O Regresso da Estupidez

Paris não ratifica Pacto sem medidas de crescimento, no DN.

Finalmente, a estupidez regressa à cena Europeia.
A partir de agora, não se pagam dívidas e gasta-se à farta enquanto houver quem empreste.
Quando não houver, “a culpa é dos mercados”.

29 pensamentos sobre “O Regresso da Estupidez

  1. hcl

    É só conversa para o Hollande não ficar mal na fotografia.

    Pode-se ir buscar os textos para o tal capítulo à cimeira de Lisboa.
    Na prática ficará por um conjunto de intenções, pomposamente apresentadas.

    Não há dinheiro.

  2. Manuel Costa Guimarães

    “Quando não houver, “a culpa é dos mercados”. E dos Judeus. Nunca esquecer os Judeus.

  3. Paulo Pereira

    É o regresso do bom senso, contra os fanáticos austeritários que não percebem a impossibilidade de ter austeridade sincronizada.

    Dinheiro existe sempre, é usar o BCE como banco central normal em vez de manter a fantasia do hard-money.

  4. Ricardo G. Francisco

    Paulo Pereira,

    Imprimir, imprimir, imprimir. A coisa bem feita era colocar os desempregados a imprimir Euros. Era 3 em 1. Financiamento do Grandioso desígnio Socialista, fim de desemprego e aumento da produtividade (1 hora de trabalho de impressão = 200.000 euros de produto).

  5. A ideia do Homem Novo é característica das ideologias revolucionárias, que pretendem mudar o homem para mudar o mundo. Ou pela educação, ou pela reeducação, ou pela exterminação ou mesmo à base da reguada! Em Portugal temos uma adaptação engraçada da ideia do Homem Novo, é o Homem Estrangeiro. Passo a explicar, aqui nós não temos essa pretensão de fazer evoluir a humanidade para um estado de maior “progresso”, nós já nos contentamos em mudar o Homem Português e fazer dele um homem americano, alemão, japonês, nórdico ou inglês, dependendo da ideologia.

    O nosso primeiro ministro revela cada vez mais ser um destes revolucionários. Esta semana veio pedir à malta para fazer mais pela vida, para ter uma “cultura de risco”, isto é, o que ele quer é fazer o Homem Estrangeiro, quer fazer um Portugal com americanos ou ingleses. Basicamente ele diz “não sejam tão portugueses”, na fé de que ao mudar a nacionalidade psicológica do povo aproxime o país do mundo desenvolvido, cumprir a velha promessa do Silicon Valley da Europa.

    O problema é que as teorias do Homem Novo falham porque mudar o Homem ainda é um pincel do caraças, a malta tem esta mania de fazer o que quer e de, para usar a mesma expressão, arriscar aquilo que quer, coisa que incomoda sempre o governante-deus, que quer fazer o Homem à sua imagem. Para além disso a ideia do Homem Novo é sempre um bom alibi para políticos falhados, porque a política até é a correta, mas estes homens ainda não são os novos, estão cheios de velhos vícios, é o velho cliché do “é preciso é uma mudança de mentalidades”.

    O mais curioso é que o Homem Português até se safa bem quando comparado com o Estrangeiro nas mesmas circunstâncias, o que deverá constituir um mistério e pêras para esta malta mais revolucionária. Eu às vezes até penso (eu sei, surpreendente!), se o homem é tão difícil de mudar, não era mais fácil organizar a nossa vidinha para os homens que temos? Ideias que eu cá tenho, que até sou um tipo relativamente conservador, pouco dado a saltos em frente muito grandes.

  6. Paulo Pereira

    Ricardo G. Francisco,

    A fantasia austeritária da Zona Euro, tem como consequência o aumento do desemprego para niveis muito elevados, o que tem como consequência a redução da receita fiscal, o aumento da despesa publica e assim o aumento de deficit.

    Além do aumento do aparelho estatal de combate ao desemprego, da formação profissional, da atribuição de subsidios e incentivos.

    A fantasia austeritária é na prática um aliado do estatismo, como se comprova .

    Os Bancos Centrais inventaram-se para serem usados, tal como os automóveis, os medicamentos, os hospitais, os aeroportos, etc.

    Essa tontice de ser contra a “impressã” é completamente desacreditada pelos factos e pela realidade.

  7. JP

    Hollande vai ser um dos maiores “queridos” de todos os tempos:
    -Queremos crescimento
    -Queremos mais emprego
    -Queremos igualdade

    Só falta arranjar quem faça.
    Como diria o Mário Soares, “l’europe rebente!”

  8. Fernando S

    Paulo Pereira 8. : “Os Bancos Centrais inventaram-se para serem usados…”

    Os Bancos Centrais existem para gerir a moeda. De modo que esta seja emitida em quantidade e condições que sejam adequadas às necessidades em termos de transacções na economia.
    Uma das condições fundamentais é que o valor da moeda seja estável.
    Numa altura em que práticamente todo a moeda é fiduciaria, a estabilidade do valor da moeda depende, por definição, da confiança que os agentes economicos teem no facto da quantidade de moeda em circulação ter uma correspondencia objectiva com os activos realmente existentes (o que não significa necessariamente que essa correspondencia seja unitaria e directa ; mas tem de existir e de ser objectiva, isto é, numa relacção estável com a riqueza realmente existente). Apenas nestas condições, os agentes economicos veem na moeda um instrumento fiável que representa riqueza real e estão por isso na disposição de a deter e de a utilizar como reserva de valor e como meio de troca.
    Se a quantidade de moeda superar estas condições, existindo mais meios monetários nas mão dos agentes económicos do que aqueles que se justificariam por um aumento dos activos reais, os mecanismos de mercado normais determinam o aumento dos preços dos activos reais (não necessáriamente homogéneo ; é outro aspecto do problema).
    Numa primeira fase até pode haver a ilusão de que mais moeda em circulação corresponde a mais riqueza existente.
    Mas, mais cedo ou mais tarde, os agentes económicos apercebem-se que a moeda em circulação tem um valor efectivo inferior e perdem a confiança na sua qualidade.
    A falta de confiança dos agentes económicos no valor da moeda acabará por ter efeitos perturbadores e inibidores nos respectivos comportamentos. É toda a máquina económica que é negativamente afectada.
    No fim de contas, as eventuais vantagens imediatas de um aumento injustificado da quantidade de moeda são largamente superadas pelos inconvenientes a prazo.
    A história económica desde há séculos até aos dias de hoje está repleta de exemplos das consequências nefastas da manipulação artificial das moedas.

  9. APC

    Caro Fernando, não sei como perde tempo a tentar elucidar o Paulo Pereira, é como tentar argumentar com um tijolo, posso adiantar que o que vai acontecer a seguir é simples e previsível, a tradução de um qualquer teorema base da GT em texto e a isso se associa 2 ou 3 argumentos que estão completamente desenquadrados do que para aqui está em causa. Trolling no seu esplendor.

  10. Paulo Pereira

    APC, o facto de você não entender um minimo de economia não quer dizer que todos sejam assim.

    Troll é quem faz comentários bacocos, sem conteudo e infantis, como são os seus.

    Aprenda antes de tentar criticar, só faz bem aprender, não tem contraindicações

    Há cada básico por aqui !

  11. Paulo Pereira

    Fernando S,

    Os bancos centrais inventaram-se para manter os juros em niveis adequados á economia, essa é a sua principal função, intervir no mercado monetário através das taxas de juros.

    Os factos demonstram isso há exaustão nas ultimas décadas. As tretas do Friedman foram abandonadas em todo o mundo pelos bancos centrais que só actuam ao nivel das taxas de juro e de cedência de liquidez.

    Os factos demonstram que a compra de titulos pelos bancos centrais não tem impacto duradouro na inflação nem na taxa de cãmbio.

    O resto são crendices sem qualquer valor factual, historico, ou logico. São lengalengas decoradas sem substância.

  12. Fernando S

    Caro APC,
    Tem toda a razão !…
    E o pior é que esta muito longe de ser um caso isolado de crença na ideia de que dinheiro é um problema de vontade e não de economia !!

  13. Paulo Pereira

    Pois é Fernando S,

    Quando se quer esconder a debilidade das crenças, manda-se uma bocas para o ar a ver se pega !

    O dinheiro de onde vem afinal, explique lá à gente , será dos helicopteros ?

  14. APC

    Deixe lá Fernando, as dívidas não são para ser pagas, o dinheiro é para derreter e nasce em árvores, e as taxas de juro são meros números sem qualquer importância e devem estar a -15 de preferência. A inflação por sua vez é um mito ridículo. A Hiperinflação além de mito ridículo, nunca aconteceu, nem tão pouco foi alguma vez precedida de períodos deflacionários. Eu sou básico e troll. O Fernando escreve lengalengas decoradas sem substância. O Mundo é roxo e eu dou peidos que cheiram a rosas. Tudo está bem quando acaba bem.

  15. Fernando S

    Paulo Pereira : “O dinheiro de onde vem afinal, explique lá à gente , será dos helicopteros ?”

    Não … como disse o APC … vem das árvores !!

  16. Paulo Pereira

    Fernando S,

    Olhe, eu pensei que ia dizer que o dinheiro vinha das minas e era depois atirado dos helicopteros diretamente para os bolsos dos consumidores e capitalistas.

    APC, olhe para a realidade e não para as fantasias decoradas .

    Veja os juros nos EUA, Japão e R.Unido e a inflação neses sitios. Onde está comprovada essa teoria da treta da hiperinflação ?

    Deve ser no país da Alice do outro lado do espelho !

  17. Fernando S

    Paulo Pereira : “Olhe, eu pensei que ia dizer que o dinheiro vinha das minas e era depois atirado dos helicopteros diretamente para os bolsos dos consumidores e capitalistas.”

    Pensou mal …
    De resto, o dinheiro nunca veio das minas. O que vinha das minas era o metal que era utilizada no fabrico das moedas. Para fazer dinheiro era preciso adquir metal precisoso. Tratava-se de riqueza real. Este era o factor de objectividade que ligava o dinheiro à riqueza real. Não era dinheiro “macaco”. A materialidade impedia a criação “ex nihilo” de dinheiro. A manipulação (roubo) era apenas possivel reduzindo a quantidade de metal relativamente ao valor facial (nominal) da moeda. Deste modo, a unidade monetaria dinheiro deixava de representar o valor anunciado. Perdia efectivamente valor.
    Hoje em dia, com a desmaterialização total, as modalidades de criação de dinheiro são diferentes.
    Mas os principios que estão por detras das condições e funções do dinheiro não mudaram.

  18. Fernando S

    Paulo Pereira : “Veja os juros nos EUA, Japão e R.Unido e a inflação neses sitios. Onde está comprovada essa teoria da treta da hiperinflação ?”

    A hiperinflação (geral) foi sempre uma consequencia do excesso de dinheiro relativamente ao volume das transacções (nalguns casos, raros, foi o volume das transacções que diminuiu).

  19. Paulo Pereira

    Essa da hiperinflação é assim :

    Pergunta : Quando é que vem aí a hiperinflação ?

    Resposta : Deve estar quase a chegar

    Pergunta : Mas quando ?

    Resposta : Num futuro não muito distante

    Pergunta : Mas não pdoe ser mais preciso na sua resposta

    Resposta : A velocidade monetária das transacões, e a quantidade de moeda em circulação e o preços das comodities na base da especulação do mercado e tal e coisa , bla, bla bla , bla ..

    Pergunta : OK já está explicado (desistimos …)

  20. lucklucky

    É só olhar para os gastos do Estado e para os gastos per capita em Saúde e Educação.
    Quanto custa criar uma criança hoje?
    Aí está sua inflação.

    Mas a pior “inflação” que existe mas o PP não percebe sequer é a falta de confiança até ao dia em que a corda parte.

    Note-se que a inflação está ligada toda aos sectores onde o Estado tem a pata.

  21. Paulo Pereira

    LL,

    Quando o rendimento aumenta mais que a inflação estamos bem.

    Foi o que aconteceu de 1946 a 2008 , nada mau !

  22. lucklucky

    Curioso as datas que escolheu…1946 inclui a reconstrução ou seja um período a repor o que foi destruído. Ou seja uma distorção. Não se pode chamar crescimento. A Europa nunca lidou com mais de 50 anos sem guerra.
    A cultura estatista e por consequência inflacionista europeia não pode viver sem ciclos de destruição.

    Nas últimas décadas o endividamento aumentou brutalmente para fingir que continua crescimento mesmo com Estatismo cada vez mais forte. Ter défice de 7% para crescer 3% não é crescimento pois não pode sequer pagar o endividamento com o crescimento.
    A partir do momento em que as guerras acabam, os crescimentos exponenciais da reconstrução acabam devido à complexidade da evolução tecnológica. Haverá surtos. E períodos longos de estagnação ou recessão. Algumas recessões serão benéficas, caso por exemplo do aumento de qualidade de produtos que precisam de menos frequência de substituição.
    Para isso a flexibilidade no trabalho e diminuição nas horas de trabalho já há muito deveriam ser frequentes.
    Mas os inflacionistas não deixam.
    Inventam mil e um regulamentos para darem trabalho a uma burocracia crescente de gente que faz os possíveis por fazer muito, ser pagos para tal sem criar riqueza adicional alguma.

    Enquanto a sociedade ocidental anti capitalista estiver organizada para penalizar o mercado, o comércio que as pessoas fazem entre si com impostos ao mesmo tempo que quer crescimento temos um caso terminal de esquizofrenia.

  23. Paulo Pereira

    LL,

    Num sistema de moeda-fiat a divida publica é apenas moeda que paga juros.

    Num sistema capitalista com crédito não crescer nominalmente é o caminho para o desastre económico .

    Concordo totalmente com flexibilidade no trabalho, dminuição nas horas de trabalho e eliminação da burocracia e de grande parte do aparelho estatal inutil.

    Concordo com a redução de impostos significativa, começando pelo IRC e TSU.

  24. Fernando S

    Paulo Pereira 25. : “Quando o rendimento aumenta mais que a inflação estamos bem. Foi o que aconteceu de 1946 a 2008 , nada mau !”

    Efectivamente, o rendimento real aumentou no longo periodo, cerca de 6 décadas.
    Num longo periodo seria dificil que não aumentasse.
    As necessidades da reconstrução do pos-guerra, que refere o lucklucky, explicam alguma coisa. Mas não tudo. Necessidades e aspirações por satisfazer há sempre. O mais importante é o que se faz para responder eficazmente.
    O rendimentou aumentou sobretudo porque se trata do capitalismo. Aumentou muitissimo mais nos paises capitalistas do que no mundo socialo-comunista-terceiro-mundista da altura.
    Aumentou graças ao capitalismo, graças aos mercados, graças aos investimentos e à actividade dos agentes economicos privados, graças às boas politicas economicas, as que favoreceram a extensão e aprofundamento dos mecanismos de mercado. Não foi graças às más politicas publicas, ao intervencionismo e despesismo dos Estados, aos déficits publicos, à inflacção. Aumentou apesar de tudo isto.
    Podia ter sido pior, e pode ainda ser, muito pior ? Sem dúvida. No século XX o capitalismo sobreviveu e superou ameaças anti-capitalistas e iliberais diversas. Que continuam a existir e a renovar-se.
    Podia ter sido, e pode ainda ser, melhor, bem melhor ? Claro que sim. Se tivessem sido evitadas ou atempadamente corrigidas as más políticas económicas.
    Não é verdade que no longo periodo o capitalismo cresceu graças a políticas de déficts publicos com expansionismo monetario e inflacção.
    Nem sequer Keynes e os seus seguidores pretenderam que assim fosse. A teoria keynesiana dizia respeito ao curto prazo. Num prazo mais longo os déficits públicos deviam ser reabsorvidos e a inflacção monetária controlada.
    No fim de contas, no que respeita exclusivamente aos paises capitalistas (os da OCDE, por exemplo), no longo prazo, os déficits públicos não derraparam (mesmo nos EUA) e a inflacção permaneceu controlada.
    Não é verdade que o crescimento económico resultou do aumento do peso e das despesas do Estado. Foi o contrário. Foi o crescimento da riqueza produzida que permitiu que os governos captassem através da fiscalidade uma parte cada vez maior desta para financiarem mais intervenções nos mercados e um cada vez maior “Estado Social”.
    Mas se foi assim, se a riqueza e o bem-estar das pessoas cresceu, se os serviços públicos se desenvolveram, qual é o problema, não é isto o que se procura ?… “Nada mau !”, como diz o Paulo Pereira.
    O problema é que o aumento do peso do Estado na economia foi financiado com uma maior carga fiscal e traduziu-se por uma maior rigidez nos mecanismos de mercado. Mais impostos e menos liberdade. Menos crescimento e desajustamentos (crises) cada vez maiores e dificeis de corrigir. Este modelo mostrou cedo os seus limites. As consequencias negativas fizeram-se sentir. Em particular através de níveis de desemprego e de pobreza estruturais mais elevados e que o “Estado Social” teve cada vez mais dificuldade em acomodar e tratar.
    Os anos 70 mostraram a fragilidade do modelo confrontado com uma crise petrolifera. Estagflacção.
    Nos anos 80 e 90, as reformas liberalizadores em varios paises capitalistas, as novas tecnologias da informação e a mundialização a elas ligadas, relançaram uma nova fase de crescimento.
    Mas as más políticas não desapareceram. Nos EUA a politica monetaria foi expansionista e alimentou artificialmente a procura interna. Na Europa, os gastos publicos e a carga fiscal mantiveram-se elevados. Alimentaram-se desequilíbrios e “bolhas” artificiais.
    A crise financeira acabou por rebentar, primeiro nos EUA, em 2008, e por alastrar-se rápidamente às outras economias desenvolvidas. A crise económica seguiu, como se devia.
    Foi então aplicada a velha receita keynesiana de relance das procuras através de mais despesas e investimentos públicos e de mais liquidez na economia. A recuperação foi bem mais modesta do que o que era esperado tendo em conta a dimensão dos planos de relance. Porque os problemas estruturais das economias não foram resolvidos. Antes se agravaram. A começar pelos déficits e endividamentos de vários paises. Em particular na zona Euro.
    A receita keynesiana para sair da crise não resultou.
    A retoma de um crescimento sustentado exige um regresso aos equilibrios fundamentais nas contas públicas e reformas económicas de cariz liberal que reduzam o peso dos Estados e flexibilizem os mercados.

  25. Paulo Pereira

    Fernando S,

    Estamos sempre a tratar de sistema capitalistas com estado social, ou seja onde a maioria dos bens e serviços comercias são produzidos por empresas privadas e os preços rsão fixados em “mercados” relativamente livres !

    Sistemas muito estatistas foram eliminados por serem ineficientes e até muito imorais na prática .

    a) Verifique que a divida publica na OCDE tem tendencia crescente desde os anos 50, com os EUA a “puxarem ” pelo resto da OCDE.

    b) Verifique que a produtividade cresce cerca de 1,8% ao ano, o que manteve a inflação moderada, mesmo com crescimento médios de 3%

    c) Verifique que a partir com um desemprego baixo a quadriplicação do preço do petroleo teria sempre um efeito inflacionista significativo, especialmente porque estava instituido uma indexação de salários do sector publico automática, fenómeno que Keynes alerta logo na TG em 1936, e que tem de ter soluções locais .

    d) Verifique que as crises do pós guerra são muito pequenas , com o PIB a descer no máximo 5% do pico anterior, quando antes de Keynes as crises levavam a quedas do PIB bem mais altas

    e) O estatismo que se verificou não tem a ver com a TG de Keynes mas sim de uma má interpretação por parte da direita e da esquerda do funcionamento da economia, ambas as ideologias com opções anti-keynes.
    A Direita com a obessão do equilibrio orçamental que é uma impossibilidade lógica e da proteção de oligarquias abastadas, a Esquerda com a Estatização deliberada da economia de forma a manter a sua clientela e seu proto-marxismo latente.

    f) É espantoso a fixação na lengalenga do endividamento , sem um minimo de esforço de racionalidade e objectividade, quando o sistema monetário é moeda-fiat

    g) Os EUA são o exemplo clarissimo e comprovado do funcionamento da TG de Keynes num regime de moeda-fiat :

    – impostos moderados , deficit elevado, flexibilidade laboral, inflação baixa, juros baixos, decifit comercial elevado, PIB altissimo , crescimento moderado

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.