Matosinhos em Debate

Debate-se hoje as “pecularidades” de Matosinhos no Café Sol Poente em São Mamede Infesta.

Questões como:
– Corte de 40% do dinheiro entregue às 4 Corporações de Bombeiros (com uma Refinaria da Petrogal, os 6 Silos da APDL – sem Plano de Emergência, 1 Aeroporto e 175000 habitantes) enquanto se gastam 6,3 Milhões na compra dos Estádios dos clubes do concelho: Leixões (do Leixões) e Leça (de uma sociedade que ficou com o crédito mal-parado do BPN) – onde o Tribunal de Contas diz que 1) não há Interesse Público e 2) não havendo interesse público, está-se perante um caso de Corrupção;
– Instrumentalização dos adeptos dos Leixões para atacar o PSD e os seus dirigentes pelos seus dirigentes;
– Retirada do cartaz do PSD pelo Nuno Oliveira, que a Comissão Nacional de Eleições depois obrigou a repor;
–  Composição dos corpos dirigentes da APDL – Associação do Porto de Leixões;
– O comboio que parte do nada e chega a coisa nenhuma (descampado de Leça do Bailio  até o descampado de São Mamede Infesta) – com uma média de 2 passageiros/dia – porque a Câmara não fez as ligações de acordo com o Protocolo que assinou (funcionou durante meses, custou dezenas de milhões);
– Venda de um Parque de Campismo de Angeiras por 5,6 Milhões quando só o terreno vale 15 Milhões – no PDM como Interesse Turístico – numa localização que é uma das melhores áreas da Área Metropolitana do Porto;
– Entrega do Parque Radical do Monte de S. Brás que necessita de um Investimento de 7 Milhões a uma empresa sem actividade e com um Capital Social de 5000 Euros;
– Financiamento de 62 800 Euros para fechar a relva da Marinha em frente ao Quartel, em Leça – em 4 lados excepto pelo acesso por estrada, que ficou aberto pela estrada para todos;
– Exploração da Exponor: reduzida a 1/3, com restante terreno entregue a um fundo imobiliário para habitação, escritórios e hotel;
– Substituição do “carro do Narciso Miranda” (BMW), quando o Guilherme Pinto já se deslocava num outro comprado no tempo intermédio (A6), por um carro de 3000 de cilindrada (C6, mais caro que o A6) para “dignificar o cargo”, e sem valor residual definido, num concurso com critérios feitos à medida para caber o definido a priori;
– Desemprego e “desertificação industrial” de Matosinhos;
– Desorganização urbanística do Concelho de Matosinhos;
– Projecto do “Museu do Mar” (nunca realizado);
– Extensão de Serralves para a Senhora da Hora (nunca realizada);
– Ensino de Inglês a Taxistas (realizada mas que só foi usada por 2 turistas);
– “Política Cultural” de Matosinhos (que não liga com as associações e que compra os eventos como “enlatados” de uma lista) e coordenação com o plano metropolitano (ambos inexistentes) – o que mata o Movimento Associativo;
– Controlo das Associações por afectos ao Partido Socialistas (através do “cheque” dos apoios);
– O que acontece aos 700.000 Euros que a Petrogal atribui às colectividades do concelho (indicadas pela Câmara, não era preciso dizer).

O que só piora com:
– Falta de Rádio Local
– Controlo do único Jornal Local pela equipa de Guilherme Pinto

Post em actualização…

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