a ocorrer para a Banca Privada portuguesa!!??

  3. sdfsdf

    Talvez fosse bom acrescentar que “os alemães”, apesar de terem sido os que receberam menos dentro do plano Marshall, não pagaram as dívidas que tinham à época.

  4. Paulo Pereira

    A partir de 1946 e com a ajuda dos EUA toda a economia do mundo cresceu de forma nunca vista durante décadas.

    Nada mau , mesmo com alguns erros, fáceis de analisar à posteriori, mas pormenores face ao desastre que se vivia na Europa e no Japão em 1945.

  5. Miguel Noronha

    Com o fim da guerra e o redirecionamento de recursos para actividades produtivas e para a reconstrução essa previsão também não se adivinhava difívil em 1945.

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