“Forget austerity, sovereign debt and the euro. Europe has a much deeper problem”

Artigo do New York Times sobre a crise nos países europeus:

“Europe is undergoing not one but two simultaneous economic crises. The first is a rapid, obvious one — all about sovereign debt, a collapsing currency and austerity measures — that we hear about all the time. The second is insidious but more important. After decades of trying, Europe as a whole still can’t quite figure out how to be flexible enough to compete in the global economy.”

4 pensamentos sobre ““Forget austerity, sovereign debt and the euro. Europe has a much deeper problem”

  1. Paulo Pereira

    Uma Europa que inventa uma pseudo moeda unica sem divida unica, não faz na verdade ideia em como funciona a economia.

    bastaram 10 anos para demonstrar a asneira que é este Euro.

  2. Luís Lavoura

    Isso é um disparate. A Europa é perfeitamente competitiva na economia global, basta ver a sua balança de pagamentos, que está (grosso modo) equilibrada. O mesmo não se pode dizer dos EUA que, esses sim, têm um grave problema de competitividade, como se verifica pelo seu crónico défice externo.

  3. ricardo saramago

    O New york Times é o espelho americano, dos Mários Soares que se sentem bué europeus, bué solidários e civilizados e dão lições a esses americanos descendentes de emigrantes.

  4. Paulo Pereira

    APED: Austeridade não é a resposta correta, diz Stiglitz

    “A Europa tem de entender que a austeridade “não é a resposta correta à atual crise”, disse o economista Joseph Stiglitz na sessão de encerramento do congresso da APED, que decorreu em Lisboa.

    O prémio Nobel da Economia relembrou que, ao longo dos anos, foram raras as vezes que a austeridade resultou para recuperar uma economia em quebra. Para sair da crise, a Europa não precisa apenas de crescimento mas, se este não existir, é normal que a confiança dos cidadãos decresça. É por isso que Stiglitz defende que se as políticas de austeridade não forem acompanhadas de outras medidas, não terão o resultado pretendido. E os líderes mundiais já perceberam isso; o problema, disse, é que “não fizeram mais nada”.

    Apontando as falhas do sistema atual, o Nobel da Economia teceu várias criticas ao euro: “Agora apercebemo-nos que muitas das convicções que defendíamos estavam erradas”. A zona euro “não foi a solução ideal”, uma vez que não possuía as condições necessárias para funcionar bem.

    De acordo com Joshep Stiglitz, a moeda única europeia apenas trouxe novas divisões. No contexto económico em que nos encontramos, o euro não oferece uma solução para o problema e, como salientou, “a austeridade não resulta”.

    Também o Banco Central Europeu (BCE) foi alvo de criticas por parte do Nobel por apenas se preocupar com a inflação – o que é errado. Certo seria “concentrar-se nos europeus, concentra-se nos bancos”. Pôr a inflação como principal problema “é um pensamento errado”, apontou Stiglitz, referindo que o BCE tem uma “mentalidade errada”, devendo focar-se, antes, em problemas como o desemprego.”

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