the atrocities of the State vs. Christian beliefs

The Worship of Leviathan Has Enabled Its Atrocities:

The all-powerful modern nation-state—and the atrocities committed by it—are the result of social and intellectual developments that began centuries ago. A key causal factor in the rise of Leviathan is a distinctive ideological orientation, what might be termed “secular theocracy”—the worship of the secular state. This ideology arose in the West just as the traditional arbiter of standards for worship—the church—was losing its hold on the Western mind. Enlightenment thinkers such as Jean-Jacques Rousseau dismissed natural law and conferred a sacred status on political institutions. Edward Gibbon and Voltaire asserted that the secular state would put an end to wars of religion. In reality, the world they championed was tyrannical and far bloodier and than they claimed, according to Independent Institute President David J. Theroux.

In the actual period of European state building, the most serious cause of violence and the central factor in the growth of the state was the attempt to collect taxes from an unwilling populace with local elites resisting the state-building efforts of kings and emperors,” Theroux writes. “The point is that the rise of the modern state was in no way the solution to the violence of religion.”

What occurred was a process of substitution. During the Enlightenment, nationalism began to replace traditional religion as the belief system that dominated the public square. Wars and mass violence were condemned when committed in the name of traditional religion but celebrated when executed on behalf of the secular state. “The religious-secular split,” Theroux continues, “enables public loyalty by Christians to the nation state’s secular violence, including invasive wars, torture, and ‘collateral damage,’ while avoiding direct confrontation with Christian beliefs about the supremacy of God and natural law teachings.”

BÓNUS: Ron Paul Booed by Insane Debate Audience for Endorsing the Golden Rule

8 pensamentos sobre “the atrocities of the State vs. Christian beliefs

  1. Lidador

    O ultimo debate entre candidatos do GOP mostrou aquilo que se sabe: o candidato com ideias mais sólidas e maior profundidade filosófica é Newt Gingrich que mete num chinelo velho todos os outros.
    Infelizmente não tem imagem, nem aura.
    É pena.

  2. Os assobios não foram para a regra de ouro mas para a descrição que Paul fez da actuação dos EUA no palco internacional: estar constantemente – constantemente a bombardear os outros países é que causa o terrorismo? Onde é que estão os ataques suicidas perpetrados por sérvios na sequência dos deploráveis bombardeamentos de Belgrado e da constituição desse aborto que é o Kosovo?
    Comentário ridículo. Andais a ler o Público e adquiris os seus tiques.

  3. Carlos Novais

    O que ele disse foi “bombing…..and wondering why they become upset”. E isto no contexto da operação no Paquistão que foi tratado como um failed state, e que pode estar a encaminhar-se a largos passos para tal, esse sim é o perigo maior. Quanto ao terrorismo suicida, é fácil ver onde existia e para onde passou onde não existia (Iraque e Afeganistão).

  4. jts

    Os americanos só vão perceber que a sua política externa é extremamente perigosa e errada quando o governo e a Fed destruirem o dólar para pagar todas as guerras em que eles estão involvidos.

    A maior ameaça à segurança nacional americana é a dívida astronómica que eles sustentam, o Ron Paul tem acertado em praticamente todas as previsões que faz, e também vai acertar nesta. Ele nunca vai conseguir a presidência, portanto os americanos vão aprender o que ele está a dizer da pior maneira possível.

  5. Passou a existir porque apareceram alvos: as tropas americanas ou da coligação, no Iraque e Afeganistão, respectivamente. Mesmo assim, no Iraque continuam os ataques suicidas contra os xiitas (a perseguição aos cristãos é feita por outros moldes) e no Paquistão, à míngua de infiéis ocidentais e de cristãos (e de hindus, porque é um país que existe por e só por razões religiosas, é o estado dos puros, significado de Paquistão), explodem-se no meio dos ahmadi.

  6. Lidador

    O Ron Paul ( e o Carlos Novais, já agora), repetem, talvez sem se aperceberem, a velha ideia de que o “outro” não é actor, não existe senão em relação a nós, não age por motivos próprios e, por isso, tudo o que faz é por culpa nossa.
    É desta inanidade que nasce o complexo de culpa.
    Tudo o que o “outro” faz, é culpa nossa, ou dos nossos avós, ou dos que são como nós.
    Há aqui um ódio latente a si mesmo, um nihilismo nu e cru, que se racionaiza na culpa.

    O “outro” está ali apenas para nos espelhar os erros.

    Para esta gente, não interessa conhecer as motivações, os valores, as filosofias, as ideias, os objectivos do outro. Tudo isse, na sua opinião, se resume a nós. O outro não age, apenas reage a nós.

    O violador viola a vítima?

    Não interessam as suas hormonas, a sua razão, a sua vontade, os seus problemas mentais, ou outros, o seu ma caráter. Nada disso, a culpa é da mulher que é bonita e se veste de forma “provocadora” . De que é que ela estava à espera, ao ser assim, ao vestir-se assim, ao andar assim?

    Estava a pedi-las, é o que vem à cabeça desta gente.

    Como é possível que um cromo como o Ron Paul esteja na corrida à nomeação?

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