Leitura recomendada

Does socialism work? A classroom experiment, por Daniel J. Mitchell.

(…)

There are five morals to this story:

1. You cannot legislate the poor into prosperity by legislating the wealthy out of prosperity.

2. What one person receives without working for, another person must work for without receiving.

3. The government cannot give to anybody anything that the government does not first take from somebody else.

4. You cannot multiply wealth by dividing it.

5. When half of the people get the idea that they do not have to work because the other half is going to take care of them, and when the other half gets the idea that it does no good to work because somebody else is going to get what they work for, that is the beginning of the end of any nation.

17 pensamentos sobre “Leitura recomendada

  1. João Branco

    A “experiência” não era de socialismo, mas de insanidade: se todos receberem o mesmo independentemente do esforço, obviamente que todos farão o mínimo possível.

    Uma experiência mais próxima da social democracia na prática poderia ser estabelecer um nível mínimo de notas, mas todos terem uma nota que reflectisse o esforço acima do mínimo (a ideia da ideia do “safety blanket” mas nesse caso com os únicos custos serem custos morais) ou mais próximo da realidade distributiva, haver uma concentração linear da dispersão de notas acima desse mínimo, por exemplo garantindo que a média não subia mesmo com a “redistribuição das notas” (custos morais + custos de “impostos”). Penso que nesse caso iria haver um efeito mais próximo da realidade: uma diminuição do esforço, mas apenas até um limite em que os vantagens individuais são percebidas como uma recompensa apropriada pelo esforço despendido.

  2. Pingback: Top posts da semana « O Insurgente

  3. Paulo Pereira

    Se esta pseudo experiência é uma forma de provar que o anarquismo funciona então os anarquistas são muito básicos a arranjarem argumentos.

  4. Ricardo Carvalho

    Obviamente que esta experiência não pode ter sucesso no mundo de hoje tal como ele é !!!! Esta experiência teria de ser feita num mundo completamente diferente. Ou seja, se estamos a partir do principio que vamos dar notas iguais a todos, então estamos a dizer que todos são iguais. E que não há melhores nem piores. Nesse mundo, o facto de ter notas é absurdo. As notas servem para diferenciar os melhores dos piores. Se são todos iguais, não interessa ter notas. O objectivo das aulas nesse mundo será o de ensinar a todos e que todos aprendam. Se houver alguém mais esperto este deve ser mais motivado, ser motivo de motivação para os outros e servir de explicador para os outros para que todos possam aprender.

    Obviamente que neste mundo em que nos obrigam a competir, esta experiência fracassa, a menos que estejamos perante uma turma que se ajude mutuamente, o que não deve ser muito difícil, se houver alguém que os motive. Se quem deve motivar, apenas fomenta mais a competição então está destinada ai fracasso.

    Para os que achem que as pessoas não iriam ensinar os outros, ou que se não houvesse recompensas, como notas melhores, basta lembrar Einstein, ou newton, que usaram a mente para resolver problemas e não para ganhar dinheiro. A recompensa intelectual também pode ser muito estimulante. Basta pensarem nos informáticos todos que já ficaram até altas horas para resolver um problema….

    O(s) moral(es) da experiência estão todos certos para este mundo em que vivemos.

    Não se pode dar alguma coisa a alguém sem tirar a outra pessoa. Ou, uma pessoa não pode ficar rica sem que outra fique pobre. É este o simbolismo do sistema monetário e é por isto que ele falhará

  5. Paulo Pereira

    Não se pode dar alguma coisa a alguém sem tirar a outra pessoa. Ou, uma pessoa não pode ficar rica sem que outra fique pobre. É este o simbolismo do sistema monetário e é por isto que ele falhará”

    Ricardo Carvalho,

    Você está errado. Num sistema monetário de moeda-fiat (moeda estado) não é necessário tirar aos pobres para dar aos ricos.

    Todos podem enriquecer em simultâneo, porque a riqueza vem do progresso tecnológico e da sua distribuição por toda a sociedade e não está limitado monetáriamente, porque a moeda é fácilmente criada do nada.

  6. Paulo Pereira

    As notas representam muito pouco da base monetária, mas tem razão é preciso um bocadinho de tinta, papel, energia e impressoras, nada de especial, até porque os ordenados das pessoas que trabalham na impressão notas, podem ser pagas com essas notas.

  7. Paulo Pereira

    Ainda bem que já percebeu !

    Não é dificil de perceber se deixar de acreditar nas lendas que só o ouro é que pode ser moeda ou “capital “.

  8. ruicarmo

    “Não é dificil de perceber se deixar de acreditar nas lendas que só o ouro é que pode ser moeda ou “capital “.”
    Tem todas as razões para estar satisfeito consigo mesmo. Foi tão rápido e eficaz como mandar imprimir notas de um computador.

  9. Paulo Pereira

    Isto dos computadores e da internet é uma chatice, dantes no sec. XIX é que era bom, nada destas modernices, e o dinheiro era o ouro, tinha que ser escavado e com trabalho manual, que isso de máquinas é para os fracos.

  10. Ricardo Carvalho

    “Todos podem enriquecer em simultâneo porque a riqueza vem do progresso tecnológico e da sua distribuição por toda a sociedade e não está limitado monetáriamente”

    Sim, concordo, e por isso mesmo é que nesse mundo não é necessário dinheiro.

  11. Pingback: does socialism work ? « arrecadação

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