Ele há coisas e coincidências

Então não é que o super-competente-rigoroso-hirto-e-firme ministro das finanças Vítor Gaspar se esqueceu que há pensionistas com reformas do estado que recebem a reforma em doze pagamentos e que não recebem subsídio de Natal e de férias, como tal não estando abrangido pelos cortes?

Para alguns, foi mesmo uma sorte o modelo ter passado do corte de uma percentagem do pagamento mensal das reformas para o corte específico do subsídio de férias e de Natal.

Quem é que terão sido os afortunados?

9 pensamentos sobre “Ele há coisas e coincidências

  1. ruicarmo

    Não percebo nada do assunto mas estas pensões como dizes ficam imunes aos cortes porque não contemplam o subsídio de Natal e o de férias A única questão que me escapa é se não vão ser taxadas como mandam as regras em sede de irs? Parece-me que esta é uma boa notícia para fazer sucesso nas redes sociais…

  2. “A única questão que me escapa é se não vão ser taxadas como mandam as regras em sede de irs?”

    Bem, que são taxadas em sede de IRS é um facto que não tem nada de novo. São todas, incluindo as que vão ser cortadas.

    Até agora não vi referir nada que pretendesse criar um tratamento especial e específico ou novas “regras” para esses casos em termos de IRS.

  3. ruicarmo

    Certo. Mas a conclusão decorrente da notícia passa então por aumentar as taxas de IRS para os tais afortunados?

  4. Não acho que se possa depreender isso. Parece-me que aparentemente esses casos vão passar em branco.

    Assim como me palpita que vão passar em branco os beneficiários dos fundos de pensões que foram incorporados pelo estado no passado como receitas extraordinárias.

  5. Carlos Guimarães Pinto

    Não me parece que tenha sido um lapso. Há uma alínea da proposta de orçamento de estado, relativa ao dos subsídios que me parece especificamente dedicada a estes senhores:

    “3. No caso dos beneficiários de subvenções mensais vitalícias pagas por quaisquer dos
    serviços ou entidades referidos no n.º 1 o disposto nos números anteriores abrange as
    prestações que excedam 12 mensalidades.”

  6. Pingback: Ele há coisas e coincidências (2) « O Insurgente

  7. ana g.

    Será que já ninguém fala do corte a que os vencimentos dos funcionários públicos estão sujeitos desde Janeiro? Porque é que esse corte entre 5 e 10% para vencimentos superiores a 1500 Euros não se estende também aos pensionistas do Estado de forma equitativa? Porque é que só os que trabalham, aos que têm filhos menores, a estudar, aos que ainda têm casas para pagar, cujos encargos são muito maiores que os da maioria dos pensionistas do Estado, só a esses é que lhes é retirado mensalmente uma parte do seu vencimento?
    Isto não choca ninguém?

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