O folcolore em Wall Street II

Passou rapidamente dos cândidos cantares alentejanos a algo que ultrapassa e em muito o corridinho: Time to kill the wealthy, por Tim Mak.

Several influential New York state lawmakers have received threatening mails saying it is “time to kill the wealthy” if they don’t renew the state’s tax surcharge on millionaires, according to reports.

“It’s time to tax the millionaires!” reads the email, according to WTEN in Albany. “If you don’t, I’m going to pay a visit with my carbine to one of those tech companies you are so proud of and shoot every spoiled Ivy League [expletive] I can find.”

State Assembly Speaker Sheldon Silver and State Senate Majority Leader Dean Skelos reportedly received the email, as did State Assembly Majority Leader Ron Canestrari. The governor’s office did not tell the New York Daily News whether the governor received the email.

The email, with the threatening subject line of, “time to kill the wealthy,” was detailed and disturbing.

“How hard is it for us to stake out one of the obvious access roads to some tech company, tail an employee home and toss a liquor bottle full of flaming gasoline through their nice picture window into their cute house,” wrote the author of the email.

The email references terminology that has been used in the “Occupy Wall Street” movement — that the1 percent, the super rich, are exploiting the remaining 99 percent of Americans. The angry message demanded that Albany politicians “stop shoveling wealth from the lower 99 percent into the top 1 percent” and “set aside your ‘no new taxes on anybody’ pledge.”

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12 pensamentos sobre “O folcolore em Wall Street II

  1. Joaquim Amado Lopes

    “time to kill THE WEALTHY”
    “How hard is it for us to stake out one of the obvious access roads to some tech company, tail AN EMPLOYEE home and toss a liquor bottle full of flaming gasoline through their nice picture window into their cute house”

    Por muito imbecis que sejam a maioria das 13 exigências do “movimento Occupy Wall Street” (ver em http://occupywallst.org/forum/proposed-list-of-demands-for-occupy-wall-st-moveme/) não podemos julgar o conjunto dos que se manifestam pela mensagem enviada por um indivíduo que, eventualmente, está apenas a dar vazão à sua frustração por ter perdido o emprego e/ou a casa. Mas seria interessante saber a opinião do “manifestante médio” sobre o teor dessa mensagem.

  2. Carlos

    na verdade não é a mensagem de um só individuo…a esquerdalha americana é do mais intolerante e odioso que se conhece. Aliás o próprio Obama tinha por mentor um radical da extrema esquerda Bill Ayers que defendia isso tudo e muito mais. Já para não falar da suacampanha eleitoral em que pediu aos seus eleitores para agarrarem em facas e armas contra os opositores …e depois veio dizer que era só retórica…enfim….quem não os conhecer que os compre….

  3. «Por muito imbecis que sejam a maioria das 13 exigências do “movimento Occupy Wall Street”»

    Pela enésima vez, isso não são exigências do movimento Occupy Wall Street (que, pura e simplesmente, não tem um caderno de exigências) – são as sugestões que um apoiante do movimento mandou para um forum da internet (notem o “proposed”)

  4. Vasco

    “Além de apanhar porrada em frente a jornalistas, querem mais alguma coisa?”
    Querem ser mártires! Mas não daqueles que se matam! Oh não!! Daqueles que por levar duas chapadas já se consideram habilitados para decidir o futuro de todos…

  5. Lidador

    “Daqueles que por levar duas chapadas já se consideram habilitados”

    Na verdade é isto mesmo. Embora de forma não racional, o motor desta gente é, de facto a vitimização. É claro que não querem fazer “a revolução”, até porque, de um modo geral, se trata de gente um bocado fracota da cabeça e com notória fragilidades intelectuais. A massa destes “indignados” é imbecil, como todas as massas. Movem-se como manadas, liderados por alguns que, esses sim, sabem bem ao que andam. Hard e Negri (este era das Brigadas Vermelhas), escreveram um livro (Império) que é claramente o Evangelho destes movimentos. Há uma vanguarda activa (todos os movimentos de massa os têm, desde os fascistas aos comunistas), que, a seu gosto, manejam as rédeas e as esporas dos tontos, a multitude, a manada em estoiro, que não responde a raciocínios, mas apenas a estímulos primários.

    A multitude procura a vitimização que é um conceito muito eficaz, nas nossas sociedades. Quem se vitimiza, quem alcança o invejável estatuto de “vítima”, passa a ter razão, passa a ser visto como alguém que merece não apenas a igualdade, mas algo mais.
    Há imensas vítimas na nossa sociedade. E incontáveis organizações que trabalham para identificar e registar mais, alimentando-se das escandalosas quantias que fluem dos decisores políticos para as “boas causas”.
    De forma inconsciente, estes brutinhos que se passeiam em manada, mugindo slogans que nem sequer entendem, estão à espera de levar uma lambada, uma cacetada, etc, para então terem razão e exigirem a pena e a contrição do resto da sociedade.

  6. Livre Pensamento

    A esquerdalha está no mundo a tentar ganhar nas ruas o que não ganham democraticamente, por via do voto. Em Espanha, ao fim de 7 anos de desastrosa governação de Zapatero que conduziu a Espanha a um beco sem saída, agora é que saiem à rua os indignados, isto porque sabem bem que a 20 de Novembro vão perder para um governo de centro direita. EM Inglaterra, 12 anos de socialismo não chegou para trazer para rua indignados desempregados, foi preciso chegar ao governo os conservadores para saltarem para as ruas os indignados. Nos Estados Unidos, o mesmo. Senhores como George Soros (financiador de muitos grupos de esquerda) que visa uma nova ordem mundial, senhores como Michael Moore um marxista assumido, e outros tantos que andam a patrocinar esta palhaçada de Wall Street são os mesmos que querem Obama de novo na Presidência. Já perceberam que o descontentamento do povo americano com Obama é muito. A sua popularidade está abaixo do que qualquer outro Presidente americano (só tendo paralelo com Snr. Jimmy Carter que perdeu a reeleição). Obama e os movimentos que o apoiam sabem que dificilmente vão ganhar a reeleição e só destabilizando a opinião pública poderão fazer algo tentando levar os americanos a revoltarem-se. É uma vergonha que Obama não se tenha vindo demarcar do grupo “move On” que foi gritar fim ao capitalismo em Wall Street. Uma vergonha. Pena que a esquerdalha que tanto se insurge contra os especuladores não se incomode com George Soros. O senhor Soros e o senhor Buffet se acham que é mau ser capitalista, pois desfaçam-se das suas BILIONÁRIAS fortunas e dêem aos pobrezinhos por quem tanto choram; dêem emprego a esta gentalha que exige emprego, saúde e educação. Porque não começam por dar o exemplo, em vez de exigirem ao Estado que o faça? Sâo 2 fortunas bem valiosas que poderiam acabar com os probleminhas desta esquerdalha. Ou o problema desta gente não é este? Não será mais uma questão apenas e só ideológica, visando impôr ao mundo uma sociedade socialista? As pessoas antes de irem atrás destas palhaçadas dos indignados , deviam era perceber o que está por detrás de tudo isto. Porque é que só a esquerda está nas ruas: na Grécia, em Espanha, em Inglaterra, nos Estados Unidos. Porque será?

  7. Lidador

    “O senhor Soros e o senhor Buffet se acham que é mau ser capitalista, pois desfaçam-se das suas BILIONÁRIAS fortunas e dêem aos pobrezinhos por quem tanto choram”

    Conta-se esta história do conde de Romanones, à época uma das maiores fortunas de Espanha.

    Tinha um conhecido, homem de grandes preocupações sociais, que lhe atirava à cara a sua riqueza, face à miséria dos espanhóis.

    Um belo dia Romanones, farto da conversa, perguntou-lhe:
    – Olha lá, quanto dinheiro achas que eu tenho?
    – Não sei, diria que, para aí uns cem milhões de pesetas!
    – Então, considerando que há 20 milhões de espanhóis,quanto calharia a cada um, se eu distribuir a fortuna?
    – Cinco pesetas!
    Romanones sacou do bolso uma nota de 5 e entregou-lha.

    – Toma lá a tua parte e não me maces mais!

  8. #7. «(…)Querem ser mártires! Mas não daqueles que se matam! (…)»

    Esta frase revela até que ponto a noção de mártir se transformou, julgo que por influência da prática islâmica dos shuhada, os que morrem na jihad em nome de Alá.
    Tradicionalmente, no ocidente cristão mártir é aquele que prefere perder a vida a negar, por palavras ou actos, a sua fé em Cristo.
    Hoje, em Portugal, parece haver quem pensa que mártir é o que se mata. É triste.

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