A bio estupidez não provoca dor física

A gravidez não é ética.

Here is contrarian bioethics at its best. Pregnancy and childbirth are so painful, risky and socially restrictive for women that public funding should urgently be directed to the development of artificial wombs. This is the only way to achieve true equality between men and women for then neither women nor men would then be limited by having children and the burdens of reproducing the species would be shared equally.

This is the radical suggestion made by a leading British bioethicist, Anna Smajdor, of the University of East Anglia.

10 pensamentos sobre “A bio estupidez não provoca dor física

  1. A. R

    É a mesma do aquecimento global não é? Este mundo povoado de galinhas e chocadeiras era bem mais atractivo.

  2. CN

    André, temo bem que não seja nada tão estranho mas o simples caminho inevitável e lógico do estado moderno e a sua legitimidade conferido pela vontade geral (a quem a direita passou a prestar vassalagem e até faz questão de exportar napoleonicamente até aos confins).

    Assim a tecnologia o permita e a procriação artificial e a cargo colectivo mas quem sabe por prestadores privados (para satisfazer a direita liberal) passará a ser mais uma variável macro-económica-social a ser gerida.

    Afinal, as mulheres que querem tapar-se por sua livre vontade apesar de ser sua tradição cultural, são proíbidas em larga medida porque agora a direita acha um costume pouco iluminista e assim exerce a sua vontade geral contribuindo em tudo para que um dia, nada de minimamente natural subsista. A direita tem sido o cavalo de tróia do maravilhoso novo mundo.

  3. ruicarmo

    Ligar a moda – a burka é uma questão de moda, não é? – com a intenção de chegar a uma igualdade entre géneros em termos biológicos, cujo objectivo final alcançado, com financiamento de todos nós, é partilhar equitativamente as responsabilidades de criar e parir parece-me um tudo nada forçado. Mas todas as ficções são possíveis.

  4. ricardo saramago

    Agora parece que parir os filhos é atrazado e redutor. O que interessa mesmo é a sua posse.
    No admirável mundo novo, mulher que é macho, manda fazer ou compra feito.

  5. Tem razão Ricardo Saramago: Vem logo à memória o Admirável Mundo Novo do Huxley. Viva a proveta. A seguir, em nome do progresso, há que descobrir maneira de evitar outros actos humanos que fazem perder tempo e contribuem para a poluição e para os maus odores, como defecar e urinar. É urgente que a ciência investigue nesse sentido. Os governos que contribuam com bons financiamentos para esse fim.

  6. António Costa Amaral (AA)

    Em rigor, as pessoas não podem julgar se um comportamento é ético ou não, antes de voto democrático pelos “nossos” representantes na Assembleia da República, que regule a dita acção…

  7. A fonte da natureza, parece ter sido tão bem planeada dentro da sua estrutura interna (probabilidades da improbabilidade) que o inesperado se tornou previsível ao ponto da sua auto-destruição.
    Mais uma vez se encontra aqui o sentido do Cataclismo.

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