Dilma manda cerca de 100.000 Brasileiros para o Desemprego

Dilma obriga todos os que ganhem entre 200 e 257 Euros a irem para o Desemprego.

26.400 Milhões de Euros passam assim de Investimento para Consumo.

Acho bem, pois afinal o Brasil é um país onde Investimento é coisa que sobra e Chineses e asiáticos precisavam de exportar mais.

15 pensamentos sobre “Dilma manda cerca de 100.000 Brasileiros para o Desemprego

  1. José Manuel

    Aqui já descobriram a solução para o problema do desemprego. É restaurar a escravatura e o trabalho gratuito. No tempo da escravatura não havia problemas de desemprego, antes pelo contrário. Até havia falta de mão de obra.

  2. 3 – penso que o “manda” é no sentido de “irão”, não de “foram”.

    De qualquer forma, o post parece assumir que a procura por trabalhadores-que-actualmente-ganham-entre-200-e-257 é absolutamente elástica, e que baixará para zero com o aumento do salário mínimo; alguns desses 100.000 irão para o desemprego (apenas 1.000? apenas 90.000? 99.932?), mas duvido que irão todos.

  3. Paulo Pereira

    As empresas irão pagar o aumento do salario mínimo como sempre aconteceu, porque a procura agregada tendera a aumentar com o aumento dos salários (macro economia elementar).

  4. Ricardo Campelo de Magalhães

    Miguel Madeira,
    Não baixará imediatamente para 0, senão não falaríamos apenas de 100.000 pessoas.

    Rui,
    Se tem vindo a baixar é devido à vitalidade económica do país.
    Pela parte do Estado, este não pára de pôr entraves à mais rápida diminuição do desemprego.

    José Manuel,
    Nem tudo ao mar nem tudo à terra.
    E repare-se que eu só afirmei que o Brasil está a destruir alguns empregos.
    Isto é uma afirmação que creio não levar grandes dúvidas e sem carga subjectiva…

  5. 6 – da primeira viz que li o artigo, tinha ficado com a ideia que 100.000 era o total de trabalhadores a ganhar entre 200 e 257 euros; lendo melhor, vejo que foi imaginição minha

  6. 5 – Pelo que tenho lido, a economia brasileira não me parece estar em recessão, pelo que esse aumento da procura agregada não irá originar grande crescimento económico (provavelmente apenas subida dos preços)

  7. Paulo Pereira

    Precisamente porque a economia braseira esta em expansão moderada esta é a altura certa para actualizar o salario mínimo de forma a que a procura se venha a manter no futuro.

    A ideia do autor de que a actualizacao dos salários mínimos é má para a economia nao em justificação teórica nem histórica , em países com moeda própria.

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  9. A distância entre a notícia publicada na mídia e a percepção da sociedade

    Tenho certeza que você leu a notícia: “Economia brasileira é a sexta maior do Mundo”. Ou seja, na frente do Brasil os EUA, China, Japão, Alemanha e França; sendo que ganhamos a posição que antes era do Reino Unido. Coisa para encher de orgulho os brasileiros. Ou seja, usando o jargão político da moda, nunca na estória desse país chegamos a tal posição.

    O Ministro da Fazenda rapidamente arrematou: em vinte anos os brasileiros poderão ter padrão de vida igual aos dos europeus; só não disse se estava se referindo aos padrões antes da crise por que passa a Europa, ou ao atual padrão.

    Ou seja, o Brasil está à frente do Reino Unido na escala agora apresentada, mas sabe-se que o padrão de vida do brasileiro é bastante inferior a qualidade de vida no Reino Unido. O IDH – índice que mede o desenvolvimento humano das nações – é de 28 para o Reino Unido, enquanto o Brasil é 84, em uma escala que vai até 187 (total de países pesquisados).

    Não resta dúvida que para o Governo a notícia foi um “presente de Natal. Mas fica a pergunta: como o povo percebeu (se é que entendeu) este presente?

    Olhando em volta – segurança pública, saúde, educação e corrupção – a sociedade não encontra nada que a leve a perceber o significado do “presente de Natal”; pelo contrário, tem tudo para não entender a notícia que circulou em toda a imprensa brasileira e, também, na internacional.

    Na área da segurança pública e saúde as evidências são de uma crise crônica e com dificuldade de solução em curto prazo, pois depende de alterações profundas no processo de gestão e, sobretudo, de um profundo choque de moralização de comportamentos. Na educação, o descrédito nos recentes e cíclicos problemas de vazamento de informações nos processos de avaliação dos estudantes. Por último, em relação à corrupção, seis ministros demitidos ligados a cinco partidos da sustentação do Governo.

    Frente a toda esta percepção natural do dia-a-dia (percepção do entorno) a sociedade brasileira fica intrigada em imaginar que superamos o Reino Unido na indicação das maiores economias do mundo.

    Se levarmos em conta que, no Brasil, 2012 não terá um cenário muito diferente daquele que vivenciamos em 2011, dado que os problemas econômicos dos países europeus e os EUA ainda estão longe de serem considerados como resolvidos, a economia mundial ainda irá depender do desempenho de China e Índia para que o crescimento da economia mundial – do qual o Brasil depende – não sofra uma ação de descontinuidade.

    No Brasil, no ano que se inicia, não está totalmente descartada a possibilidade da subida dos juros e da inflação que, poderá ter seus efeitos absorvidos por ações do Governo, mas que se isso não ocorrer no ritmo necessário poderá colocar o país em condições menos favoráveis que àquelas percebidas hoje em um cenário de euforia. Isso tudo tendo como pano de fundo a imprescindível evolução das atividades da indústria nacional.

    Resumindo a estória (se é que isso é possível), pode-se dizer que a sociedade não verá os reflexos da nova posição do Brasil, entre as grandes economias do mundo, em um horizonte de curto e médio prazo. Possivelmente poderá sentir tais efeitos em longo prazo, particularmente se – e apenas se – o Governo adotar as posições que precisarão ser tomadas.

    Várias conjunturas – algumas independentes da ação do Governo – nos levaram a realidade de estarmos em evidência na economia mundial, entretanto, e isso é inevitável, serão as novas ações do Governo que irão possibilitar que continuemos nessa posição.

    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    roosevelt@ebrnet.com.br

  10. Helena Vasconcelos

    Na ‘matemática brasileira’: o desemprego diminuiu em 2010 ao mesmo tempo em que o auxílio desemprego cresceu (dados oficiais do governo petista).

  11. Ricardo Campelo de Magalhães

    Roosevelt Fernandes,

    A notícia tinha a haver com a proibição de no Brasil se empregarem pessoas às quais se pretendesse pagar menos de 257 Euros.
    Relativamente ao tamanho da Economia, não me parece uma notícia muito relevante, mas apenas um sinal dos tempos.

    Claro que o Brasil tendo 200M e o Reino Unido menos de 60M, esta notícia não deve ser surpresa e apenas diz que os Brasileiros estão em desvantagem forte para o Reino Unido em termos de riqueza criada por pessoa.

    O IDH não apresenta esses valores. Essas são as posições em que os valores respectivos colocam os países. Como seria de esperar, o país mais rico fica muito à frente.

    O Brasil é muito menos desenvolvido e portanto é natural que se continue a aproximar. Mas não se “preocupe” que não deve ultrapassar o nível de desenvolvimento Europeu (ou, já agora, o PIB per capita Europeu) neste século. Infelizmente, pois Portugal só teria a ganhar com essa situação.

    E sim, infelizmente a notícia da “ultrapassagem” ao PIB Inglês não vai ter muito impacto na população.
    Já a notícia do desemprego obrigatório para quem ganhe menos de 257 Euros…
    E foi por isso mesmo que eu publiquei uma e não a outra.

    Ricardo Jorge Fernandes Campelo de Magalhães
    ricardo@campelodemagalhaes.eu

  12. Ricardo Campelo de Magalhães

    Helena,
    1. A notícia é actual e certamente não afecta salários de 2010.
    2. O desemprego pode até cair em 2011 e 2012. Só estou a dizer que teria caído em mais 100.000 pessoas se não fossem sem erros de política económica da Dilma.
    3. Infelizmente para mim e para si, o ponto é impossível de provar como ocorrido ou não ocorrido…

  13. TEMOS QUE ESPERAR 2012 DESLANCHAR

    A distância entre a notícia publicada na mídia e a percepção da sociedade

    Tenho certeza que você leu a notícia: “Economia brasileira é a sexta maior do Mundo”. Ou seja, na frente do Brasil os EUA, China, Japão, Alemanha e França; sendo que ganhamos a posição que antes era do Reino Unido. Coisa para encher de orgulho os brasileiros. Ou seja, usando o jargão político da moda, nunca na estória desse país chegamos a tal posição.

    O Ministro da Fazenda rapidamente arrematou: em vinte anos os brasileiros poderão ter padrão de vida igual aos dos europeus; só não disse se estava se referindo aos padrões antes da crise por que passa a Europa, ou ao atual padrão.

    Ou seja, o Brasil está à frente do Reino Unido na escala agora apresentada, mas sabe-se que o padrão de vida do brasileiro é bastante inferior a qualidade de vida no Reino Unido. O IDH – índice que mede o desenvolvimento humano das nações – é de 28 para o Reino Unido, enquanto o Brasil é 84, em uma escala que vai até 187 (total de países pesquisados).

    Não resta dúvida que para o Governo a notícia foi um “presente de Natal. Mas fica a pergunta: como o povo percebeu (se é que entendeu) este presente?

    Olhando em volta – segurança pública, saúde, educação e corrupção – a sociedade não encontra nada que a leve a perceber o significado do “presente de Natal”; pelo contrário, tem tudo para não entender a notícia que circulou em toda a imprensa brasileira e, também, na internacional.

    Na área da segurança pública e saúde as evidências são de uma crise crônica e com dificuldade de solução em curto prazo, pois depende de alterações profundas no processo de gestão e, sobretudo, de um profundo choque de moralização de comportamentos. Na educação, o descrédito nos recentes e cíclicos problemas de vazamento de informações nos processos de avaliação dos estudantes. Por último, em relação à corrupção, seis ministros demitidos ligados a cinco partidos da sustentação do Governo.

    Frente a toda esta percepção natural do dia-a-dia (percepção do entorno) a sociedade brasileira fica intrigada em imaginar que superamos o Reino Unido na indicação das maiores economias do mundo.

    Se levarmos em conta que, no Brasil, 2012 não terá um cenário muito diferente daquele que vivenciamos em 2011, dado que os problemas econômicos dos países europeus e os EUA ainda estão longe de serem considerados como resolvidos, a economia mundial ainda irá depender do desempenho de China e Índia para que o crescimento da economia mundial – do qual o Brasil depende – não sofra uma ação de descontinuidade.

    No Brasil, no ano que se inicia, não está totalmente descartada a possibilidade da subida dos juros e da inflação que, poderá ter seus efeitos absorvidos por ações do Governo, mas que se isso não ocorrer no ritmo necessário poderá colocar o país em condições menos favoráveis que àquelas percebidas hoje em um cenário de euforia. Isso tudo tendo como pano de fundo a imprescindível evolução das atividades da indústria nacional.

    Resumindo a estória (se é que isso é possível), pode-se dizer que a sociedade não verá os reflexos da nova posição do Brasil, entre as grandes economias do mundo, em um horizonte de curto e médio prazo. Possivelmente poderá sentir tais efeitos em longo prazo, particularmente se – e apenas se – o Governo adotar as posições que precisarão ser tomadas.

    Várias conjunturas – algumas independentes da ação do Governo – nos levaram a realidade de estarmos em evidência na economia mundial, entretanto, e isso é inevitável, serão as novas ações do Governo que irão possibilitar que continuemos nessa posição.

    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    roosevelt@ebrnet.com.br

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