Boaventura descobre os problemas da Primavera árabe

O sociólogo Boaventura Sousa Santos, em declarações à agência Lusa sobre a Primavera árabe revela que “o verdadeiro problema no Médio Oriente é Israel”, já que “a Síria tem um aliado que é o Irão”, mas “neste momento, a política dos EUA e de Israel orientam-se para a destruição do Irão.”

De acordo com Boaventura Sousa Santos “estamos agora a caminho de alguns países do Islão terem partidos islâmicos moderados que estão a jogar o jogo democrático, que não têm nenhuma perseguição religiosa em relações às outras fés. E isto a diplomacia internacional tem que entender.” O segredo está nas soluções simples e evidentes.

28 pensamentos sobre “Boaventura descobre os problemas da Primavera árabe

  1. Este homem é um senhor, uma das maiores inteligências deste século – e do passado. Se ele o diz é porque é verdade. E os cristãos egípcios, por exemplo, estarão de acordo com ele. Até porque as perseguições que têm ocorrido no Egipto e noutros locais são orquestradas por Israel. O islão só quer a paz. E o Irão também. Mas não conseguem enquanto existir Israel. Porque antes de existir Israel o islão vivia em paz com todo o mundo. A expansão islâmica não foi violenta, nem sequer foi expansão, foi um diálogo civilizacional. Mas depois apareceu Israel e o cordeiro deixou de pastar ao lado do leão e a idade de ouro teve um fim. O doutor Boaventura explica isso tudo a quem o quiser ouvir.

  2. Luis Morgado

    Por acaso a expansão do Islão foi menos violenta que a do cristianismo. Também teve muita violência, mas propagou-se principalmente pela via comercial ao longo das rotas comerciais entre a Europa e o Sudeste asiático/China.

    Em Portugal (que ainda nem existia) o Islão propagou-se sem grandes oposições e conflitos. Foi o Cristianismo que o correu daqui com base na guerra. Aliás, os cristãos europeus também têm sido, ao longo da história, os maiores perseguidores e usurpadores de judeus, incluindo em Portugal.

    E o Islão até estava mais ou menos em paz até ao século XX (em paz e na miséria economica e social, em parte eram tribos…), tanto que muitos dos países surgidos no médio oriente e norte de África, da quedas dos impérios coloniais Europeus, até eram países com sistemas políticos não religiosos. No inicio do século as tribos islamizadas que andaram nas guerras europeias fizeram-no por alianças com os vários povos Europeus…”cristãos”.

    A Umma, a consciência de comunidade islâmica global (sobretudo sunita), os Estados Islâmicos, e os problemas com judeus e cristãos, são relativamente recentes, posteriores a 1ª GM e agudizados depois da 2ª, e têm como epicentro o expansionismo Israelita e o apoio e protecção que os países ocidentais (sobretudo o RU e os EUA) lhe dão, assim como as guerras directamente ligadas ao petróleo. E a questão de Israel inserido no médio oriente, e os interesses e guerras petrolíferas muitas vezes misturam-se.

  3. Aladin

    “Por acaso a expansão do Islão foi menos violenta que a do cristianismo”

    Foi sim senhor.

    O cristianismo propagou-se no Império Romano pela jihad.
    E quando o Islão foi travado por Carlos Magno no sul de França, e por um rei polaco às portas de Viena, foi numa base de diálogo pacífico.
    A aniquilação dos berberes, a erradicação do cristianismo de todo o norte de Africa, foi feita com flores. O próprio saque da Catedral de S. Paulo, em Roma, foi por convite.

    Os cristãos sim, esses agiram mal. Atreveram-se a responder com cruzadas à jihad pacífica. JIhad tão pacifica que conta apenas uns largos milhões de mortos. H+a até para aí uma montanha, chama Hindu Kush que, dizem, terá sido assim chamada ( morte dos Hindus), porque os pacíficos muçulmanos os queriam trazer de férias, aos milhares, para o Califado.

    Mas é verdade, trata-se de uma religião pacífica, como aliás se nota no lema: “queimas o meu livro, eu mato uns tantos”

    E claro, é verdade que a culpa e dos judeus.
    Os sacanas salvaram Maomé em Medina e o Profeta jurou-lhes eterna gratidão, começando logo por os livrar da cabeça, passados uns tempos.
    E daí para cá, sempre a acelerar.
    Qutb, um dos pais da democrática e boaventurosa Irmandade, é que se esqueceu dos judeus, quando escreveu as suas reflexões. Mas, é claro, a culpa é dos judeus.
    Essa é que é essa!
    Quem os manda existir?

  4. O islão propagou-se sem grandes conflitos? essa é boa, mas não é revisionismo. A partir do aparecimento do islão os muçulmanos não fizeram outra coisa senão expansão violenta. Parece-me que todo o norte de África, o Médio Oriente e os Balcãs eram zonas cristãs tomadas pela força. A Reconquista foi isso mesmo, uma reconquista de território anteriormente usurpado, tal como as Cruzadas. Ao sul do Sara foi a mesma coisa, acrescida de escravatura em massa. De 1500 a 1800 cerca de um milhão de europeus foram escravizados graças às razias dos piratas muçulmanos de Tunes, Argel e demais paragens. Mas calculo que nada disso seja violento. São apenas pormenores sem significado normais na brilhante civilização islâmica. Leia umas coisitas fora da cartilha sr: Morgado. Pode ser que aprenda qualquer coisa.

  5. Tiro ao Alvo

    Este Boaventura deveria mudar o nome para “Má Ventura”, porque deve ser um infeliz, apesar mas massas que arrecada a vender ideias estúpidas como esta.

  6. A. R

    O Islão propagou-se com imensa violência e numa política de terra queimada. Os mortos pela violência islâmica: 275 milhões.

    Além disso o Islão ainda mantém escravatura e é de um racismo extremamente violento: veja-se o ódio ao Judeu (milhares de ataques na Europa e EUA a judeus), a auto-imolação, o ataque e violação de raparigas brancas na Europa (white meat) e a limpeza de negros que ocorre na Líbia e a extracção de órgãos pelo Hamas aos negros que tentam alcançar a Europa e ficam no deserto do Sinai em terra de ninguém.

  7. “275 milhões” belo número. Caiu do céu?
    Em Portugal os muçulmanos conviveram com outras religiões, quem se convertia tinha efectivamente vantagens socias, mas quem não se convertia não era perseguido. Já nós, os cristãos fomos tão tolerantes que até obrigamos os judeus a inventar as alheiras para não serem expulsos.
    Se vamos admitir que o islamismo é uma religião violenta, vamos também admitir que o cristianismo é violento. Desde as cruzadas passando pelos descobrimentos, principalmente os espanhóis, verteu-se muito sangue.
    Passado é passado, e todos tem esqueletos no armário, agora negar “neste momento, a política dos EUA e de Israel orientam-se para a destruição do Irão.” quando a maioria aqui neste blog está desejosa de atacar o Irão é pura mentira.

  8. O mau está um bocado desorientado e não sabe argumentar. Diz que se o islamismo é violento o cristianismo também foi. E alguém negou isso? é verdade que o cristianismo esteve ligado a actos de violência, como é certo que o islão também esteve. Só que no cristianismo verificou-se evolução. No Ocidente houve uma coisa chamada secularização, coisa que não se verifica no mundo islâmico. Fala nas cruzadas, mas esquece-se de dizer que elas foram, efectivamente, uma resposta a uma agressão anterior. Diz, com acerto, que passado é passado. Pois, mas o problema é que a violência islâmica é passado e presente e ocorre todos os dias, da Suécia à Indonésia, passando pela Grã-Bretanha e por todos os países onde a comunidade islâmica tem expressão significativa. Finalmente fala no Irão e em Israel e foge-lhe a boca para a verdade: o seu problema é com Israel, pois claro. Quanto ao Irão, a ser atacado sê-loà por ser islâmico? não me parece. Mas é indubitável que o messianismo xiita desempenha algim papel na política seguida pelo regime.

  9. “secularização” diz bem. Eu tenho tão pouco apreço pelo cristianismo com tenho pelo islamismo.
    Mas a demonização do islão não serve nenhum propósito. Quando Brejvik assassinou, não apareceu ninguém a dizer que o cristianismo era violento e fundamentalista, correctamente disseram que era resultado de uma mente perturbada. Quando o atentado é do outro lado rapidamente acusam a religião, não ouve ninguém a dizer que o problema é das pessoas que o praticam. Como vivi num país muçulmano conheci muitas pessoas que não passavam os dias a matar “kafir”, nem sequer eram intolerantes comigo. Como já disse neste blog cheguei a beber bebidas alcoólicas com muçulmanos durante o ramadão.
    A evolução do islão está a acontecer, vocês é que estão tão ocupados a catalogá-los como fundamentalistas que não se apercebem. Quanto à boca para a verdade, obviamente estou contra a ocupação. Como você não pode negar que é a favor da ocupação.
    Em relação ao Irão, também não me parece que seja por questões religiosas, também não é por ter armas nucleares, como os próprios serviços secretos estadounidenses vieram recentemente declarar que não existem. Mas dizendo você que não lhe parece que o ataque seja por razões religiosas, logo de seguida vem dizer que é indubitável que o messianismo xiita desempenha um papel na política do regime. Afinal é uma questão religiosa. A mim parece-me que quem está desorientado é você.

  10. A evolução do islão está a acontecer, de facto. No Irão parece que já vão deixar de apedrejar as adúlteras. Talvez o enforcamento seja mais humano. Os revolucionários franceses também eram assim, beneméritos. Há muita evolução no islão, de resto. Não se dá por ela, mas pronto, não quer dizer que não exista. Quanto a Breivik, quem disse que ele era cristão foi a comunicação social, talvez por ele ter aparecido uma vez com vestimentas pseudo-medievais. Tal como apareceu de avental, mas aí esqueceram-se de dizer que era mação. Enfim, a sua argumentação é típica: A faz isto? não importa, B também fez, está desculpado. Quanto ao resto, se viveu entre muçulmanos e gostou do seu estatuto dimiesco é consigo. Eu, pessoalmente, não gostaria de passar pela experiência. Um apartheid religioso é tão imoral como o baseado na cor da pele. E o mais engraçado é que esse apartheid existe, hoje, em dezenas de países. Islâmicos, pois claro. Já agora, não disse que o ataque (possível) é por razões religiosas, apenas referi um elemento. Mas se você acha que o Irão, a ser atacado, é por causa do messianismo, força. Haja saúde.

  11. “Mas se você acha que o Irão, a ser atacado, é por causa do messianismo, força”
    Aparentemente também não sabe argumentar, eu concordei consigo quando disse que que o ataque não era por razões religiosas. Você retirou o argumento religioso “…não me parece…” para logo o reintroduzir “Mas é indubitável…” alguma incoerência.

    Como lhe digo não repara na evolução, por um lado porque os seus olhos só veem fundamentalistas, por outro porque se recusa a conhecer a cultura “não gostaria de passar pela experiência”. Um dia ganhe coragem e visite um país islâmico, vai ver que ninguém o vai comer.
    Breivik, foi o próprio a assumir-se com um guerreiro, na luta contra o o islão e contra os esquerdistas, assim um bocado da linha deste blog. Se não percebe a comparação, temos pena.

    Apartheid religioso, posso dizer-lhe que vi Igrejas nesse país muçulmano.

    Se eu tivesse a mesma dificuldade de análise que você tem, diria que o ataque ao Iraque foi por questões religiosas. O presidente Bush chegou a falar em cruzada, costumava aconselhar-lhe com dEUS, e acabou o discurso de guerra com um “Good night, and may God continue to bless America.”. Se eu fosse como você diria que a invasão do Iraque, que provocou milhares de mortos inocentes, foi por razões religiosas.
    Mas como eu sou um bocado atento, consigo perceber que foi provocada por pessoas doentes que tem a mania que falam com dEUS.

    Passar bem.

  12. Tentar simplificar a ver se você percebe:

    “O presidente Bush chegou a falar em cruzada, costumava aconselhar-lhe com dEUS, e acabou o discurso de guerra com um “Good night, and may God continue to bless America.””

    a: crusade…god…god
    b: jihad…allah…allah

    Aos seus olhos a opção a: justifica um intervenção militar, a opção b: é saída da boca de um fundamentalista.
    Aos meus olhos, são os dois dementes.

    Peço desculpa mas não consigo simplificar isto a um nível mais básico

  13. alfredo barroso cos copos

    um gajo tenta ser bom cristão mas ao ler certa patacoadas fica com vontade de se tornar maometano para poder provar aos autores como estão errados. Enquanto isso não acontece, apenas por graça do Altíssimo, aconselho os destituídos apologetas da barbárie islamita a lerem, porra, a lerem, por exemplo, um livrinho, pequeno e traduzido como convém a gentios da razão: B. Ward-Perkins, A queda de Roma e o fim da civilização, Lisboa, Alêtheia, 2006.

  14. Aladin

    “Quando Brejvik assassinou, não apareceu ninguém a dizer que o cristianismo era violento e fundamentalista, correctamente disseram que era resultado de uma mente perturbada”

    A argumentação do dhimmi residente é soberba.
    De facto é sabido que Breivik é um fundamentalista cristão agiu de acordo com preceitos bíblicos e evangélicos.
    Claro que o facto de ele mesmo dizer que era apenas um cristão cultural, e tão praticante como provavelmente o dhimmi residente, não signific nada.
    O facto de as equipas psiquiátricas terem de facto concluido que o homem, apesar de bastante inteligente, ter perturbações mentais susceptíveis até de por em causa o julgamento, tb não significa nada.

    O que é importante, contra ventos e marés, é que o homem é fundamentalista cristão, porque sim.

  15. Luis

    A minha religião é muito melhor que a tua porque:

    a minha só matou 399999999998 de homens mulheres e crianças,
    a tua matou 399999999999 de homens mulher e crianças.

    !!!?!

    As religiões cristãs e as religiões islamicas são ambas irmãs, parecidíssimas, cheias de fanáticos, cruzadas-guerras santas-jihads…

    Em ambas, a maioria dos povos está-se a marimbar para os que dizem os respectivos livros, nem os lêem sequer, e fazem uma vida normal. Mas depois há os fanáticos, que detestam gente normal…

    E há os proselitos, que estão sempre a tentar converter os outros, porque na sua insegurança acreditam que são superiores, e não suportam quem discorde…

    É pena que alguns Judeus, depois de tanto tempo vitimas, tenham entrado pelo caminho do expansionismo, em parte violento, e mostrem que afinal não são assim tão diferentes…

    Aos judeus israelitas sionistas lembrem-se: depois de terem lixado o Cristo ás mãos dos Romanos nunca mais foram bem aceites entre cristãos, em lado nenhum. Os Cristãos fomentaram o aparecimento de Israel para se livrarem de vós. E se, no choque civilizacional (que se vê aqui, tanta gente quer fomentar, também do lado cristão), dizia, se tiverem de vos sacrificar fazem-no com prazer e rapidamente. Não se entusiasmem com o vosso papel cavalo de tróia, porque no fim podem queimar-se.

  16. Alexandre

    “Uns são racistas com os árabes, os outros são racistas com os judeus… vou-me embora que esta casa não tem emenda.”

    Aqui o que conta é o dinheiro e o resto é conversa.

  17. Aladin

    Não, dhimmi residente, não sei ler.
    Tem vocência toda a razão. Como não sou dhimmi, não tenho o superior acesso à autorizada exegese corânica. Por isso faço sou obrigado a elaborar a minha própria hermenêutica.

  18. Pela sua resposta constata-se que não percebeu nada.
    Mas eu como ou paciente vou tentar explicar-lhe da forma mais simplificada que conseguir.
    Quando eu digo “Breivik, foi o próprio a assumir-se com um guerreiro, na luta contra o o islão e contra os esquerdistas…”
    foi sem resposta ao joão quando ele diz “Quanto a Breivik, quem disse que ele era cristão foi a comunicação social…” que por sua vez estava a responde-me por ter dito “Quando Brejvik assassinou, não apareceu ninguém a dizer que o cristianismo era violento e fundamentalista, correctamente disseram que era resultado de uma mente perturbada.”

    Sublinhando, eu disse que brejvik não agiu por ser cristão mas por ter uma mente perturbada, joão responde que quem diz que ele agiu por ser cristão foi a comunicação social, eu respondo que foi o próprio que se assumiu com o cristão. No entanto nessa resposta não contrariei ou invalidei a minha primeira afirmação que os seus actos foram provocados pela sua psicopatia.

    Ao contrário da sua conclusão “O que é importante, contra ventos e marés, é que o homem é fundamentalista cristão, porque sim.” eu nunca afirmei que as acções tiveram uma razão religiosa.

    Pode utilizar o vocabulário que quiser, mas isso não lhe confere capacidades de entendimento.

  19. O que é um facto é que ele se assumiu como cristão, mas nós sabemos que isso não o transforma num cristão. Um cristão mede-se pelos seus actos e não pelas suas palavras. E os actos que ele praticou foram pouco cristãos.

    Percebeu agora?

  20. Aladin

    Dhimmi residente.

    Breivik diz-se em luta contra o Islão, porque acha (é o que ele escreve) que o seu país está a ser mudado pela imigração muçulmana, de uma forma que ele acha perigosa. Ele lá sabe, cada um tem os seus motivos

    Em nenhum momento escreveu, ou disse que ia atacar por motivos da sua própria religiosidade. Pelo contrário, declara-se até mais ou menos ateu, ou agnóstico e o seu cristianismo é, ele mesmo o diz, cultural. Como, de resto, milhentas pessoas por essa Europa foram, Aladin incluido ( o Aladin, este seu kafir, é basicamente agnóstico mas está imerso numa cultura cristã.)
    Mesmo que o Breivik fosse fundamentalista, não conheço nos fundamentos do cristianismo a incitação à violência para com o próximo. Se reparar, não andam por aí fundamentalistas cristãos, de evangelhos na mão, a colocar bombas em mesquitas. a deitar aviões abaixo, a suicidar-se em autocarros, etc, para “defender a religião”.

    Na prisão de Caxias há certamente uns bons cromos. Homicidas, certamente. E, claro, cristãos, baptizados, etc. Os crimes que cometeram nada têm a ver com isso, como decerto concordaria se a dhimmitude não lhe toldasse as ideias.

    Agora veja o inverso. Na religão dos seus senhores e mestres, mais conhecida por “religião das pás”, os fundamentos são violentos. Apelam explicitamente à violência contra o infiel, este seu amigo Aladin, por exemplo.
    Um bom fundamentalista cristão, bota-se num mosteiro e reza até cair de cu, pelo perdão e essas coisas.
    Um bom fundamentalista muçulmano, agarra no Corão, numa Kalash e vai fazer a jihad, e aterrorizar os kafirs, que é o que lhe manda fazer o Corão, nos seus fundamentos.

    Já agora, quanto paga de jýzia? E quantas genuflexões faz ao passar pelos seus suseranos? Não se esqueça que um dhimmi só o é, enquanto cumprir as regras da boa dhimmitude.
    Fora isso, saltam cabeças.
    Está nos fundamentos.

  21. Desconfio que tem um poster de Brejvik no quarto, como se fosse uma teenager adolescente. Acredito que só não o confessa, porque faz um pequeno esforço para ser politicamente correcto.

    O que eu disse está dito, não vale a pena andar a chover no molhado.
    Você, de muito bem entendimento, não entendeu nada do que eu disse e desconfio que nunca vai entender.

    Para sí o muro de Berlim ainda não caiu, nós somos os bons, e eles são os maus.
    Pensa como pensa, por mais voltas que o mundo dê não vai mudar a sua opinião. Tudo bem, afinal a ignorância é um direito que lhe assiste.

    Mas percebo a origem da sua ignorância, como não tem coragem para conhecer o mundo tal como é, presencialmente, limita-se a ler umas coisas na internet, de preferência umas opiniões em vez de factos, para não ter de pensar muito. Calculo que lhe seja difícil.

    Alguém dito qualquer coisa do género: quem só aprende pelos livros, não sabe nada da vida. Você deve saber quem, e as palavras exactas, visto que a sua capacidade se limita à de um papagaio, repete aquilo que ouve sem ter consciência do que está a dizer.

  22. Como o disem na minha terra vianense, o profesor Boaventura Sousa Santos, grande mestre em burrologia na universidade de Coimbra, é nabo como o caralho. Nem sequer deveria estar autorizado à apanhar batatas, incapaz como ele é de reconhecer uma batata boa duma batata podre…

    Sil desde Paris

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