Bullying sindical (em actualização)

28 pensamentos sobre “Bullying sindical (em actualização)

  1. Joaquim Amado Lopes

    Sinais dos tempos: “Segundo a fonte, mais de uma dezena de agentes da PSP estão a tentar, pacificamente, demover a barreira.”

    A leitura da Lei passou a ser selectiva:
    – os serviços mínimos, decretados pelos tribunais; não são para cumprir e os infractores não são punidos;
    – quem quer trabalhar é impedido pelos “piquetes de greve” sem que as autoridades reponham a ordem pública e façam valer os direitos dos primeiros.

    Em Portugal, quem quer fazer greve tem todos os direitos e nenhuns deveres. Quem quer trabalhar não tem direitos.
    Para quando os “piquetes de trabalhadores” a impedir que os “piquetes de greve” impeçam os outros de trabalhar?

  2. O ultimo será mesmo “bullying sindical” ou será simplesmente o que sempre acontece nas escolas quando há greves gerais – Se o funcionário que tem a função de abrir os portões faz greve, a escola não abre (mesmo que nenhum professor adira à greve)?

  3. p D s

    Gostaria de ver, uma analise tão detalha e proficua quanto esta, nos restantes dias do ano, mas sobre os abusos e desmandos dos gestores e patrões.

    De facto é mais que unanime q varios piquetes de greve, ou mesmo grevistas a titulo individual, abusam e desrespeitam direitos dos trabalhadores.

    Mas é engraçado como a capacidade analitica de tanta gente, fica apurada e altamente justiceira nos dias de Greve, em busca de abusos….

    …mas mal acaba a greve, perdem logo a capacidade de avaliar abusos, e esquecem os abusos cotidianos infligidos sobre os mesmo que defende hoje ter “direito ao trabalho”.

    Irei calmamente esperar que amanhã, e para a semana que vem, e daqui a um mes façam um “post” sobre abusos que se verificam sobre esses mesmos trabalhadores que veem hoje o seu “direito ao trabalho” diminuido pelos piquetes de greve…mas agora sobre a perspectiva dos abusos do patrão.

  4. lucklucky

    Se passar a vir aqui ao Insurgente habituamente verá muitas criticas aos patrões que impedem outros patrões ou candidatos a patrões de concorrer livremente.
    Por exemplo limites de licenças, subsídios e concursos á medida etc…
    É a mesma critica que se faz aos trabalhadores – e alguns nem trabalhadores o são, não passm de gangsters- que querem impedir outros trabalhadores de trabalhar.

  5. Fernando S

    p D s 7. : “Mas é engraçado como a capacidade analitica de tanta gente, fica apurada e altamente justiceira nos dias de Greve, em busca de abusos….…mas mal acaba a greve, perdem logo a capacidade de avaliar abusos, e esquecem os abusos cotidianos infligidos sobre os mesmo que defende hoje ter “direito ao trabalho”.”

    A diferença é que os verdadeiros abusos dos patrões sobre os trabalhadores que são detectados vão para tribunal e dão lugar a sentenças que são depois executadas.
    Nada disso se passa com os “piquetes de greve”. Fazem-se à televisão, dão entrevistas e são apresentados e aclamados como herois. Impunidade total !

  6. p D s

    Fernando S :
    tem mesmo certeza quando afirma – “abusos dos patrões sobre os trabalhadores que são detectados vão para tribunal e dão lugar a sentenças que são depois executadas.” ???

    Eu por acaso tenho visto, por exemplo, muitas empresas q fecham, com trabalhadores á porta, com muitos salarios em atraso…e no final com a insolvencia ninguem recebe ! Coincidencia ou não o empresario geralmente não tem nada em seu nome…e por vezes vai abrindo e fechando empresas! Nunca reparou nisto ?

    E tb me questiono, por exemplo, a questão dos pilotos da TAP com o tal acordo de empresa com mais de 10 anos q tá por cumprir…e que deu origem a greve de pilotos agora anunciada…se souber pode dizer-me em que Tribunal está a ser sentenciado o abuso ??? ( não adianta evocar que os pilotos são isto e aquilo…q não estou a defende-los, apenas elenco uma situação flagrante de abuso q já leva 10 anos!)

    Até no meu caso concreto, tenho sido ressarcido de direitos acordados, com o patrão…só porque ele diz q não pode! E agora? ponho-o em tribunal ? sabe quanto custa levar um processo a tribunal , em tempo e em dinheiro ?

    Da sua resposta quase me sinto compelido a criar um Sindicato dos Patroes Abusados.

    Será que os estado a que chegamos se deve aos sindicatos (q obviamente terão as suas respnsabilidades) ou á nitida e gritante falta de gestão eficaz e produtiva ??? Se até os Autarcas, q não são mais q gestores do bem publico, e “patroes” das autarquias…vão a tribunal, são condenados…e continuam a fumar o seu charuto como o Isaltino…não me parece que seja tão simples como refere.

  7. Fernando S

    pDs,

    Eu falei de “verdadeiros” abusos dos patrões, que são levados ao tribunal e julgados.
    Não me refiro a casos concretos, incluindo o seu, em que uns e outros acham que teem razão.
    Se há casos em que alguma das partes se sente lesada devem ser tratados pela justiça.
    A verdade é que a legislação existente e a interpretação da mesma pelos magistrados é de longe mais favoravel aos trabalhadores do que às empresas.
    Naturalmente que os abusos de uns e de outros devem ser julgados e, se provados, sancionados e corrigidos.
    Tenho naturalmente de reconhecer que nem sempre é feita justiça e não me custa admitir que o seu caso seja um deles. Eu também conheço varios.
    Mas nada do que o pDs disse pode servir de desculpa para que alguns trabalhadores, em geral enquadrados por sindicalistas e forças políticas esquerdistas, atentem contra a liberdade dos outros trabalhadores e das pessoas em geral.

    Sim, “o estado a que chegamos deve-se [em grande parte] aos sindicatos”, que agem no sentido de bloquear tudo o que seja “gestão eficaz e produtiva”.
    Deste modo fizeram da nossa economia uma das menos competitivas, com maior taxa de desemprego e com menor crescimento da produção e das remunerações.
    Objectivamente os sindicatos teem prejudicado os interesses dos trabalhadores em geral (tem sobretudo defendido os interesses dos menos trabalhadores e menos responsaveis) e, sobretudo, dos desempregados.

  8. Joaquim Amado Lopes

    p D s,
    Neste caso em concreto, os piquetes de greve não estão contra os patrões mas sim contra trabalhadores que escolheram não fazer greve. Por acaso acha que quando os sindicatos convocam uma greve todos os trabalhadores são obrigados a obedecer?

  9. joao

    Gostava sinceramente que me indicassem um exemplo em que um piquete de greve tivesse impedido fisicamente alguém de trabalhar. Mostrem-me um. UM que seja. O piquete tem uma função enquadrada pela lei. A policia está lá para que ninguém seja impedido de entrar no seu local de trabalho. O que eu vi hoje, e há imagens para o provar, foi um senhor trabalhador, que não foi impedido por ninguém de fazer a sua função, quase atropelar um piquete de greve com um camião de recolha do lixo. Sabem o que fez o piquete? Chamou a policia e fez queixa. É para isso que servem as forças da ordem. Para fazer cumprir a lei.

    Sei bem que para os postadeiros do Insurgente empregadores e empregados deviam estar em pé de igualdade perante a lei, mesmo sendo óbvio que uns têm muito mais poder que outros. É a lei que temos e é a que temos que cumprir. Por muito que os chateie.

  10. Joaquim Amado Lopes

    joão,
    Só um exemplo? OK

    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/greve-geral–vimeca-corpo-de-intervencao-policia-autocarros-transportes/1302005-4071.html
    “Vários elementos do corpo de intervenção da PSP estiveram esta manhã à porta da Vimeca, onde vários trabalhadores se encontram em piquete de greve, impedindo que a saída de autocarros.

    À chegada da polícia, as dezenas de trabalhadores que se encontravam à porta foram obrigadas a libertar o portão da empresa e deixar sair autocarros, com vista a serem cumpridos os serviços mínimos decretados.

    Esta situação provocou momentos de grande tensão à porta da empresa de transportes públicos.”

    Note-se que o piquete de greve estava a impedir a saída dos autocarros que deveriam garantir os serviços mínimos. Serviços esses que, caso não saiba, estão estabelecidos na Lei, são definidos por um Tribunal Arbitral (não pelo Governo) e são indispensáveis à garantia do direito à greve. O direito à greve não é mais importante do que o direito ao trabalho, de quem conduz autocarros e de quem deles depende para ir trabalhar.

    O piquete de greve não estava apenas a violar a Lei da Greve e uma decisão do tribunal. Estava – muito mais grave e mesmo ridículo, principalmente para quem gritava as palavras de ordem “fascismo nunca mais” – a impedir outros de exercerem o seu direito de não aderirem à greve.

    O que aconteceu ontem na Vimeca (e em muitos outros locais) demonstra que, 37 anos depois do PREC, continua a haver quem não conviva bem com a liberdade (dos outros) nem com a democracia (quando o resultado desta não lhe convém).

  11. joao

    E a policia fez o quê? Removeu o piquete e fez cumprir a lei. Houve confrontos? Alguém foi preso? As pessoas não foram trabalhar? Como eu disse anteriormente é assim que funciona. Os piquetes sentam-se à porta os policias fazem-nos levantar. Quem está no piquete marca a sua posição e quem quer trablhar vai trabalhar. Cumpre-se a lei. Viu alguém a bater nas pessoas que trabalharam? A ameaçá-las?

    Em relação a serviços minimos, se disserem que serviços minimos são 50% do serviço normal, como aconteceu em alguns casos, o tribunal bem pode decretar o que quiser, não vão ser cumpridos.

  12. Joaquim Amado Lopes

    joao,
    Portanto, para si:
    1. O piquete impedir os autocarros de saírem (impedindo de trabalhar quem decidiu não aderir à greve) e ser necessária a intervenção da polícia é cumprir a Lei; (suponho que sequestrar alguém e só a libertar quando a polícia intervir também é cumprir a Lei)
    2. Só é impedir fisicamente se ouver violência;
    3. Não cumprir os serviços mínimos, definidos na Lei e decididos por um tribunal, é cumprir a Lei.

    Podia continuar mas mais palavras para quê?
    Passe bem.

  13. joao

    Joaquim,

    Você pode interpretar as minhas palavras da maneira que quiser, é lá consigo. Se um tribunal decretar que você se vá atirar duma ponte, você vai para cumprir a lei ou fica quieto? Se você acha que 50% é mínimo, olhe tá bem.

    Se o piquete quisesse impedir que as pessoas trabalhassem tinha outras maneiras de o fazer, tipo acorrentar-se à porta, sabotar os autocarros, etc etc. O piquete tem como missão definida dissuadir quem quer ir trabalhar do o fazer, e juntar-se aos que estão a fazer geve. Aquilo que ocorre sempre é q os piquetes ficam a porta, gritam umas palavras de ordem e sentam-se. Tem mais de simbolismo que outra coisa. Quando vem a policia e lhes pede para sair saem sem grande alarido. Não houve cargas policiais, não houve gás lacrimógeneo, não houve bastonadas, não houve nada de especial. Houve o que há em todas as greves. Obviamente para o Sr. Joaquim, aqui del rei que os sindicalistas são os criminosos calões que não querem trabalhar. Mas descontando a vácuas indignações da comunidade insurgente, não sobra nada.

    Passe muito bem e espero vê-lo tão abnegadamente a defender os trabalhadores no futuro.

  14. Fernando S

    joao : “Os piquetes sentam-se à porta os policias fazem-nos levantar. Quem está no piquete marca a sua posição e quem quer trablhar vai trabalhar. Cumpre-se a lei.”
    .
    A verdade é que os grevistas em questão transgrediram a lei ao procurarem impedir a livre circulação das pessoas. Bloquearam efectivamente. E intimidaram. Não é apenas “marcar a sua posição”.
    Todos sabemos muito bem que o objectivo declarado é procurar ir mais longe. Se a policia por qualquer razão não tivesse vindo (e muitas vezes a policia não vem em tempo util porque tem outras missões) teriam feito muito mais. Como é frequente e habitual. De resto, as mais das vezes, mesmo com a presença da policia.
    Felizmente, nem sempre acontece assim. Mas é mais a excepção do que a regra.
    Para se cumprir efectivamente a lei, os transgressores teriam sido identificados e levados a julgamento.
    Mas, infelizmente, nestes casos os sindicalistas beneficiam normalmente de uma total impunidade !

    joao : “… o tribunal bem pode decretar o que quiser, não vão ser cumpridos.”

    Exactamente. Também aqui todos sabemos perfeitamente que na perspectiva sindicalista dominante a lei é de geometria variavel … para invocar quando convém … para desrespeitar quando não convém !

  15. joao

    É isso pá. Piquetes de greve todos no banco dos réus, serviços mínimos de 80%, e greves aos domingos e feriados. Santa paciência.

  16. Joaquim Amado Lopes

    Fernando S.,
    O joao mais não é do que um representante da “linha de pensamento” segundo a qual “ter razão” vale mais do que a Lei, os tribunais e mesmo a vontade popular expressa em eleições livres. Naturalmente, são os seguidores dessa “linha de pensamento” que decidem o que é certo ou errado e, portanto, têem sempre razão.

    Como dizê-lo explicitamente não cairia muito bem, esses seguidores recorrem muito aos termos “Lei”, “direitos”, “liberdade” e “democracia” para justificar as suas acções.
    Claro que a “Lei” só lhes interessa na parte em que suporta os seus dogmas (o que não interessa ignora-se), os “direitos” não são equilibrados com deveres, os seus (deles) direitos não estão limitados pelos direitos dos “outros”, “liberdade” inclui impedir os “outros” de fazerem as suas escolhas e “democracia” é a sua vontade imperar mesmo quando os portugueses são chamados a se pronunciarem e os reduzem à sua insignificância (em termos de representatividade popular).

    Essa completa falta de coerência e absoluta impermeabilidade ao senso comum não os limita e continuam a debitar os seus disparates em público e sem o mínimo constrangimento. Afinal, quando se tem razão, a vontade e os direitos dos outros são meros pormenores sem importância, certo?

  17. Fernando S

    Caro Joaquim Amado Lopes,

    Concordo plenamente consigo.

    A própria ideia e a historia dos “piquetes de greve” estão desde o inicio associadas a uma vontade e a uma actuação de oposição pela força aos ditos “amarelos” e “traidores dos trabalhadores” … mesmo quando são a maioria (imagine-se então quando são minoritarios !…). E a verdade é que em grande parte das greves a maioria até nem adere mas o que acontece muitas vezes é que os sindicalistas e os trabalhadores mais exaltados e desrespeitadores se multiplicam em acções e declarações de caracter perfeitamente intimidatório e ameaçador que levam naturalmente as pessoas a preferirem evitar qualquer confronto e, por isso, a resolverem desistir de trabalhar.

    Dito isto, julgo que também concorda comigo quanto ao facto de que, por mais disparatadas e anti-democráticas que sejam, as opiniões das pessoas que pensam como o joao devem ser respeitadas … enquanto forem apenas opiniões e não forem mais do que isso (ou seja : respeito quem diz que acha que é legitimo impedir outros trabalhadores de trabalharem normalmente durante um movimento grevista ; não respeito quem invoca este argumento para impedir efectivamente outros trabalhadores de trabalharem normalmente durante um movimento grevista).

    De resto, ao contrário do que insinua o joao, não desejo nem defendo que todos os “piquetes de greve” sejam levados para “o banco dos réus” nem que o direito de greve seja práticamente esvaziado de conteúdo.
    O que penso é que num Estado de Direito :
    1) os comportamentos que atentam contra as liberdades individuais fundamentais não devem ser tolerados, devem ser reprimidos pelas forças da ordem e punidos pela justiça ;
    2) o direito de greve, tal como todos os outros direitos, deve ser regulamentado de modo a que possa ser exercido sem que sejam desrespeitados os direitos dos restantes cidadãos ; concretamente, no caso de certos serviços públicos, que são normalmente um monopólio do Estado e que são em boa medida pagos com o dinheiro de todos os contribuintes (e relativamente a quem o Estado deve contrapartidas por esse facto), podem justificar-se serviços mínimos e requisições civis.

  18. Mario Santos

    Todos aqueles que se sentem tão explorados pelos patrões, deixem-se de lamexices e façam como eu trabalhem por vossa conta,Há liberdade e quem está mal muda-se!

  19. Joaquim Amado Lopes

    Caro Fernando S (22),
    Naturalmente, só posso apoiar o direito de quem tem posições diametralmente opostas às minhas a as apresentar e defender publicamente. É a única forma de garantir que eu posso apresentar e defender as minhas. Mas, também naturalmente, não confundo a liberdade de opinião e de expressão com liberdade de acção.

    Não pretendo de forma alguma que se regule o que vai na cabeça das pessoas mas as opiniões, particularmente quando algumas vão no sentido da defesa de direitos “assimétricos”, não merecem todas o mesmo respeito. P.e. reclamar para si próprio o direito de fazer greve e recusar a outros o direito de não a fazer não merece qualquer respeito.

    Da mesma forma, estou totalmente disponível para discutir se as Leis fazem sentido, mesmo aquelas com que concordo em absoluto, mas não posso respeitar quem elogia a violação da Lei, mesmo daquelas de que discordo em absoluto.
    A Lei não é passível de “interpretações” individuais nem de ser seguida de forma selectiva, apenas nos aspectos que dão jeito a cada momento. Para interpretar a Lei existem mecanismos próprios e não são, p.e., uma dúzia de pessoas avulsas que um qualquer sindicato recrutou para um piquete de greve que decide se os serviços mínimos decretados pelo tribunal são ou não adequados e para cumprir.

  20. p D s

    Mario Santos,
    excelente a sua ideia…quem tá mal muda-se e portanto vamos todos trabalhar por conta propria! TODOS! isso é que vai ser, 10 milhões de empresarios/patrões. Tá ai a salvação do pais…muito bom !!!

  21. Joaquim Amado Lopes

    p D s (25),
    Para ser como diz, seria necessário que todos estivessem mal. Mas parece que quem está pior são principalmente funcionários públicos, trabalhadores de empresas públicas de transportes, sindicalistas e militantes da extrema-esquerda.

  22. Fernando S

    pDs : “quem tá mal muda-se e portanto vamos todos trabalhar por conta propria! TODOS!”
    .
    Pelo que percebi, o Mario Santos não se refere a “TODOS”, mas apenas aos “que se sentem tão explorados pelos patrões” …
    Mas estou certo que, no fim de todas as contas, uma larga maioria prefere continuar a trabalhar para patrões em troca de um salario certinho no fim do mes !…Inteligentemente, diga-se de passagem !

  23. Pingback: Os piquetes de greve não podem estar acima da lei « O Insurgente

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