“(…) Na década de 70, chegaram ao mercado os fantásticos tintos velhos de Francisco Ribeiro, de 62 a 66, as Reservas Ribalta (C.Vinhas) e os néctares das Caves de São João, além, claro, das garrafeiras C. R. & F. de que se estava à época a vender a colheita de…1949! (…) Mas, há que dizê-lo com frontalidade, muito se bebia neste país, com um consumo per capita a aproximar-se perigosamente dos 100 litros por ano (hoje menos de 40). Os preços? Basta lembrar-me que paguei pelo primeiro Barca Velha que comprei (da colheita de 1966) a bonita soma de 220$00, ou seja, €1,20. E esta, hem”, João Paulo Martins na Revista (do Expresso, pág. 112).
Estavas lindo, estavas!
A aritmética sempre colocou a muito boa gente dificuldades, aqui e ali inultrapassáveis.