Zapatero, o visionário (ou o sétimo “monty phython):
- “La tierra no pertenece a nadie, salvo al viento”. (17 de diciembre de 2009, Copenhague)
- “El cambio climático causa más muertes que el terrorismo internacional”
- “Lo de que hay crisis es opinable” (29 de junio de 2008).
- “Estamos en la Champions League de la economía” (11 de septiembre de 2007).
- “Somos la octava potencia mundial, la envidia de Europa y pronto superaremos a Francia como ya hemos hecho con Italia”
- “Son accidentes” (sobre los atentados terroristas, 30 de diciembre de 2006).
- “La próxima legislatura lograremos el pleno empleo en España” (3 de julio de 2007).
- “La crisis es una falacia, puro catastrofismo” (14 de enero de 2008).
- “La cuestión no es qué puede hacer Obama por nosotros, sino qué podemos hacer nosotros por Obama” (30 de julio de 2009, en una entrevista a NY Times).
- “La próxima legislatura lograremos el pleno empleo en España. No lo quiero con carácter coyuntural, lo quiero definitivo” (3 de julio de 2007).
- “Vamos a adelantar muy pronto a Francia, aunque se enfade Sarkozy”
- “España es un poderoso transatlántico…”, el día del centenario del hundimiento del Titanic (14 de abril de 2011).
- “En esta crisis, como ustedes quieren que diga, hay gente que no va a pasar ninguna dificultad” (8 de julio de 2008)
- “Los 130.000 no son parados, sino que son personas que se han apuntado al paro” (febrero de 2008, justificando los nuevos datos del paro).
- “España está totalmente a salvo de la crisis financiera”, dicho en agosto de 2007.
Pode parecer irrelevante, mas o Titanic afundou-se a 15 de abril de 1912 e não 1911. Será que há mais algum pormenor falacioso nestas citações? De certeza que não, não é?
Quem se engana no ano do afundamento do Titanic será capaz disso e muito mais.
Foi esta “espécie de capados” e os seus correlegionários que conduziram a Europa e os Estados Unidos ao precipício em que actualmente se encontram e donde não se vislumbra saída. Mas os seus herdeiros, como por exemplo o “aventalito” Tó Zé Seguro, a grasnar patacoadas sobre o comportamento das agências de «rating» relativamente aos países em crise, não auguram nada de melhor. Os sociais/socialistas quando se referem à ditadura dos mercados, por ignorância e por má fé, é como se estivessem a tentar exorcizar a sua má consciência. Tanta cretinice e desonestidade só ajudam a credibilizar as classificações cada vez mais negativas que os mercados atribuem aos países que acolhem e promovem essa gentalha que, em nome da justiça social, transformou o Estado num verdadeiro clube “dos amigos do alheio”.
Eu julgava que o louco do Chavez e do Fidel detinham o monopólio das tiradas mais estúpidas de sempre, mas enganei-me…..Na Europa há quem lhes siga as pisadas bem de perto….
“Quem se engana no ano do afundamento do Titanic será capaz disso e muito mais.”
Obviamente.
Quem citou é que está errado.
É o que dá eleger um advogado de 2ª categoria que nunca exerceu mas tinha “boa aparência” como dizia a canção do Júlio Iglésias. Não sabia falar Inglês (já tinha visto isto antes), despediu a empregada a tempo inteiro (portuguesa): não indemnizou, não pagou a segurança social, não pagava férias … enfim..o esplendor socialista. Era “o melhor” para o sokas.
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