globalwarming-religião e os seus heréticos

Why I Deny Global Warming:

I’m a denier for several reasons. There is no substantive evidence that the planet has warmed significantly or that any significant warming will occur in the future .. Climate research has largely degenerated into pathological science, and the coverage of global warming in the media is tendentious to the point of being fraudulent. Anyone who is an honest and competent scientist must be a denier.

Global warming predictions cannot be tested with mathematical models. It is impossible to validate computer models of complex natural systems. The only way to corroborate such models is to compare model predictions with what will happen in a hundred years .. the theory of catastrophic global warming cannot be tested or empirically corroborated in a human time frame.

.. Scientific theories are never denied or believed, they are only corroborated or falsified. Scientific knowledge, by its very nature, is provisional and subject to revision .. Anyone who thinks scientific knowledge is final and complete must necessarily endorse as a corollary the absurd proposition that the process of history has stopped.

A scientific theory cannot be “denied.” Only a belief can be denied. The person who uses the word “denier” thus reveals that they hold global warming as a belief, not a scientific theory. Beliefs are the basis of revealed religion. Revelations cannot be corroborated or studied in the laboratory, so religions are based on dogmatic beliefs conservatively held. Religions tend to be closed systems of belief that reject criticism. But the sciences are open systems of knowledge that welcome criticism. I’m a scientist, and therefore I must happily confess to being a denier.

7 pensamentos sobre “globalwarming-religião e os seus heréticos

  1. Ricciardi

    Bem, eu não sei se há cientificamente provas de aquecimento global. Mas tenho a certeza de que nunca as haverá. É como na religião. A ciencia nunca encontrará provas para a existencia de Deus. E isso não significa que Ele não exista, não é?
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    O que eu sei é o que vejo e sinto. E vejo alterações no clima. O gelo dos polos, as praias aonde cresci na infancia muitissimo mais pequenas, uma desregulação do clima em função das estações tradicionais…. enfim, não tenho a certeza das causas. Se são pela força da intervenção humana ou não. De uma coisa tenho a certeza, a poluição não é coisa boa. Não pode ser, não me sinto bem com ela… mesmo que os cientistas afirmem que tem duvidas.
    .
    Nunca gostei de ter de esperar por certezas absolutas da ciencia acerca de coisas vitais de onde depende a nossa vida. Quer dizer, não me interessa que a ciencia venha, afinal, a dar razão quando já estamos todos mortos. Há de facto alterações climáticas. De facto a desmatação das florestas não será coisa boa para o ambiente. Quer dizer, um cientista pode dizer que não pode provar se o impacto das desmatação é o factor primeiro no aumento do CO2. Até podem dizer que também não podem provar cientificamente que o fumo dos carros não explicam per si alterações na camada de ozono e no aumento exponnencial das alergias. Mas o facto é que em questões vitais, de vidas ou morte, não podemos ter a veleidade de esperar certezas que, talvez, e em função de todos os interesses considerados, nunca venham a revelar-se. E se vier, virá fora de tempo útil para acautelar. Por isso, resta-me ver, olhar e sentir. E o que sinto e vejo não me agrada. A poluição dos combustiveis fosseis, a desmatação, os rios sem peixes e poluidos.
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    É assim, discute-se desde há seculos a existencia de Deus. A ciencia não prova, nem deixa de provar. Nem nunca provará. Quando o provar, segundo os crentes, será no fim dos tempos.
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    Rb

  2. oscar vaz

    Engraçado que no outro dia afixaram e promoveram aqui uma noticia sobre “abiotic oil”. Nada disseram sobre falta de provas, uma questao de fe, funcionamento da ciencia, etc

  3. lucklucky

    Ricciardi a propósito de estações – e de pessoas que julgam que no seu tempo é que acontecem coisas especiais – ler capítulo XXXIX

    http://www.leopardi.it/pensieri.php
    “… E non ha molti anni, che fu cercata seriamente da alcuni fisici la causa di tale supposto raffreddamento delle stagioni, ed allegato da chi il diboscamento delle montagne, e da chi non so che altre cose, per ispiegare un fatto che non ha luogo: poiché anzi al contrario è cosa, a cagione d’esempio, notata da qualcuno per diversi passi d’autori antichi, che l’Italia ai tempi romani dovette essere più fredda che non è ora. Cosa credibilissima anche perché da altra parte è manifesto per isperienza, e per ragioni naturali, che la civiltà degli uomini venendo innanzi, rende l’aria, ne’ paesi abitati da essi, di giorno in giorno più mite: il quale effetto è stato ed è palese singolarmente in America, dove, per così dire, a memoria nostra, una civiltà matura è succeduta parte a uno stato barbaro, e parte a mera solitudine. Ma i vecchi, riuscendo il freddo all’età loro assai più molesto che in gioventù, credono avvenuto alle cose il cangiamento che provano nello stato proprio, ed immaginano che il calore che va scemando in loro, scemi nell’aria o nella terra. La quale immaginazione è così fondata, che quel medesimo appunto che affermano i nostri vecchi a noi, affermavano i vecchi, per non dir più, già un secolo e mezzo addietro, ai contemporanei del Magalotti, il quale nelle Lettere familiari scriveva: “egli è pur certo che l’ordine antico delle stagioni par che vada pervertendosi. Qui in Italia è voce e querela comune, che i mezzi tempi non vi son più; e in questo smarrimento di confini, non vi è dubbio che il freddo acquista terreno. Io ho udito dire a mio padre, che in sua gioventù, a Roma, la mattina di pasqua di resurrezione, ognuno si rivestiva da state. Adesso chi non ha bisogno d’impegnar la camiciuola, vi so dire che si guarda molto bene di non alleggerirsi della minima cosa di quelle ch’ei portava nel cuor dell’inverno”. Ouesto scriveva il Magalotti in data del 1683. L’Italia sarebbe più fredda oramai che la Groenlandia, se da quell’anno a questo, fosse venuta continuamente raffreddandosi a quella proporzione che si raccontava allora…”

    Foi escrito no Sec.XIX…com uma referência a escrito de Magalotti no Sec.XV
    http://en.wikipedia.org/wiki/Lorenzo_Magalotti

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