O serviço público em formato de pequeno léxico

Guide for the Perplexed (via Miguel Noronha). De A a Z.

Apartheid:  The political/social system of the one and only country in the Middle East that integrates Jews, Beduins, Arabs, whites, blacks, Muslems, Ethiopians, Russians, Christians, Greek Orthodox, Russian Orthodox, Bahai, et al. (…)

Arab Emir: Military dictator.

Arab King: Military dictator.

Arab President: Military dictator.

Arab Prime Minister: Military dictator.

Arab Spring: Replacement of one dictatorship with another, with the help of Western money and media cheerleading.

Arab Street: Enraged mobs chanting and screaming their hatred, determined to annihilate Israel and the Jews. They can often be seen burning American and Israeli flags, passing out candies and firing guns into the air in response to successful murders of Westerners (closely related to):

Arab Humiliation: The pervasive feeling on the Arab street generated by their failure to annihilate Israel and the Jews in several wars. Many opinion-makers, Middle East experts and op-ed writers argue that Arab humiliation is at the root of the Middle East conflict; i.e., “If only the Jews would let themselves be destroyed, the Arab street would feel better about themselves, and then there would be peace.”

 

12 pensamentos sobre “O serviço público em formato de pequeno léxico

  1. lucklucky

    Military Dictator?
    Nah. Que maus. São Líderes! para os jornalistas são “Líderes” até estarem mortos.

    Nos jornais o “Líder” Líbio Muammar Kadhafi tornou-se no “Ditador” Muammar Kadahfi depois de ter morrido.

    Deixou de haver milhões para subsidiar jornalistas e políticos…

  2. José António Rodrigues Carmo

    Está excelente.
    Isto é o triunfo da novilíngua. ( como se sabe, na ficção de Orwell, as coisas tinham o significado oposto da designação. Por exemplo, o MiniPax era o Ministério da Guerra, etc)

    O apartheid , por exemplo.
    Em Israel os direitos são iguais para todos os cidadãos. Basta saber que o juiz que condenou o ex-Presidente da República era um árabe.
    Nos países muçulmanos, que praticam ou suspiram pela sharia, os muçulmanos homens têm direitos diferentes e mais substanciais que as mulheres e os infiéis. O que é muito mais próximo e , a meu ver, bem mais condenável do que verdadeiro apartheid o qual era, recorde-se, basicamente uma doutrina multiculturalista, já que advogava a separação de comunidades, sendo que cada uma viveria de acordo com os seus costumes.
    Aliás, basta ir aĺi ao lado, à moderada Jordânia, para verificar que, por exemplo, os judeus que ainda lá vivem, não podem ser proprietários. Imagine-se o escândalo e o cagaçal que iria ali para as bandas do BE e da Soeiro Pereira Gomes se, isso se verificasse do “lado de cá”?

  3. johan

    “Em Israel os direitos são iguais para todos os cidadãos”

    é piada?

    Israeli High Court Justice (Ret.) Theodor Or wrote in The Report by the State Commission of Inquiry into the Events of October 2000:

    The Arab citizens of Israel live in a reality in which they experience discrimination as Arabs. This inequality has been documented in a large number of professional surveys and studies, has been confirmed in court judgments and government resolutions, and has also found expression in reports by the state comptroller and in other official documents. Although the Jewish majority’s awareness of this discrimination is often quite low, it plays a central role in the sensibilities and attitudes of Arab citizens. This discrimination is widely accepted, both within the Arab sector and outside it, and by official assessments, as a chief cause of agitation.

  4. Lidador

    Bem, johan, se discorda, peço-lhe que me mostre um, um único, artigo da uma única lei que discrimine negativamente árabes israelitas.
    Uma coisa são as percepções e as atitudes sociais, outra, bem diferente, é o direito.
    Como sabe, em qq país da Europa as leis são como as de Israel e tb por cá há grupos que se vitimizam e alegam ser discriminados.

    Não me admira que alguns árabes israelitas sejam mal vistos pela maioria judaica. Afinal tem havido alguns traidores e até um parlamentar árabe anda fugido por colaboração com o inimigo em tempo de guerra.

    O que é realmente indiscutível é o apartheid que é praticado em todos os países muçulmanos, relativamente aos infiéis. Até na “moderada” Turquia, os infiéis pagam mais impostos que os muçulmanos. Como manda a lei.
    Diga-me se acha possível, por exemplo na Síria, um juiz judeu condenar à prisão o Presidente da Síria. Aliás, diga-me se acha possível um juiz judeu, na Síria.
    E sabe…até já houve dois Papas sírios….

  5. ruicarmo

    Para arranjar mais exemplos sobre muros, queira ter a bondade de pesquisar no google sobre muros, incluindo em países árabes. O de Israel é mais importante? Pode o neotonto explicar a relação entre um muro, uma fronteira e os direitos dos árabes-isralitas?

  6. neotonto

    Pode o neotonto explicar a relação entre um muro, uma fronteira e os direitos dos árabes-isralitas?

    Vc. nao deve ser um neoliberal avant-la-letre. Vc quer que um lhe todo feito. Trabalhe o seu vaguncio !!. Leia o artigo, masque pouco a pouco, debrulhe os seus neuros e concluia. Ja vai ver como ambos chegamos as mesmas conclusoes sobre os direitos dos “arabes-israelitas”.

    Arabes-israelitas, meu deus, que descobrimento. Desde as armas de destruçao maciza (que finalmente derao por aparecer…no Irao !!!!!. My God, que década do século. Temos que retrotraernos para os felizes vinte do século passado. Com crisis de bolsa também…

    Toda tragedia tende a repetirse mas ja na segunda ocasiao como comedia, digo como pesadelo…

  7. P

    Não se pode criticar Israel porque os do lado fazem pior.

    Já agora, alguém mostra onde é que na Turquia ainda se paga imposto por não se ser muçulmano? Sei que o país tem muitos defeitos mas julgava que já tinham atirado as leis islâmicas para o lixo.

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