Ron Paul – Um Plano para salvar a América

Para quando um político em Portugal com este programa?

8 pensamentos sobre “Ron Paul – Um Plano para salvar a América

  1. Paulo Pereira

    Qual é o plano em traços largos ?
    .
    Reduzir o deficit federal numa altura em que o consumo e o investimento privado estão em contração ?
    .
    Deve ser para rir , ou então como fez o Reagan , fazer o oposto, que triplicou a divida federal em 8 anos .
    .
    Então e o Dick “defictis don’t matter” ninguem lhe liga ?

  2. não serve esse programa politico…o que serve é aplicar um modelo baseado na estrutura económica-social de Salazar e da Geração que o acompanhou, que pensou o futuro…legando-nos um tesouro incalculável nos tempos catastróficos actuais…”a vela latina” económica

  3. talvez até seja o melhor modelo económico para os EUA, mas o Ron Paul tá queimado na comunicação social americana, os judeus não gostam dele devido às suas posições sobre o conflito Israelo-Palestiniano…e outras…

  4. por

    Ele pode ter os defeitos que muitos de muitos lados lhe querem apontar, mas nada de escândalos nos donativos para a campanha como Mitt Romney, nunca se opôs a uma auditoria da Fed como Herman Cain, nunca concorreu a nada como democrata e sempre foi consistente ao longo de 30 anos de carreira ao contrário de Mitt Romney, nunca foi director de campanha de um democrata como foi Rick Perry para Al Gore, e foi o único candidato ás primárias que apresentou cortes a sério nas gorduras do estado, e podia continuar por mais um bom pedaço…

  5. ana catarina

    que bom que sería um Ron Paul por aqui….mas já era um óptimo começo se ele conseguisse chegar a presidente no USA….

  6. Alexandre

    Eu também apoio o Ron Paul. Quanto mais depressa o “liberalismo” tiver a sua CCCP mais depressa podemos ir ao que de facto interessa…

  7. lucklucky

    Que será que os “Occupy” pensarão disto…
    Steve Jobs Vs Obama…
    http://www.huffingtonpost.com/2011/10/20/steve-jobs-biography-obama_n_1022786.html?1319148475

    “Jobs, who was known for his prickly, stubborn personality, almost missed meeting President Obama in the fall of 2010 because he insisted that the president personally ask him for a meeting. Though his wife told him that Obama “was really psyched to meet with you,” Jobs insisted on the personal invitation, and the standoff lasted for five days. When he finally relented and they met at the Westin San Francisco Airport, Jobs was characteristically blunt. He seemed to have transformed from a liberal into a conservative.

    “You’re headed for a one-term presidency,” he told Obama at the start of their meeting, insisting that the administration needed to be more business-friendly. As an example, Jobs described the ease with which companies can build factories in China compared to the United States, where “regulations and unnecessary costs” make it difficult for them.

    Jobs also criticized America’s education system, saying it was “crippled by union work rules,” noted Isaacson. “Until the teachers’ unions were broken, there was almost no hope for education reform.” Jobs proposed allowing principals to hire and fire teachers based on merit, that schools stay open until 6 p.m. and that they be open 11 months a year.”

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