O Insurgente

Raios partam a Economist!

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“(…) depois da Krugmania que invadiu o País há uma semana, uma situação algo insólita porquanto Krugman não agradou nem ao Governo nem à oposição do PS, agora é a conceituada “Economist” a perorar sobre a economia lusitana. Infelizmente, o retrato não é famoso, a começar na qualidade da própria reportagem. Enfim, eu subscrevo a “Economist” há muitos anos e considero a sua subscrição, bem como a subscrição da “Newsweek”, o melhor investimento em informação que anualmente faço, quer pela qualidade da sua informação quer pela sua relação preço qualidade onde é simplesmente imbatível. Mas, confesso, este artigo acerca de Portugal deixou-me incomodado pelo conjunto de imprecisões, umas mais grosseiras (sabem, por exemplo, que o nosso Governo tem um Ministério do Mar liderado por um senhor chamado Manuel Pinto de Abreu?!?) e outras menos grosseiras, invulgares numa publicação como a “Economist” (…) O retrato que a “Economist” faz de Portugal, independentemente das suas imprecisões factuais, é o de um país que gastou sem critério e, pior, que parou no tempo. Um país que estagnou e que agora, à pressa, tem de apanhar o comboio da Europa. Infelizmente, digo eu, das palavras aos actos vai uma grande distância e nesse aspecto, regressando aos pormenores mais desgraçados da reportagem, a escolha da “Economist” para porta bandeira da nossa determinação na prossecução de reformas, o Ministro da Economia, não poderia ter sido mais azarada. Não por falta de mérito do nosso Álvaro, por quem eu tenho a mais genuína consideração técnica, mas pelo facto de o senhor Ministro estar, provavelmente, de saída do Governo.”, no meu artigo de amanhã na Vida Económica.

E depois da porrada que amanhã leva na imprensa em português, a Economist vai ainda receber outra por email em inglês!

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